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Cientistas encontram “evidências genealógicas GENÉTICAS” do primeiro “Adão” e da primeira “Eva”.



Embora os cientistas em geral não acreditem nas narrativas bíblicas, está mais claro que todos os seres humanos carregam em seu genoma parte do DNA de um homem e uma mulher, que de acordo com eles, viveram há dezenas de milhares de anos. Segundo um novo estudo da Universidade Stanford, EUA, esses antecedentes comuns vieram da África e são chamados de “Eva mitocondrial” e “Adão cromossomial-Y”.
Porém, diferentemente do casal bíblico, eles provavelmente não se conheceram. Seriam os últimos ancestrais a partir dos quais se pode traçar uma linha direta de descendência paterna ou materna até os dias de hoje.
A descoberta foi publicada na mais nova edição da revista Science, e contraria estimativas anteriores, diminuído a “idade” desses primeiros humanos.
O estudo foi feito avaliando o material genético que os pais passam a seus filhos e filhas. Durante a concepção, parte do DNA é transmitida exclusivamente pelo pai: o cromossomo Y, que caracteriza o sexo masculino, além do DNA mitocondrial, que explica porque a Eva do estudo recebeu esse “sobrenome”.
Carlos Bustamante, professor de genética na Universidade de Stanford, que participou dos estudos explica: “As pesquisa anteriores indicavam que o ancestral comum masculino teria vivido muito mais recentemente que o feminino. Nossa pesquisa mostra, no entanto, que essa discrepância não existe”.

IGREJA E SAGRADAS ESCRITURAS: BIBLISTA FALA DESTA RELAÇÃO MILENAR

''Os cristãos não podem fazer uma leitura frutuosa da Palavra de Deus desconsiderando a Sagrada Tradição da fé'', afirmam especialistas
Estamos em setembro, mês dedicado à Palavra de Deus. Todos os anos, a Igreja no Brasil leva os fiéis católicos a redescobrir o valor das escrituras propondo um percurso de leitura e meditação dos livros sagrados. O tema proposto pela CNBB este ano é: "Travessia, passo a passo, o caminho se faz", que é baseado no trecho do Livro do Êxodo, 15,22 a 18,27, o chamado "Livro da Travessia".
A Igreja, a qual sempre atestou que a elaboração das Sagradas Escrituras provém de uma inspiração divina, foi a responsável pela difusão da Bíblia nas mais diversas línguas. Prova disso, é que São Jerônimo, padre e doutor da Igreja, já no século III, traduziu toda a Bíblia do grego e do hebraico para o latim, a pedido do Papa Damásio I. Sendo assim, no ano 390 d.C, depois de 23 anos de trabalho e estudo, concluiu-se a Vulgata, ou seja, a primeira tradução completa da Bíblia em língua latina.
Ao longo dos séculos, a Igreja também se preocupou com a correta interpretação da Sagrada Escritura, tomando como base o contexto cultural, as características literárias de cada texto sagrado e o que cada autor quis transmitir ao povo da época.
Especialistas afirmam que os cristãos não podem fazer uma leitura frutuosa da Palavra de Deus desconsiderando a Sagrada Tradição da fé, como explica padre Alexandre Vasconcelos, mestre e dourando em Teologia Bíblica, da diocese de São José dos Campos (SP).
"A Tradição da fé cristã é aquela transmitida pelos Doze apóstolos, batizados, laicato, mártires, santos, Bispos, Presbíteros, sacerdotes em geral, Diáconos, religiosos e suas ordens (franciscanos, jesuítas, beneditinos, clarissas, carmelitas, enclausuradas, monges e monjas), leigas e leigos consagrados, que permaneceram na fé cristã católica ao longo destes mais de dois mil anos. Não é pouca coisa. Estes, por sua vez, Transmitiram= traditio = tradição= transmissão – a palavra de Deus com sangue, suor e lágrimas até nossa geração”, afirmou o sacerdote.

A Lectio divina
O sacerdote também traz algumas orientações de leitura e assimilação da Palavra de Deus a partir daquilo que a Igreja considera como método eficaz de meditação das Sagradas Escrituras.
“O consenso magisterial, assistido pela Tradição, sugere aos fiéis um sistema monástico intitulado de Lectio Divina, ou seja, a leitura orante das Sagradas Escrituras. O método da Lectio Divina é simples e objetivo.

Consiste em quatro passos ou degraus acompanhados de quatro interrogações:
1º - Lectio (leitura): do texto propriamente dito: o que diz o texto em si?;
2º- Meditatio (meditação): do texto lido: o que diz o texto para mim/nós?;
3º- Oratio (oração): o que dizemos ao Senhor a partir do texto meditado? Nossa resposta;
4º- Contemplatio-actio (contemplação, silêncio e ação): Qual o sabor/sabedoria deste texto para ser aplicado como propósito de caridade? É silêncio e serviço”, explicou Padre Alexandre.
Fonte: CN Noticias
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