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Vaticano qualifica como inaceitáveis os ataques a mais de 60 Igrejas cristãs no Egito

Uma das muitas Igrejas cristãs no Egito
VATICANO, 19 Ago. 13 / 02:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- Após o enérgico e reiterado chamado à paz e reconciliação realizado ontem pelo Papa Francisco para pôr fim à violência no Egito, o Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, assinalou hoje que "são inaceitáveis" os ataques e a destruição em mais de 60 Igrejas cristãs em todo o país.
Em declarações à Rádio Vaticano, o Cardeal se referiu aos inumeráveis episódios de violência no Egito contra os cristãos, perpetrados pela autodenominada "Irmandade Muçulmana" que quer chegar ao poder e que segundo Associated Press (AP) constitui "uma campanha de intimidação que adverte os cristãos que estão fora de Cairo para que se afastem da política".
AP assinala que desde quarta-feira 40 Igrejas foram incendiadas, enquanto que outras 23 foram atacadas e saqueadas. Entre os muitos ataques registrados, os extremistas muçulmanos queimaram uma escola franciscana e tomaram a três religiosas como "prisioneiras de guerra". Outras duas mulheres do colégio foram acossadas sexualmente e maltratadas enquanto tentavam sair do recinto em meio da horda da "Irmandade Muçulmana".

TUDO PRONTO PARA O 7º ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS


O Pontifício Conselho para a Família, do Vaticano, em conjunto com a arquidiocese de Milão, na Itália, estão promovendo o 7º Encontro Mundial das Famílias, que acontecerá de 30 de maio a 03 de junho, em Milão. O tema deste encontro será “A Família: O trabalho e a festa”.
Todas as informações do Encontro Mundial das Famílias podem ser adquiridas no endereço eletrônico: www.family2012.com, que estão disponíveis em seis línguas, inclusive na língua portuguesa.
Estão previstos na programação do evento congressos, feiras literárias internacionais, debates, mesas redondas, missas e um encontro com o papa Bento XVI.
Em carta ao presidente do Pontifício Conselho para a Família, cardeal Ennio Antonelli, o papa Bento XVI destaca a preparação para o 7º Encontro Mundial das Famílias.

Leia a íntegra da carta do papa.
Venerado Irmão Cardeal Ennio Antonelli, presidente do Pontifício Conselho para a Família.
No encerramento do VI Encontro Mundial das Famílias, realizado na Cidade do México em Janeiro de 2009, anunciei que o próximo Encontro das famílias católicas do mundo inteiro com o Sucessor de Pedro teria lugar em Milão, no ano de 2012, sobre o tema: «A família: o trabalho e a festa». Desejando dar início agora à preparação deste importante acontecimento, é-me grato confirmar que, se Deus quiser, ele será realizado de 30 de Maio a 3 de Junho e, ao mesmo tempo, quero oferecer algumas indicações mais pormenorizadas a propósito da temática e das modalidades de realização.
O trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias: condicionam as suas escolhas, influenciam os relacionamentos entre os cônjuges, e entre os pais e os filhos, incidem sobre a relação da família com a sociedade em geral e com a Igreja. A Sagrada Escritura (cf. Gn cap. 1-2) diz-nos que a família e o trabalho constituem dádivas e bênçãos de Deus para nos ajudar a viver uma existência plenamente humana. A experiência quotidiana garante que o desenvolvimento autêntico da pessoa exige quer as dimensões individual, familiar e comunitária, quer as actividades e as relações funcionais, como também a abertura à esperança e ao Bem sem limites.
Infelizmente, nos nossos dias a organização do trabalho, pensada e levada a cabo em função da concorrência de mercado e do máximo lucro, e a concepção da festa como ocasião de evasão e de consumo, contribuem para desagregar a família e a comunidade, bem como para difundir um estilo de vida individualista. Por conseguinte, é necessário promover uma reflexão e um compromisso destinados a reconciliar as exigências e os tempos de trabalho com aqueles da família, recuperando assim o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, Páscoa semanal, dia do Senhor e do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade.
O próximo Encontro Mundial das Famílias constitui uma ocasião privilegiada para reconsiderar o trabalho e a festa, a perspectiva de uma família unida e aberta à vida, bem inserida na sociedade e na Igreja, atenta à qualidade dos relacionamentos para além da economia do próprio núcleo familiar. Contudo, para que venha a ser autenticamente fecundo, o acontecimento não deveria permanecer isolado, mas inserir-se num adequado percurso de preparação eclesial e cultural. Portanto, formulo votos a fim de que já durante o ano de 2011, XXX aniversário da publicação da Exortação Apostólica Familiaris consortio, «magna charta» da pastoral familiar, possa ser empreendido um itinerário válido com iniciativas nos planos paroquial, diocesano e nacional, destinadas a salientar experiências de trabalho e de festa nos seus aspectos mais genuínos e positivos, com particular atenção à incidência sobre a vida concreta das famílias. Por isso, as famílias cristãs e as comunidades eclesiais do mundo inteiro sintam-se comprometidas e ponham-se com solicitude a caminho de «Milão 2012».
Como os precedentes, o VII Encontro mundial terá uma duração de cinco dias e culminará no final da tarde de sábado, com a «Festa dos Testemunhos» e na manhã de domingo, com a Missa solene. Estas duas celebrações, que serão por mim presididas, ver-nos-ão reunidos como «família de famílias». A realização global deste acontecimento será preparada de maneira a harmonizar inteiramente as várias dimensões: oração comunitária, reflexão teológica e pastoral, momentos de fraternidade e de intercâmbio entre as famílias hóspedes e as famílias do território, ressonância mediática.
O Senhor recompense desde já, com abundantes favores celestiais, a Arquidiocese ambrosiana pela generosa disponibilidade e pelo compromisso organizacional, posto ao serviço da Igreja universal e das famílias pertencentes a numerosas nações.
Enquanto invoco a intercessão da Sagrada Família de Nazaré, dedicada ao trabalho quotidiano e assídua nas celebrações festivas do seu povo, concedo de coração a Vossa Eminência, venerado Irmão, bem como aos Colaboradores, a Bênção Apostólica que, com especial afecto e de bom grado, estendo a todas as famílias comprometidas na preparação do grande Encontro de Milão.
Castel Gandolfo, 23 de Agosto de 2010.

ARQUIDIOCESE MEXICANA PEDE AOS CANDIDATOS QUE SE DISTANCIEM DO CRIME ORGANIZADO


O jornal católico Desde la Fe da arquidiocese da Cidade do México pediu aos políticos mexicanos que “ tomem distancia do crime organizado, dos grupos delinquentes e de interesses negativos” faltando cinco meses para as próximas eleições presidenciais. 
A publicação da Arquidiocese do México informou através de sua nota editorial do dia 15 de janeiro que esta condição é “indispensável” e que o melhor seria denunciar os chantagistas a tempo, antes que sofrer as conseqüências no momento errado; é melhor ser candidatos com autonomia e com qualidade moral que governantes manipulados e prisioneiros.
O semanário Desde la Fe afirma ainda que o momento atual é oportuno para recordar a todos os aspirantes a um posto de eleição popular, que a carreira politica deve estender se, sobre tudo como um caminho para converter se em um servidor público, cujo único objetivo deve ser buscar o bem daqueles que cuidamos e da nação”.
“Sobre esta lógica o mínimo esperado nestes momentos é a civilidade na competição, nossos processos democráticos não devem cair novamente nos jogos sujos, desqualificações e estratégias cavernosas de poder, coerção e desprezo”, acrescenta.
Depois de fazer um chamado ao diálogo respeitoso e uma reflexão aguda de voto, as chamadas semanais pedem aos meios de comunicação que não cubram o tema eleitoral como se fosse “um espetáculo mais adequado para mostrar a celebridade artística do que um exercício cívico que envolve um compromisso social sério”.
Também ressaltam que a honestidade e a corrupção não devem fazer uma vida politica e lembre se “os partidos políticos não devem ser considerados todo o país são apenas instrumentos.
“Nenhum dos candidatos têm um valor absoluto. São muitas as propostas válidas e, aqueles que são eleitos, em ultima análise, devem trabalhar para o país inteiro e não apenas para grupos de defesas específica”, acrescenta.

Até agora existem dois candidatos definidos entre os três partidos com mais opções para ganhar as eleições. No dia 15 de fevereiro terminarão as pré- campanhas e antes de 22 de março todos os candidatos devem se registrar para as eleições do 1º de julho.
Em seguida, a campanha eleitoral propriamente dita terá início no dia 30 de março para ser concluída em 27 de junho.  
Fonte: ACI Digital

A IGREJA CATÓLICA É A MAIOR OBRA CARITATIVA DO MUNDO. VEJA OS NÚMEROS.

Nicélia Pinheiro
Para todos aqueles que acham que a igreja católica não faz obras e pra confirmar a fé e crença daqueles que sabem que faz.
A Igreja Católica mantém na:
ÁSIA
1.076 hospitais
3.400 dispensários
330 leprosários
1.685 asilos
3.900 orfanatos
2.960 jardins de infância
África
964 hospitais
5.000 dispensários
260 leprosários
650 asilos
800 orfanatos
2.000 jardins de infância
América
1.900 hospitais
5.400 dispensários
50 leprosários
3.700 asilos
2.500 orfanatos
4.200 jardins de infância
Oceania
170 hospitais
180 dispensários
1 leprosario
360 asilos
60 orfanatos
90 jardins de infância
Europa
1.230 hospitais
2.450 dispensários
4 Leprosários
7.970 asilos
2.370 jardins de infância
O Conselho Pontifício –Cor Unum – ( organismo da Santa Sé encarregado de promover e organizar as instituições de caridade e assistência da Igreja) publicou num cd , um guia com 1.100 organismos da Igreja comprometidos com a ação social-caritativo, que ajudam, principalmente, em casos de catástrofes ou necessidades, sem distinção de religião.


SACERDOTE DENUNCIA O PERIGOS DA RELIGIÃO UNIVERSAL PROPOSTA PELA ONU

O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo.
Segundo o sacerdote que também é membro da Pontifícia Academia para a Vida, existe uma nova guerra fria – existe um projeto de poder global- evidente em documentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e em pronunciamentos e ações de chefes de Estado em todo o mundo.
“Hoje, se fala do politicamente correto, um pensamento único comum às pessoas de muitas nações. Esse projeto é um conjunto de medidas para implementar um conjunto de regras de como pensar, do que falar e fazer”, advertiu o sacerdote.
Falando concretamente sobre o papel da ONU para influenciar com políticas anti-vida as constituições das nações no mundo inteiro, Mons. Sanahuja explicou em diálogo com a ACI Digital, que “a ONU tem há muito tempo um projeto de poder global”.
“Em grande parte esta onda da cultura da morte vem motorizada pelos desejos dos países do norte de ter grandes reservas de matérias primas e minerais nos territórios países do sul que alimente os opulentos padrões de consumo dos países do norte. (...) Na raiz está isto: o desejo egoísta de domínio , simplesmente, para ter nos países do sul um enorme armazém... que cubra os padrões de consumo dos países do norte.
“Por isso o interesse da ONU de controlar a população mundial, impor a anticoncepção, impor o aborto, impor reformas até mesmo nos códigos éticos das religiões”, afirmou.
Seguindo o diálogo com a nossa agência, Mons. Sanahuja falou que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões.
“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, também de alguns países centrais de mudar as convicções religiosas dos povos, para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.
Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como dizia João Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.
“Portanto isso dá pé a esta nova ordem mundial, para perseguir (se considera necessário) a Igreja e a todos os que tenham convicções imutáveis”, acrescentou.
Em seguida, o sacerdote explicou que a nova religião universal é “este novo código ético que querem impor-nos através da re-interpreação dos direitos humanos” e citou, por exemplo, a ideologia de gênero, como uma das novas manifestações deste código que organismos internacionais querem impor.
Como ícone desta religião universal o sacerdote citou a carta da terra, um documento “nasceu da sociedade civil mundial, envolveu em sua elaboração a mais de cem mil pessoas de 46 países, e já foi assumida em 2003 pela UNESCO ‘como instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável’. Participaram ativamente em sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller, entre outros.
O autor brasileiro e um dos maiores impulsores da teologia marxista da libertação, Leonardo Boff, defendeu a carta da terra em certa ocasião na Assembleia das Nações Unidas afirmando que “a Terra é a Mãe Universal; a Terra mesma está viva (...). Antigamente era a Mãe Fecunda, para isso surgiu a Carta da Terra, que já foi reconhecida pela UNESCO como instrumento educativo. A Carta da Terra apresenta pautas para salvá-la, olhando para com ela com compreensão, e amor".
 "O necessário é a espiritualidade, e não os credos e as doutrinas", afirmou também Boff.
Diante disto o sacerdote denunciou a que a estratégia da ONU e dos organismos que a promovem é que esta “nova religião universal, sem dogmas”; se infiltre nas demais religiões.
Diante deste amplo panorama, Mons. Juan Claudio Sanahuja destacou que é preciso resgatar “a familia humana fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde sua concepção até o seu fim natural e os direitos dos pais à educação dos filhos”.
Fonte: ACI Digital

CRISTÃOS NA ÍNDIA SÃO PERSEGUIDOS POR FALTA DE LIBERDADE RELIGIOSA, DENUNCIA CARDEAL

Com ocasião da visita ad limina de um grupo de bispos da Índia ao Papa Bento XVI, o Arcebispo de Bombay, Cardeal Oswald Gracias, denunciou a perseguição que sofrem os cristãos em seu país e a falta de liberdade religiosa.
Os bispos da Índia se reuniram com o Papa Bento XVI no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo e o informaram sobre a difícil situação que as dioceses católicas do país suportam.
Na Índia, os cristãos representam uma minoria, dois por cento da população é cristã. Os ataques realizados pelos grupos extremistas hindus que começaram fortemente no ano 2008, aumentaram este ano e a cada dia poderia registrar-se um novo caso.
O Arcebispo de Bombay, Cardeal Oswald Gracias, explicou em uma entrevista concedida em Roma à Rádio Vaticano que o Santo Padre "mostrou-se muito interessado pelo diálogo com as demais religiões, com o governo, e com a sociedade civil".
O Cardeal Gracias explicou que a situação dos cristãos na Índia é realmente difícil, "mas isto não significa que nosso trabalho tenha diminuído: nosso trabalho avança entre as pessoas no referente ao campo da educação, e portanto nas escolas, e no campo da assistência médica".
Explicou também que o ataque contra os cristãos se deve à falta de compreensão do Evangelho pois desconhecem que "Cristo nos convida a viver uma vida de amor, de serviço, levando a Boa notícia a todos".
O país vive em uma situação constante de incerteza, "lamentavelmente, alguns políticos querem aproveitar-se deste medo afirmando que a religião hindu está em perigo; o povo acredita e daí nasce a hostilidade aos cristãos e ao Evangelho".
O bispo denunciou que os fundamentalistas hindus "instrumentalizam a religião: aproveitam-se de ganhar votos e de chegar ao poder". Explicou que fazer apostolado na Índia significa fazer aquilo que Cristo nos ensinou: "levar uma vida ao serviço de todos".
Fonte: ACI DIgital
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