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Jornal ligado ao Vaticano diz que o filme “Noé” é ‘oportunidade perdida’.


O Vaticano criticou o filme “Noé” por meio do jornal oficial “Avvenire” dizendo que o longa dirigido por Darren Aronofsky é uma oportunidade perdida.
A crítica é assinada por Mimmo Muolo que definiu a história como uma “forma ecológica e vagamente ‘new age’, transformando o conto bíblico em uma chance desperdiçada”.
Muolo também falou que o personagem principal é um “Noé sem Deus”. No texto o crítico do Vaticano diz também que a produção foi “estranha” e “desconcertante”.
O único ponto positivo seria o visual que foi comparado com os filmes “Gladiador” e as séries “Harry Potter” e “Senhor dos Anéis”.
Em março Aronofsky, o produtor Scott Franklin e o vice-presidente da Paramount, Rob Moore, estiveram em Roma para promover no longa. Na época eles tentaram um encontro com o Papa Francisco para que ele assistisse ao filme, mas o encontro não aconteceu.
O porta-voz da Igreja Católica, Federico Lombardi, foi questionado sobre esse episódio e disse que não teve conhecimento sobre este pedido.
Fonte: Blog do Carmadélio

Tribunal proíbe serviços religiosos em escolas públicas de Nova Iorque



Jordan Lorence. Foto: Alliance Defending Freedom
NOVA IORQUE, 11 Abr. 14 / 04:52 pm (ACI).- Um tribunal federal de apelações decidiu proibir que as escolas públicas de Nova Iorque possam ser usadas para serviços religiosos.
Jordan Lorence, advogado do Alliance Defending Freedom (Aliança em Defesa da Liberdade) rechaçou a decisão e recordou que “a Primeira Emenda da Constituição Americana proibe à cidade de Nova Iorque ter um trato diferente para os serviços religiosos e os excluir das escolas públicas”.
Com a decisão da Corte, as pequenas comunidades de distintas denominações cristãs já não poderão celebrar seus serviços nos locais escolares que –em comparação com outros estabelecimentos- são oferecidos em aluguel com tarifas econômicas.
Do mesmo modo, recordou que estes locais públicos estão “geralmente disponíveis para todas as pessoas e comunidades” que realizem atividades relacionadas com o bem-estar da comunidade e por esta razão, os grupos religiosos não deveriam ser excluídos.
Dois dos três juizes do Segundo Circuito de Cortes de Apelações dos Estados Unidos anularam a decisão de um tribunal menor que permitiu o uso das escolas públicas para serviços religiosos.
O juiz dissidente indicou que dos 50 distritos escolares maiores dos Estados Unidos, Nova Iorque é agora o único que exclui os serviços religiosos dos locais educativos.
Um relatório do The New York Times assinalou que as pequenas igrejas evangélicas dos bairros mais pobres da cidade são as mais afetadas com a decisão.
Donna Lieberman, diretora executiva da União Americana pelas Liberdades Civis de Nova Iorque, saudou a decisão judicial porque –conforme afirma- as congregações religiosas estavam “dominando” as escolas públicas cada domingo.

Capitão Phillipps, o novo filme de Tom Hanks, retrata o heroísmo de um marinheiro católico



WASHINGTON DC, 21 Out. 13 / 04:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- Faz uns dias estreou nos Estados Unidos o filme "Capitão Phillips", um intenso thriller baseado na história real que narra o resgate do capitão de um navio cargueiro sequestrado por piratas em 2009 nas costas da Somália e retrata o heroísmo do comandante Francis Xavier Castellano, que assegura que a fé católica lhe ajudou durante este momento difícil.
Castellano era o comandante do destruidor USS Bainbridge, um navio de guerra norte-americano, durante a exitosa operação que terminou no dia 12 de abril de 2009, na noite do domingo de Páscoa.
A história
O cargueiro Maersk Alabama foi sequestrado em 9 de abril de 2009. O capitão Richard Phillips –interpretado por Tom Hanks- salvou a sua tripulação e seu navio entregando-se como refém aos delinquentes. Os sequestradores armados com metralhadoras AK- 47 abandonaram o navio a bordo de um bote salva-vidas e durante três dias o mantiveram em cativeiro.
O comandante Castellano –interpretado por Yul Vazquez– a bordo do navio Bainbridge perseguiu os piratas, estabeleceu comunicação com eles e tentou acalmá-los. A tensão durou 72 horas.
Castellano, um ex-coroinha que agora serve como guia, leitor e ministro extraordinário da Eucaristia, assegura que a sua fé o ajudou nesse momento difícil.
"Você não precisa ser capitão de um navio de guerra ou presidente de uma empresa ou alguma coisa parecida para ser um herói", expressou Castellano em uma entrevista aos Cavaleiros de Colombo.

Meio milhão de franceses sairão às ruas em defesa do matrimônio



PARIS, 10 Jan. 13 / 11:19 am (ACI/EWTN Noticias).- No próximo dia 13 de janeiro as ruas da França estarão lotadas por 500 mil pessoas em defesa do autêntico matrimônio e que expressarão sua desconformidade com o projeto de lei para legalizar as uniões homossexuais e a adoção por parte destes casais, uma iniciativa promovida pelo presidente Francois Hollande.
Em declarações ao grupo ACI, um dos organizadores da chamada "Marcha para todos", Lionel Lumbroso, assinalou que a marcha representa a grande diversidade da população francesa, porque participarão pessoas de diferentes religiões e crenças políticas "podemos ver que estamos unidos com os valores republicanos".
Pediu-se aos participantes que estejam vestidos com as cores azul, branca ou rosa, como fizeram na marcha de novembro que reuniu em diferentes cidades da França a 250 mil pessoas.
A marcha de 13 de janeiro percorrerá três rotas distintas que se unirão em Champs de Mars terminando debaixo da Torre Eiffel. "Quanto mais sejamos, é mais difícil sermos ignorados pelo governo", disse Lumbroso.
Neste contexto, um total de 50 líderes muçulmanos franceses assinaram uma carta onde fazem um chamado urgente a 5 milhões de habitantes dessa religião do país a unir-se à marcha em Paris. "Protestaremos em 13 de janeiro, unindo-nos a esta campanha pluralista para preservar o matrimônio tradicional", assinalam.

Curso orienta seminaristas sobre uso da Internet.



José Antonio Valera
A imagem projetada é a de um jovem casal que está se olhando. Ambos estão tristes, enquanto ela reclama que lhe falta atenção. Em seguida, ele coloca a mão sobre a dela e vira-a de um lado para o outro, de modo mecânico, para depois fazer “dois cliques” como único carinho… O público ri. Com este pequeno vídeo de motivação – também de constatação – , foi inaugurado hoje o seminário “internet na vida do presbítero”, organizado pelo Instituto de Terapia Cognitivo Interpessoal de Roma e o Pontifício Colégio Internacional “Mater Ecclesiae”.
Serão dois dias para estudar os benefícios e também os riscos do uso da internet na formação dos seminaristas, bem como na forma como se deve lidar com os “novos” pecados dos usuários, que fizeram da “rede” um espaço desordenado para a sua vida afetiva, laboral e moral.
De acordo com a Dra. Michela Pensavalli, psicóloga e psicoterapeuta, bem como professora universitária e coordenadora do Instituto promotor do evento, é muito importante que a pessoa – neste caso o seminarista -, analise e se responda se é ou não “dependente” da Internet . Ou seja, se consegue dominar as emoções e impulsos que os sites e as redes sociais geram, seja quando se está conectado, como também quando se deve passar longos períodos off line.
Para a especialista, o domínio e o equilíbrio é vital, porque em uma sociedade “Tecnolíquida”, segundo a definição recente do psiquiatra italiano, Tonino Cantelmi, os diversos dispositivos podem manter as pessoas em uma conectividade permanente, onde é difícil distinguir os limites ou o tempo passado, em detrimento de outros fins ou obrigações.

Arcebispo diz que Igreja Anglicana está ferida, mas não morta.



Fonte: Yahoo.
Durante seu sermão de Natal o arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, comentou não só a decisão da Igreja Anglicana em não aceitar mulheres como bispos, como também as recentes pesquisas que apontam a queda do cristianismo no Reino Unido.
Este foi o último discurso de Williams que se aposentará nos próximos meses e será substituído por Justin Welby, bispo de Durham, que assume o posto em 21 março de 2013.
Ao comentar a decisão do conselho sobre a unção de mulheres bispos, o arcebispo que era favorável lamentou e disse que a rejeição da reforma foi “muito dolorosa”.
A recente pesquisa realizada no Reino Unido mostrou uma queda sensível entre as pessoas que se declaram cristãs, mas Williams tentou olhar com otimismo dizendo que “três quartos da população continuavam desejando pertencer a alguma religião”.
O sermão de Natal foi transmitido ao vivo através do Twwiter, a conta é administrada por seus colaboradores e é uma proposta para aproximar os fiéis das lideranças da Igreja Anglicana que tem 85 milhões de membros ao redor do mundo.
O substituto de Rowan Williams também está conectado e faz questão de postar as mensagens pessoalmente em seu microblog, atividade que ele pretende continuar realizando mesmo após assumir como líder geral da denominação.

Número de igrejas evangélicas fechadas na Inglaterra bate recorde.



A acentuada queda na freqüência dos cultos tem levado muitas comunidades na Grã-Bretanha a verem os prédios usados como igrejas se tornando disponíveis para outros usos.
Em média, 30 igrejas são fechadas na Inglaterra a cada ano, geralmente como consequência da diminuição do número de fieis. No Reino Unido, a igreja oficial é a Episcopal Anglicana, que tem ligações históricas com os reis daquela nação.
Estima-se que durante os últimos 30 anos do século passado, um período de acentuado declínio do cristianismo na Europa, a taxa de fechamento foi particularmente elevada. Mais de 1.500 templos cristãos ficaram obsoletos. Para muitos ingleses, o culto da véspera de Natal é a única visita à igreja durante o ano.
Encontrar um uso para essas belas e antigas construções tem sido uma dor de cabeça para a Divisão de Igrejas Fechadas do país. Muitas foram simplesmente demolidas porque o custo de manutenção se tornou demasiadamente alto. Algumas foram vendidas e posteriormente demolidas para que surgissem outros prédios em seu lugar. Um número não revelado foram convertidas em mesquitas islâmicas.
Edifícios que antes eram o ponto focal da vida nas aldeias foram simplesmente abandonadas e ostentam uma placa de “vende-se”.
Não por acaso este declínio na adoração coletiva coincidiu com as mudanças profundas no perfil dos moradores das cidades menores.
Barney White-Spunner, um ex-soldado que hoje preside a Aliança Pelo Campo, acredita os templos deveriam ser preservados, mas dando-se a eles um novo sentido.
Ele está fazendo um estudo para viabilizar que os antigos lugares de culto religioso possam se tornar pontos focais da comunidade, tornando-se auditórios, feiras, creches, postos policiais ou algo parecido.
Uma de suas sugestões é que as igrejas que possuem um número reduzido de membros e enfrente dificuldades financeiras, deveriam compartilhar o espaço com fiéis de outras religiões. Muitos pastores já estão caminhando nessa direção, mas têm enfrentado oposição dos membros restantes e por isso estuda-se uma maneira de incentivar essa mudança num país cada vez menos cristão.
Sir Barney acredita que em breve a maioria das antigas igrejas terá uma nova utilidade para suas comunidades.
Traduzido de Telegraph via G Prime
Fonte: Blog do Carmadélio

O rito judaico da Circuncisão.Entenda seu significado religioso.



A circuncisão, no povo de Israel, consistia em um talhe de pele praticado em todo indivíduo masculino oito dias após o seu nascimento. O Senhor Deus houve por bem impô-lo a Abraão (séc. XVIII a. C.) e a seus descendentes como sinal da Aliança travada com este Patriarca (cf. Gên 17,9-14). Tal devia ser a importância desse rito na legislação de Israel que o varão incircunciso havia de ser considerado como prevaricador da Aliança.
Consciente disto, o rei sírio Antioco IV Epifanes em 167-164 a.C., querendo desviar da religião revelada o povo de Israel, lhe proibiu a praxe da circuncisão (1 Mac 1, 51.63s2 Mac 6,10). Os judeus que então frequentavam os teatros e ginásios dos pagãos, eram objeto de escárnio público; para evitá-lo, não poucos apostataram da fé, cancelando, mediante operação adequada, o sinal da circuncisão existente em sua pele (cf. 1 Mac 1,15s).
A respeito do modo de executar a circuncisão, sabe-se que podia ser praticada mediante lâminas de pedra (cf. Ex 4,24-26; Jos 5,3); o seu ministro habitual era o pai da criança ao menos nos inícios da história de Israel (cf. Gn 17,12s; 21,4). No judaísmo posterior, ou seja, nos tempos de Cristo, havia um oficial especialmente designado para cumprir o rito, que obedecia ao seguinte cerimonial:
A circuncisão se dava geralmente em uma sinagoga, na presença do um mínimo de dez testemunhas e geralmente de manhã. Dois assentos eram preparados no recinto sagrado: um para o padrinho do candidato, o outro para o profeta Elias, que os rabinos imaginavam estar presente, baseando-se em uma interpretação sutil do texto de Malaquias 3,1, combinado com 3 Rs 19,10.
Fazia-se o talhe na criança em meio a louvores e preces dirigidas a Deus. A seguir, impunha-se o nome à criança, pois o Senhor deu novo nome à Abraão quando lhe prescreveu a circuncisão (cf. Gên 17,5): de então por diante, o menino passava a fazer parte do povo de Deus e devia ser reconhecido por seu apelativo característico.

Entre os ateus ingleses, 10% são evangélicos e 1% é “católico”.



O Centro de Estudos Cristãos Theos, da Inglaterra, publicou os resultados de um estudo realizado pela empresa ComRes.Foram entrevistadas 3.000 pessoas.
Embora a maioria das pessoas do Reino Unido mostre ter alguma forma de crença religiosa, surpreende o fato de que mesmo os ateus e pessoas que nunca frequentam cultos religiosos também se identificam como cristãos.
Pouco mais de 9% das pessoas que afirmam ser ateus continuam ligados à Igreja oficial da Inglaterra, a Episcopal Anglicana, principal denominação evangélica do país. Cerca de 1% entre as que disseram não acreditar em Deus se consideram católicas. Curiosamente, 6% dos ateus dizem fazer uma oração pelo menos uma vez por ano e 17% dizem ler a Bíblia. A maioria dos ateus (46%) afirma acreditar que “Os seres humanos são como outros animais, mas são particularmente complexos e essa complexidade dá valor e sentido à vida humana”.
A Igreja da Inglaterra tem vivido uma crise nos últimos anos por conta do crescimento do movimento neoateista no país, liderado por Richard Dawkins, e, ao mesmo tempo, vê o crescimento sem precedentes do islamismo no país.
The Tablet e Theos Think Tank.
Fonte: Blog do Carmadélio
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