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Carta Aberta à TV Globo



O Movimento Nacional da Cidadania pela Vida - Brasil Sem Aborto divulgou uma Carta Aberta à TV Globo a respeito da abordagem  sobre aborto provocado na novela Amor à Vida.
 
Leia a carta aberta na íntegra:
Ilustríssimo Senhor,
Carlos Henrique Schroder
Diretor Geral da TV GLOBO
Em cena da novela “Amor à vida”, no capítulo 82 que foi ao ar no dia 22 de agosto, a Rede Globo entrou com extrema superficialidade e com inúmeros equívocos em debate que merece ser abordado com seriedade e fundamentação. Em evento desconectado do enredo, entra em debate o aborto provocado. O personagem de um médico, chefe da residência médica, afirma que “o aborto ilegal está entre as maiores causas de mortes de mulheres no Brasil”. E afirma também que “infelizmente o aborto ilegal se tornou caso de saúde pública”.
Vamos aos dados oficiais, disponíveis no DATASUS: faleceram no Brasil, em 2011 (último ano a ter os dados totalmente disponíveis) 504.415 mulheres. O número máximo de mortes maternas por aborto provocado, incluindo os casos não especificados, corresponde a 69, sendo uma delas aborto dito legal. Portanto, apenas 0,013% das mortes de mulheres devem-se a aborto ilegal. Comparando, 31,7% das mulheres morreram de doenças do aparelho circulatório e 17,03% de tumores. Estes sim constituem problemas de saúde pública.

Irlanda rechaça projeto de lei sobre aborto



DUBLIN, 30 Nov. 12 / 11:05 am (ACI/EWTN Noticias).- A Câmara dos Representantes do Parlamento da Irlanda rechaçou hoje um projeto de lei a favor do aborto apresentado pelo Partido Socialista, que pretendia legalizar esta prática anti-vida em caso de risco para a saúde da mãe.
Conforme assinala a agência Efe, a decisão foi tomada após dois dias de debate depois do qual se votou por impedir a norma.
Antes da votação, a autora do projeto, a deputada socialista Clare Daly, insistiu aos legisladores a "não esperar outros seis meses" para tratar este tema porque este atraso, disse, poderia "ter trágicas consequências" para algumas mulheres como "aconteceu com Savita Halappanavar".
O caso de Savita Halappanavar foi manipulado pelos promotores do aborto que dizem que sua morte, ocorrida no dia 28 de outubro deste ano, aconteceu porque no Hospital Universitário de Galway não quiseram fazer-lhe o aborto.
Ela ingressou no Hospital Universitário de Galway em 20 de outubro, afligida por fortes dores nas costas. Ao pouco tempo os médicos indicaram-lhe que estava sofrendo um aborto espontâneo.
A mulher pediu que lhe fizessem um aborto, mas os médicos indicaram-lhe que não realizariam esse procedimento até que o coração do bebê deixasse de bater. Em 24 de outubro, a criança morreu e seu corpo foi retirado. Quatro dias depois, a mãe faleceu vítima de septicemia.

Atleta norte-americano pensou em abortar a filha com Síndrome de Down e agora corre maratonas com ela



Foto: capturada do especial E:60 -Perfect (http://www.espn.go.com/video/clip?id=8450488)
WASHINGTON DC, 17 Out. 12 / 01:52 pm (ACI/EWTN Noticias).- Heath White, um atleta, piloto graduado da Força Aérea dos Estados Unidos e agente do FBI, que achava que já tinha tudo, pensou em abortar a sua filha Paisley por ter síndrome de Down. Agora corre maratonas com ela e conta a história que deu luz a sua vida.
Desde 2008, pouco antes do primeiro aniversário da sua pequena, White corre todo tipo de maratonas levando-a em seu carrinho, procurando formar a consciência sobre a dignidade da vida das pessoas com Síndrome de Down, e dando testemunho do seu amor de pai.
No programa E:60, conduzido por Tom Rinaldi, do canal esportivo ESPN, revelou-se a história de White, que era obcecado pela perfeição, e que esperava que sua primeira filha fosse, em palavras de sua esposa, Jennifer, "perfeito, como ele era".
E Pepper White, que nasceu em 2005 cumpria os padrões esperados pelos esposos White.
Entretanto, um ano depois, ao saber que Jennifer estava grávida pela segunda vez, as provas pré-natais revelaram que sua segunda filha teria Síndrome de Down.

Pesquisa do DataSenado: 82% da população brasileira se opõe à legalização do aborto



BRASILIA, 01 Nov. 12 / 04:59 pm (ACI).- Repetindo o resultado de sondagens anteriores, uma pesquisa da Agência Senado revelou no último 23 de Outubro que os brasileiros em sua imensa maioria (82%) se opõe à realização do aborto quando a mulher não deseja levar adiante a gravidez. A pesquisa foi feita à luz da reforma do Código Penal, atualmente em debate em Brasilia, e que poderia ampliar as cláusulas em que o crime do aborto não é penalizado no país.
“Atualmente, a legislação brasileira permite a realização de aborto em casos de estupro ou quando a continuidade da gravidez trouxer risco de morte à mulher. O Supremo Tribunal Federal também autorizou a interrupção da gravidez quando for comprovada a ocorrência de anencefalia – doença caracterizada pela má formação total ou parcial do cérebro do feto. O Código Penal deve estabelecer os casos nos quais o aborto pode ser realizado com amparo legal”, indica a nota da Agência Senado.
“Segundo 82% dos entrevistados na pesquisa do DataSenado, a lei não deve permitir que uma mulher realize o aborto quando ela não quiser ter o filho”, destaca a nota de imprensa da agência.
“Por outro lado, diante de circunstâncias específicas, a maior parte das pessoas concorda com a legalização do procedimento. Quando a gravidez for causada por estupro, 78% apoiam a realização do aborto, se for vontade da gestante. Do mesmo modo, quando a gravidez trouxer risco de morte à mulher, 74% manifestaram-se de acordo com a interrupção da gravidez. O aborto também poderia ser realizado dentro da lei, conforme os resultados, nos casos em que os médicos confirmarem que o bebê tem uma doença grave (como a anencefalia) e pode morrer logo depois do nascimento (67%) ou quando a gravidez traz risco à saúde da mulher (62%)”, afirma ainda o texto.
Para o perito em demografia da organização pró-vida Human Life International, o boliviano Mario Rojas, o resultado da resposta do público diante destas “circunstâncias concretas” não é de surpreender.

Elba Ramalho denuncia: governo da presidente Dilma se contradiz ao promover o aborto


REDAÇÃO CENTRAL, 30 Jul. 12 / 11:19 pm (ACI).- Em entrevista exclusiva, disponível agora na íntegra no canal da ACI Digital no YouTube, a cantora católica e pró-vida Elba Ramalho denuncia a promoção do aborto no governo da Presidente Dilma Rousseff e se diz entristecida pelo fato de que a mandatária, quando candidata, havia prometido não legalizar o aborto e agora está sendo “conivente” com a promoção desta prática anti-vida, permitindo medidas como a norma técnica do ministério da saúde que viria a instruir as mulheres a realizar o aborto impunemente, garantindo ainda recursos públicos para este fim.
Elba Ramalho denuncia no seu diálogo com ACI Digital no último 24 de julho, na cidade do Rio de Janeiro, que o governo Dilma se contradiz ao permitir o avanço do lobby abortista e ofereceu seu testemunho na luta contra este mal da sociedade de hoje lançando um apelo para que as jovens brasileiras sejam responsáveis e conscientes e que, sobretudo, não matem os seus filhos no ventre no caso de uma gravidez.

MDV denuncia: governo brasileiro se prepara para implantar o aborto no Brasil através do Ministério da Saúde


RIO DE JANEIRO, 03 Jul. 12 / 12:39 pm (ACI).- Em um recente envio do seu boletim eletrônico, o Movimento em Defesa da Vida no Brasil (MDV), denunciou que o governo brasileiro apesar das promessas realizadas no período eleitoral de 2010, prepara-se para desencadear uma nova investida para implantar o aborto no país. Desta vez a estratégia é aprovar uma norma técnica para os profissionais da área da saúde orientando as mulheres a praticarem o aborto sem serem punidas pelo delito.
Ampla documentação, encontrada no Diário Oficial da União e outros jornais, mostra que o governo Dilma, através do Ministério da Saúde, em convênio com a Fundação Oswaldo Cruz, está dando continuidade a novas iniciativas para implantar o aborto no Brasil iniciadas já no governo Lula, denunciou o MDV.
Os jornais Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e Correio Braziliense noticiaram recentemente que o governo Rousseff, quebrando todas as promessas que havia feito durante as eleições de 2010, estaria prestes a implantar, através do Ministério da Saúde e dentro do prazo de um mês, o aborto no Brasil:

Corte Suprema dos Estados Unidos ratifica lei da saúde do Obama


WASHINGTON DC, 28 Jun. 12 / 09:19 pm (ACI/EWTN Noticias)
A Corte Suprema dos EUA ratificou hoje a Patient Protection and Affordable Care Act (Lei de Sanidade Acessível e Proteção ao Paciente) do Governo de Barack Obama, gerando decepção e preocupação por atentar contra a liberdade religiosa e contra a causa pró- vida em todo o país.
Christen Varley, diretora executiva da Causa Consciência –uma organização independente que defende a liberdade religiosa-, assinalou que estava "muito decepcionada" com a decisão dos magistrados.
"A primeira linha da Primeira Emenda da nossa Constituição garante a todos os americanos o direito à liberdade religiosa", expressou. Acrescentou que com esta decisão se abriu "a porta a um governo que não vê limites à quantidade de liberdades que pode tirar".
Com cinco votos a favor e quatro contra, a Corte declarou que a lei da saúde de Obama é constitucional, incluindo um mandato individual que obriga a todos os cidadãos a comprar planos de saúde, mesmo que incluam anticoncepção e aborto.
A decisão também assinala que as pessoas que se neguem a comprar um plano de saúde, deveram pagar uma multa, entendida como uma espécie de imposto que o Congresso está autorizado a impor em virtude do seu poder tributário.
A decisão significa que a briga contra este mandato que promove a contracepção continuará. A norma teria perecido automaticamente se a lei tivesse sido declarada inconstitucional.

Abortistas sofrem fragorosa derrota na Rio + 20.


ACI
Segundo o artigo publicado neste 20 de junho por Carlos Pólo, Diretor do Population Research Institute (PRI) para a América Latina (uma entidade especializada em temas de defesa da vida e população), os abortistas e lobbystas dos “direitos sexuais e reprodutivos” saem derrotados da Rio +20.
“Nenhuma menção aos chamados “direitos reprodutivos” nem “serviços de saúde reprodutiva” (ambos eufemismos para o aborto), foram incluídos no documento final da Cúpula de Rio+ 20. Eles foram simplesmente rechaçados pela comunidade internacional”, afirma o diretor do PRI para o continente latino-americano.
“Os grupos feministas radicais e pró-aborto já começaram a protestar publicamente mostrando clara aceitação da sua derrota. Isto constitui também uma mensagem nítida de rechaço à política externa da Administração Obama, o governo mais abortista da história dos EUA, pois nem toda sua diplomacia nem os milhões com os quais financia a ONU conseguiram obter seus propósitos neste evento”, assevera também o perito.
Carlos Pólo explica que nos últimos 6 meses, o Fundo das Nações Unidas para Atividades em População (UNFPA) juntamente com os governos da Noruega, Islândia, os falsos católicos autodenominados “Catholics for Choice” e a IPPF (International Planned Parenthood Foundation) que é a maior fornecedora de abortos no mundo, trabalharam febrilmente para aproveitar a Cúpula Rio +20. Seu propósito era que tanto o aborto legal como o controle populacional fizesse parte dos esforços governamentais para obter um desenvolvimento sustentável.

NOVA MINISTRA DAS MULHERES CONFESSA QUE JÁ ABORTOU E TREINOU PARA FAZER ABORTOS


Em uma denúncia aparecida ontem, 13, no blog do jornalista católico Reinaldo de Azevedo da Veja, o escritor cita uma entrevista da nova ministra da mulher, Eleonora Minicucci, oferecida em 2004, na qual ela confessa já ter abortado duas vezes e que viajou à Colômbia para aprender a fazer aborto por sucção, o método conhecido como AMIU (Aspiração Manual Intra-Uterina), mesmo não sendo médica. 
Segundo Reinaldo de Azevedo, na entrevista de 14 de outubro de 2004, a então apenas professora Eleonora Menicucci, (que tomou posse como ministra das Mulheres na semana passada) afirmou ter participado do Partido Comunista e “ter partido para a luta armada”.
Citando trechos da própria entrevista, a agora ministra Eleonora dizia à sua interlocutora:
“Eu tinha que fazer... a luta armada aqui. E um detalhe importante nessa trajetória é que seis meses depois dessa minha filha ter nascido eu fiquei grávida outra vez. Aí junto com a organização (do Partido Operário Comunista) nós decidimos, a organização, nós, que eu deveria fazer aborto porque não era possível... na situação ter mais de uma criança, né? E eu não segurava também. Aí foi o Segundo aborto que eu fiz”.
“Eu fiz aborto em outra clínica de Pinheiros, também de um médico militar, vim a saber depois. Eu vou presa dia 11 de julho de 71”, confessava também Menicucci quem afirmou que se descobriu feminista no período em que esteve na prisão.
Porém uma das coisas mais graves que confessou a ministra nesta entrevista é que participou de abortos e treinou-se para realizá-los, mesmo sem nenhum treinamento médico, viajando pela sua ONG à Colômbia.
Na entrevista ela afirma:
“E aí fui coordenadora do grupo de Mulher e Política da ANPOCS, do GT.
Dois anos...dois mandatos seguidos, e voltei pra João Pessoa. Aí em São Paulo eu integrei um grupo do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. Eu a Maria José Oliveira, a Vera Soares, a Tereza Verardo a Margareth Lopes, a Magali Marques, críamos o Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, que é uma ONG, para atender as mulheres de forma diferenciada com respeito a... E nesse período estive também pelo Coletivo fazendo um treinamento de aborto na Colômbia”.
Reproduzimos abaixo a maneira funesta como a atual ministra contou à sua interlocutora, Joana Maria, sobre seu treinamento fora do Brasil:
“Eleonora: Era em Clínicas em Aborto...a gente aprendia a fazer aborto...
Joana: Aprendia a fazer aborto.
Eleonora: Com aspiração AMIU
Joana: Com aquele...
Eleonora: Com a sucção.
Joana: Com a sucção. Imagino. Uhum.
Eleonora: Que eu chamo de AMIU . Porque a nossa perspectiva no Coletivo, a nossa base...
Joana: Que as pessoas se auto...auto...fizessem
Eleonora: Auto-capacitassem, e que pessoas não médicas podiam...
Joana: Claro.
Eleonora:...lidar com o aborto.
Joana: Claro.
Eleonora: Então vieram duas feministas que eram clientes, usuárias do Coletivo, as quais fizeram o primeiro auto-exame comigo. Então é uma coisa muito linda...”
Segundo Reinaldo de Azevedo no seu blog: “Eleonora confessa na entrevista que não é apenas “abortista” — termo a que os ditos progressistas reagem porque o consideram uma pecha, uma mácula. Ela também é aborteira”.
Na sua análise Azevedo afirma que isto “deixa claro que o objetivo de seu trabalho (como ministra) é fazer com que as pessoas se “autocapacitem” para o aborto, de sorte que ele possa ser feito por não-médicos. É o caso dela! Atenção! Dilma Rousseff nomeou para o ministério das mulheres uma senhora que defende que o aborto seja uma prática quase doméstica, sem o concurso dos médicos. Por isso ela própria, uma leiga, foi fazer um “treinamento”.
“Não! Jamais apertaria a mão de torturadores. E jamais apertaria a mão de dona Eleonora por isto aqui”, concluiu severamente o blogger católico Reinaldo de Azevedo em seu post que pode ser visto na íntegra com mais informação sobre a nova ministra em:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-ministerio-dilma-nova-ministra-da-mulher-confessa-que-ja-treinou-abortos-por-succao-mesmo-nao-sendo-medica-mais-ela-se-considera-avo-de-um-neto-mas-tambem-do-aborto/
Fonte: ACI Digital

ENTREVISTA PRO ABORTO DE MINISTRA DAS MULHERES DE DILMA “DESAPARECE” DE SITE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. QUEM CENSUROU?


 
Por Reinaldo Azevedo, Blogueiro da Revista Veja.
Baixe o arquivo censurado com a entrevista de Eleonora Menicucci.aqui
A petralhada vive reclamando do que chama “censura” no meu blog, como se uma página pessoal, privada, pudesse censurar alguém. A que chamam censura? Eles reivindicam “o direito” de me ofender e a meus leitores! Não permito, claro! Visita que vem à minha casa tem de me tratar bem! Só faltava acontecer o contrário. Não sou eu que invado o computador do petralha, pô! Ele é que decide me acessar. Por que não fazem como eu, que os ignoro? Também querem usar a minha página para suas correntes de difamação ou de militância partidária, o que igualmente não permito.
Discordar pode? Basta ler os comentários para se constatar que sim. Mas é claro que imponho restrições, ou se dará no blog o que se verifica na área de comentários dos grandes portais e dos sites dos jornais: estão todas, sem exceção, tomadas pelos patrulheiros. Seu trabalho é bater boca e desqualificar os críticos do governo e do petismo. São pessoas pagas para isso, contratadas com esse fim.
Aqui não será assim! A mediação tem demorado um tantinho porque estou ainda sem um auxiliar. Que demore! Os meus leitores compreenderão. Uma coisa é certa: a minha praia, eles não vão invadir. Aqui mando eu! Mas volto ao ponto.
É de censura que querem falar? Então vamos lá. Toda censura será sempre oficial, exercida pelo estado, pelo governo de turno. Falar em censura em órgãos privados de imprensa é uma estupidez, uma cretinice, uma vigarice intelectual. Jornais, sites, revistas, blogs etc privados têm, quando muito, linha editorial. E olhem que até isso tem sido raro. Os “companheiros” estão infiltrados em tudo o que é lugar. Os petralhas costumam chamar “censura” a eventual não-publicação de suas mentiras e de seus reptos ideológicos.
Outra forma de censura é usar o dinheiro público seja para punir veículos considerados incômodos — não os contemplando com anúncios oficiais e de estatais —, seja para premiar os que têm o nariz marrom, comprando a sua fidelidade.
Pois bem! A Universidade Federal de Santa Catarina é uma instituição pública. A entrevista da agora ministra das Mulheres, Eleonora Menicucci estava nos arquivos da instituição. Eu a descobri e transcrevi trechos aqui. AGORA ELA FOI RETIRADA DO AR! Os petralhas querem um caso de censura? Pois eles o têm aí, de modo evidente e insofismável. Ontem, o Ministério divulgou uma nota afirmando que já havia solicitado que ela desaparecesse dos arquivos porque conteria “imprecisões”.
Há, sim, imprecisões nas transcrições, uma troca ou outra de palavra. Mas não nos trechos relevantes — aqueles que transcrevi. Está tudo muito claro!
1-
Eleonora confessou que atravessou a fronteira da Colômbia para se dedicar a uma prática criminosa naquele país: o aborto;
2- Eleonora confessou que
seu segundo aborto foi decidido junto com o partido de esquerda a que pertencia;
3- Eleonora revelou intimidades de sua vida privada (sua primeira relação homossexual) e de sua filha (lésbica que fez inseminação artificial);
4- Eleonora se disse avó dessa criança, mas também “avó do aborto”, porque já fizera dois;
5- Eleonora confessou que sua ONG promovia exame de colo de útero por leigos, já que ela própria disse ter se dedicado à prática, segundo se entende, como examinadora…;
6- Eleonora confessou que o treinamento da Colômbia era parte de uma proposta de se promoverem abortos realizados por não-médicos.
Para lembrar o trecho mais eloqüente:
Eleonora -  Dois anos Aí, em São Paulo, eu integrei um grupo do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. ( ). E, nesse período, estive também pelo Coletivo fazendo um treinamento de aborto na Colômbia.
Joana – Certo.
Eleonora – O Coletivo nós críamos em 95.
Joana – Como é que era esse curso de aborto?
Eleonora – Era nas Clínicas de Aborto. A gente aprendia a fazer aborto.
Joana – Aprendia a fazer aborto?
Eleonora – Com aspiração AMIU.
Joana – Com aquele…
Eleonora – Com a sucção.
Joana – Com a sucção. Imagino.
Eleonora – Que eu chamo de AMIU. Porque a nossa perspectiva no Coletivo, a nossa base…
Joana -  é que as pessoas se auto auto-fizessem!
Eleonora – Autocapacitassem! E que pessoas não médicas podiam…
Joana – Claro!
Eleonora – Lidar com o aborto.
Joana – Claro!.
Encerro
Eis aí! A retirada de um documento de uma instituição pública por pressão do Estado, isso, sim, é censura! Ocorresse num governo do PSDB ou do DEM, a grande imprensa faria um estardalhaço. Como se dá na administração dos companheiros e como se considera, afinal de contas, que ser a favor do aborto é coisa de “gente moderna, humana e progressista”, então se vai fazer um silêncio sepulcral a respeito.
Não será a primeira vez que a própria grande imprensa vai condescender com a censura por causa do aborto. Já aconteceu antes. A defesa do aborto, acreditem vocês, parece tornar aceitável no Brasil a tese do crime de opinião.
Neste blog eles não se criam.
PS – Sim, eu fiz uma cópia de segurança da entrevista porque tinha a certeza de que os companheiros agiriam como companheiros. E vou colocá-la de volta na rede. De todo modo, os trechos mais eloqüentes já são de domínio público. Eles podem censurar a Universidade Federal de Santa Catarina. Mas a mim não censuram. Não ainda. Se e quando seu projeto de poder estiver plenamente consolidado, aí sim. Aí eles começarão censurando Reinaldo Azevedo e terminarão, como todos os totalitários, censurando os próprios companheiros.
Baixe o arquivo com a entrevista de Eleonora Menicucci.aqui

Veja essa notícia:

A nova ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, pode ter de explicar ao Congresso suas posições a respeito da legalização do aborto.
O deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) pediu a convocação de Eleonora na Câmara dos Deputados. O pedido ainda depende do aval dos colegas. A ministra, que é cientista social com pós-doutorado em Medicina, não só é favorável à liberação do aborto como diz ter recorrido à prática para interromper duas gestações, além de ter aprendido a realizar abortos em um curso na Colômbia.
Bombardeio – As declarações fizeram com que ela fosse bombardeada pela bancada evangélica antes mesmo de tomar posse. Na solenidade, no entanto, a ministra não citou a palavra aborto. Mas disse que lutará pelos direitos reprodutivos da mulher.
“Não podemos aceitar que mulheres sejam vistas como meros objetos sexuais, que morram durante a gravidez, que não realizem exames preventivos, que os serviços de atendimento às mulheres vítimas de atendimento sexual continuem sem manutenção, e que tenham seus direitos reprodutivos e sexuais desrespeitados”, afirmou, na ocasião.
(Gabriel Castro, de Brasília)
Revista Veja

PRÓ-VIDAS AJUDAM A FECHAR CLÍNICA DE ABORTO QUE FUNCIONOU DURANTE QUASE 40 ANOS


Um grupo de ativistas pró-vida contribuíram ao fechamento definitivo de uma clínica de abortos em Rockford, estado de Illinois (Estados Unidos), que funcionou durante quase 40 anos sem cumprir  as normas dos códigos de saúde do estado.
Em declarações ao grupo ACI, o diretor executivo do grupo Pro Life Action League da cidade de Chicago, assinalou que o fechamento "é uma incrível vitória" para o ativismo pró-vida.
"Estamos emocionados" por esta decisão, disse Thomas Brejcha, presidente e chefe de conselheiros da Thomas Morre Society. "As condições dentro da clínica era abomináveis. Era um claro perigo para a saúde pública", acrescentou.
Brejcha contou também que o dono do Rockford’s Northern Illinois Women’s Center tinha colocado pôsteres e objetivos ofensivos "incluindo uma boneca de uma freira que tinha um piercing com forma de crucifixo e que tinha uma mensagem macabra", além de um Cristo com um gesto obsceno.
Em sua opinião, estas coisas "eram símbolos anti-católicos e anti-cristãos horríveis, muito ofensivos para acreditar que eram reais".
A clínica de abortos foi fechada temporalmente em setembro do ano passado por não satisfazer os mínimos requerimentos em suas três salas de operações. Logo depois de uma audiência no dia 5 de janeiro diante do departamento de saúde pública reabriu suas portas após pagar uma multa de 9.750 dólares.
Brejcha comentou ademais que "este é não é um caso isolado" e colocou como exemplo uma clínica de abortos na Filadélfia "com péssimas condições" que também foi fechada logo depois de uma investigação por homicídio".
Depois de assinalar que o ativismo pró-vida nos exteriores da clínica foi muito importante para obter o fechamento da clínica em Rockford, Brejcha alertou que "os padrões legais foram estabelecidos por baixo até mesmo do que se solicita às clínicas veterinárias. Isto é inaudito e tem que acabar". 
Fonte: ACI Digital 
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