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Bento XVI anima a viver Eurocopa 2012 em espírito de paz e alegria


O Papa Bento XVI afirmou que a Igreja não pode permanecer indiferente diante de eventos como a Eurocopa 2012, que será inaugurada nesta sexta-feira, 8, e convidou os participantes e o público em geral a viver esta competição esportiva em espírito de paz e de alegria.
O Papa pronunciou estas palavras em uma mensagem enviada ao Presidente da Conferência Episcopal Polonesa, Dom Józef Michalik, com motivo da Eurocopa 2012 que será disputada na Polônia e na Ucrânia de 8 de junho a 1 de julho.
Conforme informou a Rádio Vaticano, o Santo Padre assinalou que se trata de um evento que envolve não só a atletas e aficionados, mas também a vida e a sociedade de diferentes países e diante do qual a Igreja não pode permanecer indiferente.
Nesse sentido, o Papa recordou as palavras do Beato João Paulo II –um grande fã do futebol que praticou o esporte na posição de goleiro–, quem afirmava que "o esporte é importante para o desenvolvimento integral da pessoa e um elemento muito útil para a construção de uma sociedade à medida do homem. O sentido de fraternidade, a generosidade, a honestidade e o respeito pelo corpo ajudam a construir uma sociedade civil onde o antagonismo é substituído por uma sã concorrência, e onde o encontro é preferível ao conflito".

Eucaristia deve impregnar toda a vida cotidiana, diz Bento XVI


Ao celebrar nesta tarde (hora local) a Santa Missa e a procissão eucarística pela Solenidade de Corpus Christi, o Papa Bento XVI disse que a Eucaristia, o Sacramento do amor de Cristo, deve impregnar toda a vida cotidiana.
Às 7:00 p.m. hora local, o Santo Padre celebrou a Santa Missa na Basílica de San João de Latrão, e posteriormente dirigiu a tradicional procissão junto a milhares de fiéis, até a Basílica Santa Maria Maior.
Na sua homilia, Bento XVI refletiu sobre dois aspectos do Mistério eucarístico: o culto da Eucaristia e a sua sacralidade.
O Papa explicou que está errado "contrapor celebração e adoração, como se estivessem em concorrência uma com a outra. É justamente o contrário: o culto do Santíssimo Sacramento constitui o "ambiente" espiritual dentro do qual a comunidade pode celebrar bem e em verdade a Eucaristia.
"Somente se for precedida, acompanhada e seguida por essa atitude interior de fé e de adoração, a ação litúrgica poderá expressar seu pleno significado e valor", acrescentou.
"O encontro com Jesus na Santa Missa se realiza realmente e plenamente quando a comunidade é capaz de reconhecer que Ele, no Sacramento, habita a sua casa, nos aguarda, nos convida à sua ceia e, a seguir, depois que a assembleia se desfaz, permanece conosco, com a sua presença discreta e silenciosa, e nos acompanha com a sua intercessão, continuando a recolher os nossos sacrifícios espirituais e a oferecê-los ao Pai".

"A nova evangelização também começa no confessionário", diz papa


Bento XVI disse que os cristãos são chamados a anunciar com vigor a possibilidade do encontro entre o homem e Jesus Cristo
O Papa Bento XVI encontrou-se na manhã desta sexta-feira, 09, com os membros da Penitenciaria Apostólica que participaram do XIII Curso sobre Foro Interno promovido pelo próprio dicastério vaticano, de 5 a 9 de março. A audiência aconteceu na Sala Paulo VI, no Vaticano.
Durante o discurso, Bento XVI falou sobre o Sacramento Confissão, algo que está diretamente ligado ao trabalho da Penitenciaria Apostólica. De acordo com o Santo Padre, existe uma relação profunda entre esse Sacramento e a nova evangelização.
"A nova evangelização, então, parte também do Confessionário! Parte do misterioso encontro entre a grande busca do homem, sinal nele do Mistério Criador, e a Misericórdia de Deus, única resposta adequada à necessidade humana do infinito", enfatizou.
O Pontífice explicou ainda, que cada sacerdote torna-se instrumento da misericórdia de Deus quando administra o Sacramento da Reconciliação e fez um pedido para que cada ministro ordenado reconheça a importância deste sacramento também na sua própria vida.

O PAPA: A UNIDADE DE CRISTÃOS É OBTIDA COM ORAÇÃO E CONVERSÃO INTERIOR


Em sua catequese da manhã de ontem o Papa Bento XVIexplicou que a oração e a conversão são o caminho para obter a unidade dos cristãos, no marco da celebração até o 25 de janeiro da Semana de Oração por esta intenção.
Diante de milhares de fiéis presentes no Sala Paulo VI no Vaticano, o Santo Padre recordou que esta celebração é uma iniciativa que se realiza há mais de um século, e na qual participam cristãos de todo o mundo para invocar "o dom extraordinário pelo qual o próprio Senhor Jesus rezou durante o Última Ceia: 'Para que todos sejam um".
A Semana de Oração foi introduzida em 1908 pelo Padre Paul Wattson, fundador de uma comunidade religiosa anglicana que entrou depois na Igreja Católica. O Papa afirmou que, nesta Semana, "o impulso dado pelo Concílio Vaticano II à busca da plena comunhão entre todos os discípulos de Cristo encontra uma de suas expressões mais eficazes".
"Este encontro espiritual, que une cristãos de todas as tradições, aumenta nossa consciência sobre o fato que a unidade que buscamos não poderá acontecer somente por meio de nossos esforços, mas será sim um dom recebido do Alto, algo a se invocar sempre.".
Este ano, os textos para a Semana de Oração foram propostos por um grupo de representantes da Igreja Católica e do Conselho Ecumênico Polonês. Este último sugeriu o tema: "Todos seremos transformados pela vitória de nosso Senhor Jesus Cristo".
A história da Polônia está marcada por invasões e derrotas, pela luta constante contra a opressão e a favor da liberdade; isso induziu ao grupo ecumênico polonês a refletir sobre o verdadeiro significado das palavras "vitória" e "derrota".
“A respeito da “vitória, que em alguns termos significa triunfar, Cristo nos sugere uma estrada bem diferente, que não passa pelo poder e pela força. Ele, de fato, afirma: “Se alguém quer ser o primeiro, seja o último de todos e servo de todos” (Mc 9,35). Cristo fala de uma vitória por meio do amor sofredor, por meio do serviço recíproco, da ajuda, da nova esperança e da concreta doação aos últimos, aos esquecidos, aos excluídos”, afirmou.
“Para todos os cristãos, a mais alta expressão de tal humilde serviço é Jesus Cristo próprio, a doação total que fez de Si mesmo, a vitória do Seu amor sobre a morte, na cruz, que esplende na luz da manhã de Páscoa", disse também o Papa Bento.
O Santo Padre assinalou que "nós podemos fazer parte desta “vitória” nos transformado e nos deixando transformar por Deus, somente se operamos uma conversão de nossa vida e a transformação de si só se realiza por meio da conversão".
Do mesmo modo, "a unidade pela qual rezamos requer uma conversão interior, comum e pessoal. Não se trata simplesmente de cordialidade ou cooperação, é necessário, sobretudo, reforçar a nossa fé em Deus".
É necessário, explicou o Papa, "entrar na nova vida em Cristo, que é a nossa verdadeira e definitiva vitória; é necessário abrir-se uns aos outros, acolhendo todos os elementos de unidade que Deus conservou por nós e sempre de novo nos doa; é necessário sentir a urgência de testemunhar, ao homem do nosso tempo, o Deus vivente, que se fez conhecer em Cristo".
A tarefa ecumênica, tal como sublinham o Concílio Vaticano II e o beato João Paulo II, "é uma responsabilidade de toda Igreja e de todos os batizados, que devem fazer crescer a comunhão parcial já existente entre os cristãos até a plena comunhão na verdade e na caridade.".
Por essa razão, indicou Bento XVI, rezar pela unidade "deve se tornar parte integrante de nossas orações, da vida de oração de todos os cristãos, em todos os lugares e em todos os tempos, sobretudo, quando pessoas de diversas tradições se encontram e louvam juntas pela vitória, em Cristo, sobre tudo aquilo que é pecado, mal, injustiça e violação à dignidade do homem".
O Papa destacou também que "a falta de unidade entre os cristãos impede o anúncio mais eficaz do Evangelho, porque coloca em perigo a nossa credibilidade”.
“Como podemos dar um testemunho convincente se estamos divididos?", questionou.
"Certamente, naquilo que resguarda as verdades fundamentais da fé, nos unimos muito mais que nos dividimos. Mas as divisões restantes, e que resguardam também várias questões particulares e éticas, suscitam confusões e diferenças, enfraquecendo nossa capacidade de transmitira a Palavra salvadora de Cristo.".
“O caminho da Igreja, como aquele dos povos, está nas mãos de Cristo ressuscitado, vitorioso sobre a morte e sobre a injustiça que Ele carregou e sofreu em nome de todos. Ele nos faz participantes de sua vitória. Somente Ele é capaz de nos transformar de fracos e indecisos para fortes e corajosos ao operar o bem. Somente Ele pode nos salvar das conseqüências negativas das nossas decisões”, concluiu o Papa.
Ao final da catequese Bento XVI saudou um grupo de peregrinos lusófonos presentes no Vaticano: “Amados peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os brasileiros vindos de São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, sede bem-vindos! A todos saúdo com grande afeto e alegria, exortando-vos a perseverar na oração, nesta Semana pela Unidade, para que possa crescer entre os cristãos o testemunho comum, a solidariedade e a colaboração! E que Deus vos abençoe!”
Fonte: ACI Digital

PAPA: COMO DAR UM TESTEMUNHO CONVINCENTE SE ESTAMOS DIVIDIDOS?


Na Audiência Geral desta quarta-feira, 18, o Papa Bento XVImeditou sobre a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que este ano tem o tema “Todos seremos transformados pela vitória de Jesus Cristo, nosso Senhor” (1 Cor 15, 51-58).
Para o Pontífice, a falta de unidade entre os cristãos impede o anúncio mais eficaz do Evangelho, porque coloca em perigo a credibilidade deles. “Como podemos dar um testemunho convincente se estamos divididos?”, questiona o Papa.
O Santo Padre enfatiza que o empenho ecumênico é uma responsabilidade de toda Igreja e de todos os batizados, que devem fazer crescer a comunhão parcial já existente entre os cristãos até a plena comunhão na verdade e na caridade.
“Certamente, naquilo que resguarda as verdades fundamentais da fé, nos unimos muito mais que nos dividimos. Mas as divisões restantes, e que resguardam também várias questões particulares e éticas, suscitam confusões e diferenças, enfraquecendo nossa capacidade de transmitir a Palavra salvadora de Cristo”, destaca.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI – 18/01/2012

História da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos
A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos que começa nesta quarta-feira, 18 e vai até o dia 25, no hemisfério norte, é celebrada todos os anos, há mais de um século, pelos cristãos de todas as Igrejas e Comunidades eclesiais. Eles clamam pelo dom extraordinário que o próprio Senhor Jesus rezou durante a Última Ceia, antes de Sua paixão: “Para que todos sejam uma coisa só, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste”.
Bento XVI lembra que o Concílio Vaticano II colocou a busca ecumênica no centro da vida e das atividades da Igreja e o beato João Paulo II, em sua Encíclica Ut unum sint, destaca a natureza essencial de tal empenho, dizendo: “Esta unidade, que o Senhor doou a Sua Igreja e na qual Ele quer abraçar a todos, não é um acessório, mas está mesmo no centro de Sua obra. Nem é um atributo secundário da comunidade de seus discípulos. Pelo contrário, ela pertence ao próprio ser desta comunidade”.

Unidade: desejo de Cristo
O Papa ressalva que a “unidade que buscamos não poderá acontecer somente por meio de nossos esforços, mas será sim um dom recebido do Alto, algo a se invocar sempre”.
Este ano, os textos foram propostos por um grupo misto composto por representantes da Igreja católica e do Conselho Ecumênico Polonês, que compreende várias Igrejas e Comunidades eclesiais do país.
A documentação foi depois revista por um comitê composto por membros do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Comissão Fé e Constituição do Conselho Ecumênico das Igrejas. 

Para o Santo Padre, esta iniciativa é um sinal do desejo pela unidade que anima os cristãos e da consciência que a oração é o primeiro caminho para alcançar a plena comunhão, porque todos que caminham para Senhor, caminham para a unidade.

Vitória em Cristo
“Todos seremos transformados pela vitória de Jesus Cristo, nosso Senhor” (1 Cor 15, 51-58). Mas que vitória é essa? São Paulo fala da “natureza temporária daquilo que pertence a nossa vida presente, marcada também pela experiência da ‘derrota’ do pecado e da morte, em conformidade àquilo que fala a nós a ‘vitória’ de Cristo sobre o pecado e sobre a morte em Seu Mistério pascal”, explica o Santo Padre.
Bento XVI ressalta que para vitória, que em alguns termos significa triunfar, mas Cristo sugere uma estrada bem diferente, que não passa pelo poder e pela força. Jesus, de fato, afirma: “Se alguém quer ser o primeiro, seja o último de todos e servo de todos” (Mc 9,35).
“Cristo fala de uma vitória por meio do amor sofredor, por meio do serviço recíproco, da ajuda, da nova esperança e da concreta doação aos últimos, aos esquecidos, aos excluídos”, afirma o Pontífice.
Para todos os cristãos, a mais alta expressão de tal humilde serviço é Jesus Cristo próprio, destaca o Papa. “Nós podemos fazer parte desta ‘vitória’ nos transformado e nos deixando transformar por Deus, somente se operamos uma conversão de nossa vida”, enfatiza.

Caminho para a unidade
O Pontífice recorda que o caminho da Igreja está nas mãos de Cristo ressuscitado, “somente Ele é capaz de nos transformar de fracos e indecisos para fortes e corajosos ao operar o bem. Somente Ele pode nos salvar das conseqüências negativas das nossas decisões”.
 “Queridos irmãos e irmãs, convido todos a se unirem em oração, de modo mais intenso durante esta Semana pela Unidade, para que cresça o testemunho comum, a solidariedade e a colaboração entre os cristãos, esperando o dia glorioso na qual poderemos professar juntos a fé transmitida pelos Apóstolos e celebrar juntos os Sacramentos da nossa transformação em Cristo”, concluiu Bento XVI.

Saudação do Papa em português
No final da Audiência Geral, o Papa saudou os diversos grupos de fiéis e peregrinos vindos das várias partes do mundo, dizendo em português: “Amados peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os brasileiros vindos de São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, sede bem-vindos! A todos saúdo com grande afeto e alegria, exortando-vos a perseverar na oração, nesta Semana pela Unidade, para que possa crescer entre os cristãos o testemunho comum, a solidariedade e a colaboração! E que Deus vos abençoe!”
A Audiência Geral foi concluída com a oração do Pai Nosso em Latim (Pater Noster) e a Benção Apostólica.
Fonte: CN Noticias

"SEM A IGREJA A TEOLOGIA NÃO CORRESPONDE AO DOM DA FÉ", DIZ PAPA

 'O teólogo é o homem do advento', diz Papa
O Papa Bento XVI recebeu na manhã desta sexta-feira, 02, um grupo da Comissão Teológica Internacional por ocasião da Conclusão da Plenária anual realizada pela comissão de 28 de novembro a 2 de dezembro. Durante o encontro, teólogos do mundo inteiro viveram momentos fortes de reflexão sobre os seguintes temas: a questão metodológica na teologia de hoje, a compreenssão do monosteísmo e o significado da Doutrina Social da Igreja.
Durante o discurso, o Santo Padre falou sobre a missão do teólogo como alguém que contribui com a vida e com o Magistério da Igreja.O Pontífice também destacou quais os fundamentos da teologia católica, a qual, segundo ele, seria ineficaz se a mesma não estivesse fundada na fé e na razão.
"Sem a fiel vivência da comunhão com a Igreja e a adesão ao seu magistério, como espaço vital da própria existência, a teologia não conseguiria dar uma adequada razão do dom da fé", salientou.
Por fim, o Papa fez uma prece na qual apresentou Maria como modelo para os teólogos e pediu-lhe a intercessão por todos os 'estudiosos da fé'
"Transmito através de vós o encorajamento a todos os irmãos e irmãs teólogas que estão espalhados nos vários contextos eclesiais, invoco sobre vós a intercessão de Maria, Mulher do Advento e Mãe do Verbo encarnado, a qual é para nós paradigma do reto teologar, o modelo sublime do verdadeiro conhecimento do Filho de Deus.", disse.
Fonte: Canção Nova

O PAPA EXORTA OS URUGUAIOS A ACRESCENTAREM A DEVOÇÃO MARIANA NAS FAMÍLIAS


MONTEVIDÉU, 15 Nov. 11 / 11:35 am (ACI/EWTN Noticias)
O Papa Bento XVI enviou ontem, 14, uma mensagem aos uruguaios por ocasião da peregrinação ao Santuário da Virgem dos 33, Padroeira do Uruguai, exortando-os a acrescentar sua devoção a Santa Maria no seio das famílias e comunidades cristãs.
A mensagem, assinado pelo Secretário de estado, Cardeal Tarcisio Bertone, foi dirigido ao Presidente da Conferência Episcopal Uruguaia (CEU), Dom Carlos María Collazzi Irazábal.
No texto, o Papa saúda a Igreja no Uruguai reunida para celebrar "o 50º aniversário da Coroação canônica de Nossa Senhora dos Trinta e Três Orientais", e " exorta a acrescentar a devoção à Mãe de Deus, tão intensamente vivida no seio das famílias e comunidades cristãs dessa bendita terra, que se goza no Bicentenário do processo de emancipação oriental, para que, seguindo fielmente o exemplo da Rainha do Céu, acolham com docilidade o Evangelho e se dediquem assiduamente à prece".
"Deste modo, encontrarão forças para ser autênticos discípulos e missionários de Jesus Cristo, permanecendo profundamente arraigados na fé, firmes no amor à Igreja e sempre dispostos a colaborar com todos na construção de uma sociedade cada vez mais justa, fraterna e solidária".
"Com estes nobres sentimentos, e ao tempo que invoca sobre os queridísimos filhos e filhas desta nação o amparo da María, Estrela da Esperança, o Santo Padre lhes reparte com afeto uma especial bênção apostólica, objeto de copiosos favores divinos", finaliza o texto.
Busca da verdade
Por outra parte, durante a Missa pelo 50° aniversário da Coroação canônica da Virgem dos 33, Dom Collazzi se referiu à Carta Pastoral dos bispos titulada "Nossa Pátria: gratidão e esperança", elaborada para contribuir ao diálogo nacional e "o melhoramento de nosso povo".
Diante dos milhares de peregrinos, o Presidente da CEU disse que na carta se destaca "a consideração da dignidade de cada pessoa humana". "A ela se une a busca sincera da verdade, que vai além do útil e o conveniente, assim como a valoração da virtude da honestidade, da retidão de consciência e da ação", indicou.
A Missa foi presidida pelo Bispo da Florida, Dom Martín Pérez Scremini; e concelebrada pelo Núncio Apostólico no Uruguai, Dom Anselmo Guido Pecorari; junto a outros bispos do país.
Fonte: ACI Digital

O PAPA EXORTA OS URUGUAIOS A ACRESCENTAREM A DEVOÇÃO MARIANA NAS FAMÍLIAS


MONTEVIDÉU, 15 Nov. 11 / 11:35 am (ACI/EWTN Noticias)
O Papa Bento XVI enviou ontem, 14, uma mensagem aos uruguaios por ocasião da peregrinação ao Santuário da Virgem dos 33, Padroeira do Uruguai, exortando-os a acrescentar sua devoção a Santa Maria no seio das famílias e comunidades cristãs.
A mensagem, assinado pelo Secretário de estado, Cardeal Tarcisio Bertone, foi dirigido ao Presidente da Conferência Episcopal Uruguaia (CEU), Dom Carlos María Collazzi Irazábal.
No texto, o Papa saúda a Igreja no Uruguai reunida para celebrar "o 50º aniversário da Coroação canônica de Nossa Senhora dos Trinta e Três Orientais", e " exorta a acrescentar a devoção à Mãe de Deus, tão intensamente vivida no seio das famílias e comunidades cristãs dessa bendita terra, que se goza no Bicentenário do processo de emancipação oriental, para que, seguindo fielmente o exemplo da Rainha do Céu, acolham com docilidade o Evangelho e se dediquem assiduamente à prece".
"Deste modo, encontrarão forças para ser autênticos discípulos e missionários de Jesus Cristo, permanecendo profundamente arraigados na fé, firmes no amor à Igreja e sempre dispostos a colaborar com todos na construção de uma sociedade cada vez mais justa, fraterna e solidária".
"Com estes nobres sentimentos, e ao tempo que invoca sobre os queridísimos filhos e filhas desta nação o amparo da María, Estrela da Esperança, o Santo Padre lhes reparte com afeto uma especial bênção apostólica, objeto de copiosos favores divinos", finaliza o texto.
Busca da verdade
Por outra parte, durante a Missa pelo 50° aniversário da Coroação canônica da Virgem dos 33, Dom Collazzi se referiu à Carta Pastoral dos bispos titulada "Nossa Pátria: gratidão e esperança", elaborada para contribuir ao diálogo nacional e "o melhoramento de nosso povo".
Diante dos milhares de peregrinos, o Presidente da CEU disse que na carta se destaca "a consideração da dignidade de cada pessoa humana". "A ela se une a busca sincera da verdade, que vai além do útil e o conveniente, assim como a valoração da virtude da honestidade, da retidão de consciência e da ação", indicou.
A Missa foi presidida pelo Bispo da Florida, Dom Martín Pérez Scremini; e concelebrada pelo Núncio Apostólico no Uruguai, Dom Anselmo Guido Pecorari; junto a outros bispos do país.
Fonte: ACI Digital

É PRECISO PERTENCER MAIS A CRISTO, SALIENTA BENTO XVI

O Papa Bento XVI celebrou nesta sexta-feira as Vésperas com os estudantes da Universidade Pontifícia de Roma, na Basílica Vaticana
“É importante para todos, de fato, aprender sempre mais a 'permanecer' com o Senhor, cotidianamente, no encontro pessoal com Ele para deixar-se fascinar por seu amor e ser anunciadores do Seu Evangelho”, destacou o Papa Bento XVI, na noite desta sexta-feira, 4, ao celebrar as Vésperas com os estudantes da Universidade Pontifícia de Roma, pelo início do Ano Acadêmico.
Durante sua homilia, na Basília Vaticana, o Santo Padre salientou que é importante buscar seguir na vida com generosidade, não com um próprio projeto, mas aquele que Deus tem para cada um, conformando a própria vontade àquela de Deus. Ele reforçou ainda a necessidade de um bom preparo por meio de sérios estudos para servir o Povo de Deus.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia do Papa aos estudantes da Universidade de Roma
Ao falar sobre a vocação sacerdotal, o Papa recordou que desde os primórdios da Igreja, foi evidenciado a importância dos sacerdotes como guias das comunidades, anunciadores da Palavra de Deus por meio da pregação e celebrantes do Sacrifício de Cristo, a Eucaristia.
“Pastorar o rebanho de Cristo é um vocação e um dever comum e os torna particularmente ligados entre eles, porque estão unidos a Cristo com um vínculo especial”, destacou o Papa.
O modelo a ser seguido pelos sacerdotes é o próprio Cristo, o Bom Pastor. São Tomás de Aquino disse que “embora os líderes da Igreja sejam todos pastores, todavia, disse Ele de ser, de modo singular: 'Eu sou o Bom Pastor', para introduzir com delicadeza a virtude da caridade”. Assim, para São Tomás de Aquino não se pode ser de fato bom pastor se não tornamos uma coisa só com Cristo e seus membros mediante a caridade, pois a a caridade é o primeiro dever do bom pastor.

Vocação ao Sacerdócio

“A vocação apostólica vive graças ao relacionamento pessoal com Cristo, alimentada pela oração assídua e animada pela paixão em comunicar a mensagem recebida e a mesma esperança de fé dos Apóstolos”, salientou o Pontífice aos estudantes romanos.
Segundo o Papa, existem algumas condições para que haja uma harmonia crescente com Cristo na vida do sacerdote, entres estas, ele destacou três: a aspiração para colaborar com Jesus pela difusão do Reino de Deus, a gratuidade do empenho pastoral e a atitude do serviço.
“Antes de tudo, no chamado ao ministério sacerdotal existe o encontro com Jesus, que nos fascina, conquista por Suas palavras, por Seus gestos, por Sua pessoa. É distinguir, em meio a tantas vozes, a Sua voz, respondendo como Pedro “Tu tens as palavras de vida eterna e nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus” (Gv 6,68-69)”, destacou Bento XVI.
Para o Santo Padre, a vocação dos sacerdotes tem sua raiz nesta ação que Deus Pai realizada em Cristo, por meio do Espírito Santo. O ministro do Evangelho, então, é aquele que se deixa agarrar por Cristo, que sabe permanecer com Ele, que entra em sintonia, em íntima amizade, com Ele, a fim que tudo se cumpra segundo a Sua vontade de amor, com grande liberdade interior e com profunda alegria de coração.
“Em segundo lugar, são chamados a ser administradores dos Mistério de Deus 'não para o interesse vergonhoso, mas com um espírito generoso', disse São Pedro. Não é preciso esquecer jamais que se entra no sacerdócio por meio do Sacramento, a Ordenação, e isso significa, justamente, que se abre à ação de Deus escolhendo cotidianamente dar a si mesmo para Ele e para os irmãos, segundo o dito evangélico: 'Recebestes de graça, de graça daí!'(Mt 10,8), reforçou o Papa.
Bento XVI ressalta ainda que o chamado do Senhor ao ministério não é fruto de méritos particulares, mas é um dom a se acolher e ao qual se deve corresponder dedicando-se de modo generoso e desinteressado, segunda a vontade de Deus.
“Jamais devemos esquecer – como sacerdotes – que a única ascensão legítima em direção ao ministério pastoral não é aquela do sucesso, mas da Cruz”, reforçou.
Os sacerdotes são, de fato, como salientou o Pontífice, modelos para suas respectivas comunidades. Eles são também administradores dos meios da salvação, dos sacramentos, especialmente da Eucaristia e da Penitência, mas não são por vontade própria, mas para serem humildes servidores para o bem do Povo de Deus.
“É uma vida, então, profundamente marcada por este serviço: cuidado atento ao rebanho, celebração fiel da liturgia e pronto serviço a todos os irmãos, especialmente aos mais pobres e necessitados. No viver esta 'caridade pastoral' sobre o modelo de Cristo e com Cristo, em qualquer lugar que o Senhor chama, cada sacerdote a realiza plenamente si mesmo e a própria vocação”, salientou o Santo Padre.
Fonte: CN Noticias  

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