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Revista sobre maconha chega ao Ceará ensinando como cultivar a erva em casa.


Jornal O Povo
A revista “Sem Semente”, publicação de ativistas em defesa da legalização da erva, chega a Fortaleza nesta quinta-feira, 14, com informações sobre estudos e mudanças na legislação quanto a erva no Brasil e no exterior e com dicas para o cultivo próprio.
De acordo o responsável pela distribuição na Capital, José Pinheiro Júnior, 22, a revista é uma iniciativa de um grupo de ativistas de todo o Brasil que luta, há oito anos, pela legalização da maconha.
A Sem Semente é a primeira revista brasileira sobre a cultura canábica e será vendida a R$ 11,90.
Além de ser distribuidor, Júnior é ativista da causa e ajudou na organização da Marcha da Maconha em Fortaleza. Ele planeja aumentar a distribuição dos exemplares no Interior. “Vamos divulgar no Interior quando estiver com mais estabilidade”, informou.
Apologia
O ativista acredita que as dicas de cultivo da maconha não fazem apologia ao uso de drogas, em virtude de que para cultivar a erva em casa é preciso da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “As revistas de armas ensinam a manuseá-las, mas as pessoas só podem ter uma arma em casa com autorização do Ministério da Justiça”, compara o jovem. “O nosso objetivo é estimular aos usuários que eles parem de comprar pelo tráfico porque eles vão enfraquecer o crime organizado”, completa.

RICHARD DAWKINS LANÇA LIVRO QUE ENSINA CRIANÇAS A SEREM ATÉIAS.

Notícias G via Brain Pickings
O biólogo evolucionista Richard Dawkins é um ateu militante. Autor de vários livros de sucesso, incluindo o best-seller Deus: um Delírio, agora se aventura na literatura infantil.
No início deste mês ele lançou The Magic of Reality: How We Know What is true [A mágica da realidade: Como sabemos o que é verdade]. A editora diz que se trará de “uma cartilha científica para o mundo, mostrando sua magia e sua origem, um antídoto para a mitologia de querer ensinar o criacionismo para jovens leitores e substituir a ciência pelo mito”.
O livro conta com belas ilustrações, feitas pelo artista gráfico Dave McKean. Escrito em uma linguagem acessível, procura esclarecer temas e fenômenos naturais baseados apenas na ciência. Seria quase como dizer “o que não pode ser provado cientificamente não existe”. Isso, claro, resulta em dizer que todas as religiões são falsas, pois Deus não pode ser provado cientificamente.
O autor tenta abordar cientificamente coisas que atraem a curiosidade das crianças em idade escolar, como “o que são os terremotos?” Mas ao longo de todas as páginas aborda que a realidade não nos dá espaço para “o mito e o folclore”. Cada capítulo começa falando de uma história conhecida de alguma das religiões do mundo.
A partir disso, Dawkins procura analisar os processos e os fenômenos científicos que estas histórias tentam explicar. O livro vem acompanhado de um aplicativo para iPad, tornando a experiência de lê-lo mais atrativa para essa geração.
O ateu Dawkins explora o conflito entre o conforto e a verdade. Por exemplo, ele explica por que a teoria da evolução é mais fascinante e mais poética que qualquer conto de fadas ou teoria religiosa. Em um determinado trecho, escreve:
“Quando você pensa que aqui estamos nós, neste planeta, um fragmento de poeira girando em torno do sol. Ao longo de quatro bilhões de anos, foi mudando gradualmente, e as bactérias tornaram-se seres que somos hoje. Essa é uma história fascinante”.
Ele lembra a citação famosa de Picasso: “Toda criança é um cientista natural. O problema é como permanecer sendo um cientista depois que ela cresce”.
Todos os pais irão concordar que as crianças precisam da imaginação e do faz de conta que há séculos estão presentes nos livros infantis, nas fábulas e nos contos de fada. Parece um tanto cruel pensar que desde a tenra idade esse “cientista” mirim aprenderá a ver o mundo apenas pelas lentes da ciência.
Por enquanto não há previsão de lançamento desse material no Brasil, mas chama atenção o ineditismo e a ousadia da proposta. Tentar incutir nas crianças que tudo é explicado pela ciência e não deixar espaço para os mistérios da vida e a busca pelo sentido é uma forma sutil, mas terrivelmente eficaz de minar a ideia de um Deus Todo-Poderoso.
Brain Pickings

RELATIVISMO MORAL FAVORECE A DIFUSÃO DO SATANISMO ENTRE JOVENS, AFIRMA PERITO.

fonte:  ACI
O perito em satanismo, Carlo Climati, denunciou que “a cada dia aumenta o número de jovens que se declaram seduzidos pelo diabo e a magia negra” com a ilusão de viver uma vida sem regras seguindo um “anjo rebelde”.
Em uma entrevista concedida no dia 5 de abril ao grupo ACI em Roma, Climati explicou que o satanismo “destrói aqueles valores universais que estão escritos no coração de cada ser humano”; cria confusão e “uma espécie de sociedade ao revés, onde o bem vira o mal e o mal vira o bem”.
Ele considerou que os jovens confundem o diabo com um “anjo rebelde”, e se deixam capturar “pela ilusão de uma vida aparentemente livre, sem regras”, por uma liberdade enganosa que os leva “a um estado de dependência e de escravidão”.
A moda satânica e do esoterismo se estende por todo mundo, “infelizmente, a sociedade moderna está com freqüência dominada pelo relativismo moral e isto favorece a difusão do satanismo”.
Climati explicou que freqüentemente, os jovens são “vítimas de uma solidão terrível, da incomunicação e de situações familiares difíceis”, e encontram no esoterismo uma “solução fácil e imediata para os seus problemas”, e o confundem com um jogo. “Nos últimos anos os jovens sofreram uma espécie de lavagem de cérebro que os empurra a não ter medo do mundo do ocultismo”, indicou.
O autor explicou à ACI Prensa que certa “música rock pode ser considerada ‘diabólica’ ou anti educativa”, e pode resultar “uma ponte entre o adolescente e o culto ao diabo”.
O “rock satânico”, disse, “reconhece-se facilmente pelos textos violentos e anti-cristãos”, e “pelas capas dos CDs que oferecem imagens sanguinárias e blasfemas”, disse o perito.
Do mesmo modo, considerou que a Internet e o meios de comunicação são freqüentemente perigosos para os “jovens psicologicamente frágeis”, que se divertem praticando “ritos que inventam depois de ter navegado na Internet ou depois da leitura de qualquer livro esotérico”, “infelizmente, às vezes, pode-se chegar a cometer atos de violência ou assassinato”.
Climati é responsável pelo escritório de imprensa do Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, e recentemente participou do curso  ”Exorcismo e oração de libertação”, celebrado em Roma com o patrocínio da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e da Congregação para o Clero.
No curso se deu a jovens sacerdotes ferramentas para que apóiem as famílias e diferenciar entre um modo rigorosamente científico o exorcismo como tema espiritual e teológico do fenômeno do satanismo, vinculado a aspectos mais sociais.
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