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Irmã Dulce está entre os finalistas do programa "O Maior Brasileiro de Todos os Tempos"


A Beata Dulce dos Pobres pode ser elegida a maior brasileira de todos os tempos por seu trabalho com os mais pobres e doentes.
Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, mais conhecida como Irmã Dulce, está entre os doze classificados para a final do programa "O Maior Brasileiro de Todos os Tempos", promovido pelo STB (Sistema Brasileiro de Televisão). "Freira, venerável, beata, bem-aventurada. Anjo bom da Bahia. A doce Irmã Dulce. Para atender os doentes, ela não tinha medo de pedir ajuda a empresários e políticos poderosos, que se curvavam à obstinação da pequena freira. As "Obras Sociais Irmã Dulce" formam um dos maiores complexos de saúde do país, de portas sempre abertas para os mais necessitados. Ela já recebeu o título de Serva de Deus, o primeiro passo para a canonização".
Nesta etapa do programa, Irmã Dulce concorre com Chico Xavier. Para votar neste exemplo de vida e elegê-la a maior brasileira de todos os tempos, basta acessar o site http://www.sbt.com.br/omaiorbrasileiro e votar. Ou se preferir, envie um SMS com a letra D para o número 49701.

A vida da Beata Dulce dos Pobres
Irmã Dulce morreu em 13 de março de 1992, pouco tempo antes de completar 78 anos. A fragilidade com que viveu os últimos 30 anos da sua vida, com a saúde abalada seriamente - tinha 70% da capacidade respiratória comprometida - não impediu que ela construísse e mantivesse uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país, batendo de porta em porta pelas ruas de Salvador, nos mercados, feiras livres ou nos gabinetes de governadores, prefeitos, secretários, presidentes da República, sempre com a determinação de quem fez da própria vida um instrumento vivo da fé.

Uma correção de natureza histórica sobre a 1ª Missa celebrada no Brasil em 1500. 512 anos: Uma Errata sobre a 1ª Missa no Brasil


Quase todos nós ao ouvirmos falar da primeira Missa celebrada em território brasileiro imediatamente trazemos à nossa mente a imagem imortalizada pela tela de Victor Meirelles de 1860 e atualmente exposta no Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro. A pintura, de estilo romântico, representa os indígenas e portugueses assistindo a uma Missa celebrada pelo Frei Henrique de Coimbra, acolitado por um outro frade, diante de uma grande cruz de madeira armada junto do altar da celebração. Por ocasião dos 512 anos da celebração da primeira missa no Brasil, essa imagem está sendo compartilhada nas redes sociais para relembrar o evento. Contudo, a tela de Meirelles retrata na verdade, a segunda Missa no Brasil, celebrada dia 1º de maio.
No dia 26 de abril de 1500, os portugueses celebraram a primeira missa no Brasil, mas na ilha da Coroa Vermelha, uma ilhota que já não existe mais. Era Domingo da Oitava de Páscoa, e a Missa foi celebrada de forma cantada, sobre um altar montada debaixo de um dossel, assistida por cerca de 1000 homens da esquadra de Pedro Álvarez Cabral. Na praia do continente, cerca de 200 indígenas acompanhavam de longe a cerimônia.
Ao domingo de Pascoela pela manhã, determinou o Capitão ir ouvir missa e sermão naquele ilhéu. E mandou a todos os capitães que se arranjassem nos batéis e fossem com ele. E assim foi feito. Mandou armar um pavilhão naquele ilhéu, e dentro levantar um altar mui bem arranjado. E ali com todos nós outros fez dizer missa, a qual disse o padre frei Henrique, em voz entoada, e oficiada com aquela mesma voz pelos outros padres e sacerdotes que todos assistiram, a qual missa, segundo meu parecer, foi ouvida por todos com muito prazer e devoção.
Ali estava com o Capitão a bandeira de Cristo, com que saíra de Belém, a qual esteve sempre bem alta, da parte do Evangelho.

IGREJA TORNARÁ MAIS RÍGIDA ANÁLISE DE SUPOSTAS APARIÇÕES SOBRENATURAIS.

Católicos que afirmarem ter testemunhado “aparições” da Virgem Maria terão que se submeter a um voto de silêncio sobre o fenômeno até que ele seja devidamente investigado pelo Vaticano, segundo um conjunto de novas diretrizes a serem encaminhadas a bispos e dioceses do mundo inteiro.
As supostas aparições passarão a ser examinadas por comitês de dioceses, formados por exorcistas, teólogos e psiquiatras.
A decisão foi divulgada pelo jornal católico online Petrus, dedicado ao pontificado do papa Bento 16.
O diário antecipou alguns detalhes da ordenança papal que atualiza regras determinadas em 1978. Serão investigadas alegações de aparições da Virgem Maria, de santos, de Jesus Cristo e “fenômenos” como estátuas que derramam lágrimas de sangue e o surgimento de chagas no corpo.
A Santa Sé está preocupada com a divulgação de mensagens inconsistentes que poderiam causar desorientação nos fiéis.

Investigação
Pelas novas diretrizes, cada diocese deverá compor o seu próprio grupo de especialistas, e o bispo tem autonomia para interromper ou dar prosseguimento ao caso.
Eles deverão receber as informações sobre a suposta aparição e investigar a vida de quem alega ter entrado em contato com a Virgem Maria.
Para isso, os membros dos comitês, em casos específicos, podem até mesmo solicitar análises de computadores pessoais para rastrear possíveis pesquisas em internet.
O autor da denúncia da hipotética aparição também deverá se submeter a visitas de psiquiatras e psicólogos ateus e católicos. O objetivo é atestar a saúde mental e descartar a ocorrência de delírios ou doenças de caráter histérico.
O Vaticano desconfia ainda que muitos dos “fenômenos” suspeitos “sejam obra de demônios” e, durante o processo de apuração, em última instância, o fiel deverá enfrentar o interrogatório de um ou mais exorcistas.
A Igreja quer também ser a única a poder anunciar o que considera como verdadeiros “milagres”.
O voto do silêncio é a condição principal para que uma aparição seja levada a sério. O descumprimento desta deliberação vai esvaziar o provável interesse das autoridades eclesiásticas em estudar o caso.

Aparições
A comprovação de uma aparição pelo Vaticano pode levar tempo.
A última confirmada foi a visão de Nossa Senhora de Laus, na França, que recebeu a bênção da Igreja em maio de 2008, três séculos depois de ter ocorrido.
Segundo estudo do teólogo René Laurentin, ao longo da história da Igreja Católica, a Virgem Maria teria aparecido 2.450 vezes.
Dos 300 processos de investigação abertos no século 20, apenas 12 foram oficialmente reconhecidos como legítimos pelo Vaticano.
Fonte:  www.comshalom.org/blog/carmadelio

VATICANO PROMOVE CONCURSO INTERNACIONAL DE MÚSICA SACRA


Alguns dos finalistas do concurso em 2010
A Academia Musical Europeia, em parceria com o Pontifício Conselho da Cultura e outras entidades, promove o Concurso Internacional “Música Sacra”, o único no mundo dedicado a jovens cantores solistas de música sacra.
O concurso começa em Roma, na Itália, no dia 15 de novembro e dirige-se a cantores de todas as nacionalidades e religiões. As inscrições terminam no dia 5 de novembro. Para participar, os interessados devem preencher um cadastro e, em seguida, seguir algumas orientações divulgadas no site oficial do concurso:  www.concorsomusicasacra.com
A final está marcada para o dia 19, do mesmo mês, na capital italiana, com um concerto na Basílica dos Doze Santos Apóstolos. O evento será transmitido para todo o mundo pela rede de televisão Telepace.
“A união de diferentes nações e povos numa manifestação multiétnica, inter-religiosa e multicultural permitiu desenvolver laços culturais internacionais, tornando-se um instrumento ativo de edificação de uma cultura dedicada à colaboração fraterna de mundos diversos, para favorecer a compreensão recíproca”, diz a circular divulgada pela Academia Musical Europeia.
O júri do concurso é composto por personalidades de vários países europeus ligadas à Igreja Católica e às artes.
A nota explica que o concurso pode ser uma ocasião para os participantes “mudarem de vida”, num mundo em que é “difícil obter o justo reconhecimento pelo seu empenho e capacidade”.
O valor total dos prêmios é de 10 mil euros, em forma de bolsas de estudo de 500 a 4300 euros. Além disso, os melhores concorrentes serão incorporados no conjunto “Celeste Armonia”.
Na edição 2010, inscreveram-se 1100 artistas dos cinco Continentes, e 130 chegaram à final.
Fonte: CN Noticias

PROCESSO DE BEATIFICAÇÃO DE FREIRA MINEIRA COMEÇARÁ EM OUTUBRO


Madre Tereza Margarida fundou o Carmelo São José em 16 de julho de 1962
A cidade de Três Pontas, em Minas Gerais, recebeu com grande alegria a notícia de que a Congregação para as Causas dos Santos aceitou o pedido para o início do processo de beatificação de Madre Tereza Margarida do Coração de Maria.
“Por enquanto só recebemos a licença. O processo de beatificação mesmo será iniciado provavelmente em outubro deste ano”, esclarece Irmã Vânia, atual responsável pelo Carmelo São José, fundado por Madre Tereza em 16 de julho de 1962.
A menina, batizada com o nome de Maria Luiza Rezende Marques, nasceu numa véspera do Natal e, por isso, seu pai dizia que ela havia nascido para dar glória a Deus.
Maria Luiza gostava de cantar, tocar piano, escrever e estudar história. “Ela dizia que se não fosse Carmelita seria historiadora”, conta Irmã Vânia.
Aos 21 anos, Maria Luiza decidiu seguir a vida religiosa entrando para a Ordem das Carmelitas e morou em Três Pontas, na região sul do Estado, durante 43 anos de sua vida.
Madre Tereza faleceu em 14 de novembro de 2005 e para as 19 Irmãs que vivem enclausuradas no Carmelo fundado por ela, a freira mineira deixa um exemplo de amor à vida carmelitana, à oração e à caridade.
“Nossa mãe compreendeu e praticou o mandamento de amor com perfeição”, destaca Irmã Vânia.
Amável, alegre e humilde, Madre Tereza estava sempre atenta às necessidades de suas co-Irmãs do Carmelo, bem como aos pedidos de oração que a ela chegavam, fazendo dela uma pessoa muito estimada pelos fiéis da pequena cidade mineira de Três Pontas. 
Fonte: CN Noticias

BISPO MEXICANO AFIRMA QUE O VATICANO LHE PEDIU EXPLICAÇÕES SOBRE SEU APOIO A UM GRUPO GAY

O Bispo de Saltillo (México), Dom Raúl Vera López, declarou a um jornal mexicano que recebeu do Vaticano "uma série de perguntas" sobre seu apoio ao grupo gay São Elredo, uma associação que manifestou posições contrárias à doutrina católica.
Dom Vera declarou ao jornal Zócalo de Saltillo que "há um chamado do Vaticano e eu estou para esclarecer coisas… eu tenho que responder à Cidade do Vaticano uma série de perguntas que me fazem a respeito a meu trabalho com os homossexuais".
O Bispo argüiu que os questionamentos do Vaticano surgem "porque uma agência católica que tem sua sede no Peru, a ACI Prensa, tem feito calúnias sobre mim, que o que eu promovo são as relações homossexuais".
Dom Vera acusou à agência em espanhol do grupo ACI, a ACI Prensa, de distorcer seu trabalho. "Imputam-me estar contra o magistério da Igreja e lamentavelmente se movem por preconceitos e uma fobia contra a comunidade homossexual", acrescentou.
O bispo insistiu em que o pedido de explicações que recebeu da Santa Sede "é devido a esta agência de informação católica que começou a dizer barbaridades".
O Bispo disse ao jornal que "na Diocese de Saltillo temos objetivos bem claros, nós trabalhamos com eles (a comunidade gay), para ajudá-los a recuperar sua dignidade humana muito vulnerada desde sua casa, na sociedade e os trata como malcheirosos".
"Não estou contra o magistério da Igreja, nem estou promovendo a desonestidade, iria contra meus princípios promover a depravação ou a degeneração das pessoas", indicou.
Ante os questionamentos do Vaticano, o coordenador do grupo gay São Elredo, Noé Ruiz, declarou ao Zócalo de Saltillo que estariam dispostos a ir embora da diocese para não entorpecer o trabalho do Prelado.
"Se amanhã chegam e dizem a Dom Raúl Vera que ‘seu trabalho em Saltillo está perigando por uma comunidade tão pequena, de uma rede de quase 600 pessoas’, não vale a pena arriscá-lo", afirmou.
A agência ACI Prensa e Saltillo
Em março de 2011, a ACI Prensa informou sobre o apoio da Diocese de Saltillo ao 4º Foro de Diversidade Sexual, Familiar e Religioso, uma iniciativa do grupo São Elredo que promovia, entre outras condutas contrárias à Igreja Católica, o ativismo gay, a sexualidade ativa de casais homossexuais e a adoção de crianças por parte destas. Dom Vera presidiu a cerimônia de inauguração do polêmico evento.
Em uma entrevista telefônica com a ACI Prensa, o Padre Robert Coogan, assessor espiritual do grupo São Elredo, manifestou o apoio de Dom Vera ao trabalho desta associação e questionou os ensinamentos da Igreja Católica sobre a homossexualidade.
"A única resposta que oferece o Catecismo (aos homossexuais) é dizer que eles vivam o celibato" mas isto "não é adequado", disse o Pe. Coogan.
A ACI Prensa também recolheu a preocupação de diversos grupos pró-família de Saltillo pelas atividades do grupo São Elredo contrárias à doutrina da Igreja.
Fonte: ACI Digital

IGREJAS NA COLÔMBIA PEDEM QUE AS UNIÕES GAY NÃO SEJAM EQUIPARADAS AO MATRIMÔNIO


A Igreja Católica na Colômbia e numerosas denominações cristãs solicitaram à Corte Constitucional que não equipare as uniões de pessoas do mesmo sexo ao matrimônio nem lhes outorgue a potestade de adotar menores, pois isso "afetaria as famílias colombianas e os valores éticos da pátria".
A Corte Constitucional da Colômbia, que em maio de 2006 emitiu uma sentença a favor da despenalização do aborto em três casos, deverá pronunciar-se esta terça-feira 26 de julho a favor ou contra a equivalência das uniões homossexuais ao matrimônio.
Em um comunicado de imprensa com data de 22 de julho, que leva por título "Homem e mulher os criou", os líderes cristãos precisam primeiramente que "não cessaremos de respeitar e acolher como pessoas, filhos e filhas de Deus que são, os que sofrem tendências homossexuais e condenar com veemência todo eventual ato de maltrato social ou de violência contra eles".
O texto assinala que "não se pode constituir um verdadeiro matrimônio ou uma verdadeira família sobre o vínculo de dois homens ou duas mulheres e muito menos se pode atribuir a essa união o direito de adotar menores de idade".
Por estas e uma série de razões antropológicas e psicológicas, os colombianos convidaram respeitosamente "aos magistrados da Corte Constitucional a decidir sobre esta importante matéria tendo presentes as profundas implicações sociais de sua sentença, o bem das famílias colombianas e os valores éticos da Pátria".
Depois de reiterar seu compromisso com a família constituída no matrimônio entre homem e mulher, os assinantes do comunicado alentaram o povo colombiano a ser fiel "aos ensinos do Evangelho de Cristo e ao autêntico espírito do artigo 42 de nossa Carta Magna, que declara a instituição matrimonial como união entre um homem e uma mulher".
Sobre este tema, o Secretário Geral da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC), Dom Juan Vicente Córdoba, disse que o "matrimônio entre homem e mulher é ditado por Deus" e acrescentou que "os homossexuais nós os respeitamos e queremos como filhos de Deus, façam o que queiram, mas que não mudem as leis dos bons costumes do nosso país"
O comunicado está assinado por Dom Rubén Salazar Gómez, Arcebispo de Bogotá e Presidente da CEC, Dom Juan Vicente Córdoba, Juan Alberto Cardona, bispo da Igreja colombiana metodista, Athenagoras, arcebispo Igreja Ortodoxa Grega, o pastor Edgar Castaño, Presidente do Conselho Evangélico da Colômbia CEDECOL, e 300 outros pastores de diversas confissões cristãs.
Fonte: ACI Digital
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