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Vestígios arqueológicos cristãos podem desaparecer no Iraque.



Enquanto os Iraquianos se preocupam em reconstruir o país, antigos sítios arqueológicos com vestígios de uma tribo cristã podem desaparecer segundo informa alguns especialistas locais.
Os três sítios estão localizados próximo da cidade xiita de Najaf, a 150 km do sul de Bagdá. No passado ali era a cidade de Hira, capital da tribo pré-islâmica de lamides, árabes beduínos cristãos.
A área em ruínas tem muita importância histórica de acordo com o chefe das escavações, Shakir Abdulzahra Jabari, que esteve à frente das pesquisas entre 2007 e 2010. Ele e sua equipe encontraram vestígios de igrejas, mosteiros e palácios.
“Atualmente, há um ano as antiguidades estão descuidadas e não recebem atenção alguma, apesar de muitos países ocidentais estarem interessados na história de Hira, enquanto principal porta de entrada do cristianismo no Iraque”, destacou Jabari.
O professor da Universidade de Kufa, Yahya Al Kadim Sultani, explica que os cristãos representavam um terço da população de Hira. “Os cristãos viveram um longo período na região de Hira, onde representavam a terça parte da população da cidade: a tribo Al-Abad era a mais conhecida de suas comunidades”.

Nobel de Medicina deste ano CONFIRMOU posição CORRETA defendida pela Igreja no STF.



Ives Gandra Martins
Prezados Amigos:
Há 4 ou 5 anos, sustentei perante o STF que a destruição de seres humanos em sua forma embrionária por mera curiosidade científica, além de ferir a inviolabilidade do direito à vida, representava, nos 10 anos que antecederam a sustentação, favorecimento às pesquisas cercadas de um fantástico insucesso, com geração de rejeição e câncer nos pacientes, além de fraudes, como ocorrera na Coréia.
Na ocasião, mostrei aos magistrados daquela Casa que as experiências de Yamanaka, com reprogramação de células adultas, levava aos mesmos efeitos “pluripotentes” que alardeavam os defensores das experiências com células embrionárias.
Passados 4 ou 5 anos, o fracasso continua sendo o corolário das experiências com seres humanos embrionários. Por outro lado, Yamanaka acaba de receber o Prêmio

Rezar reduz risco da doença de Alzheimer, afirmam cientistas.



Um grupo de cientistas dos Estados Unidos e de Israel concluíram que rezar regularmente pode reduzir, no caso das mulheres, até em 50 por cento o risco de sofrer a doença de Alzheimer.
Os resultados, expostos em junho na Universidade de Tel Aviv (Israel), apontaram que a oração influi de forma notavelmente positiva no cérebro.
Segundo o professor Rivka Inzelberg, que encabeçou o estudo, “a oração é um costume no qual se utiliza o pensamento, e a atividade intelectual ocasionada poderia constituir uma medida de prevenção contra a doença”.
“Qualquer trabalho intelectual influi positivamente ao trabalho do cérebro”, assinalou o cientista.
A investigação experimentou dificuldades ao determinar a relação entre a oração e o Alzheimer entre homens, já que 90 por cento dos homens asseguraram rezar diariamente, o que impossibilitou ter uma amostra adequada.
Entretanto, “entre as mulheres, só 60 por cento rezava cinco vezes ao dia, e 40 por cento não rezava regularmente, assim pudemos comparar a informação”, indicou Inzelberg.
Fonte: Blog do Carmadélio


Quais os argumentos filosóficos clássicos em favor da existência de Deus?


Fonte: Dom Estêvão Bettencourt (OSB)
Os argumentos clássicos em favor da existência de Deus, já parcialmente esboçados pelo filósofo grego Aristóteles (+322 a. C.), podem-se resumir nas três seguintes vias
1. A contingência do movimento
a) Há no mundo movimento e mudanças contingentes, transitórios.
O que é uma proposição evidente, ditada pela experiência cotidiana.
b) Ora todo ser que se mova contingentemente, é movido por outro.
Com efeito, “entrar em movimento” ou “mudar” significa “receber uma perfeição ou determinação não possuída”. Doutro lado, “mover” implica “dar tal perfeição”. É, porém, impossível que o mesmo ser receba e dê ao mesmo tempo a mesma perfeição, pois, para receber, é preciso não ter; para dar, requer-se que tenha. Dada a impossibilidade de ter e não ter ao mesmo tempo o mesmo objeto, conclui-se que todo ser que entra em movimento ou se move contingentemente (após um estado de inércia), recebe de outro (causa eficiente ou motriz) o princípio de seu movimento. Se ele fosse o próprio princípio adequado de seu movimento, estaria sempre em movimento e mover-se-ia  necessariamente, não contingentemente, deveria estar agindo antes de começar a agir — o que é absurdo.
c) Na série das causas motrizes, deve haver uma, Suprema e Absoluta, que explique o movimento das demais e por nenhuma outra seja explicada. Uma série infinita de causas motrizes dependentes e contingentes nada explicaria, cada qual seria mera transmissora, nenhuma apresentaria a razão de ser do movimento; tal série se poderia comparar a um canal que se prolongasse muito, mas fosse destituído de fonte; ora, se não há fonte, não há nem intermediários (ou canal) nem há efeito. Um conjunto numeroso (diga-se: infinito) de espelhos a refletir uma imagem não dá conta, por si só, da imagem neles refletida; cada um apresenta uma figura espelhada dependente, a qual supõe a figura que se espelha, absoluta.
Poder-se-ia replicar que o processo do movimento se verifica desde toda a eternidade; por isto, não tem princípio. Neste caso, porém, seria desde toda a eternidade que a série dos moventes dependentes exigiria um Movente Absoluto, independente; o simples fato de haver movimento o pede; o tempo ou a duração é apenas medida do fato, mas não constitui uma fonte de energia.
Existe, portanto, um Princípio de todo movimento, o qual por si mesmo possui a sua atividade, sem depender de outro. E tal Movente Absoluto é chamado Deus.
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