Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens

Mãe sacrifica vida em favor de sua filha. E se fosse você a mãe, o que faria?


Elizabeth Joice sacrificou a própria vida para salvar o bebê que levava no ventre.
Esta mãe corajosa faleceu no dia 9 de março deste ano depois de lutar contra um câncer agressivo e abrir mão de realizar exames que poderiam salvar a sua vida, mas causar a morte de seu bebê.
A história ocorreu em Nova Iorque (Estados Unidos). Em setembro de 2010, Elizabeth foi diagnosticada com um câncer agressivo nos pulmões. Quando aparentemente tinha superado a doença e apesar de os médicos afirmarem que ela nunca ficaria grávida, concebeu um bebê. Só um mês depois de saber que estava grávida, os médicos descobriram que o câncer havia voltado com mais força. Fizeram-lhe uma operação de emergência para retirar o novo tumor, mas se negou depois a fazer a ressonância magnética de corpo inteiro que poderia diagnosticar quais outros órgãos estavam sendo afetados pela doença, para não arriscar a vida do bebê que levava no ventre.
Com o apoio de seu marido Max, a mulher resistiu à doença até que o bebê completou sete meses de gestação. Deu à luz em janeiro deste ano e lutou durante as seguintes seis semanas pela sua vida. O câncer se alojou nos pulmões e no abdômen. Sua cunhada, Judith Joice, recordou que “com tantos motivos para viver, ela (Elizabeth) lutou e continuou lutando como os médicos nunca tinham visto alguém lutar, superando todas as dificuldades para ter a chance de passar apenas mais um dia com Lily e Max”. “Liz tinha dado tudo o que tinha, mas não podia lutar mais”. Apesar da dor da morte de sua esposa, a pequena Lily reconforta o seu pai. “A magia de Liz contagiou a Lily. É linda e extraordinária. Ela me dá forças para passar por tudo isso”, indicou.
Os amigos do casal lançaram uma coleta através de internet, no site You Caring para criar um fundo de apoio a bebê.
Fonte: Blog do Carmadélio

Casal de idosos com 68 anos de casados morrem de mãos dadas depois de um acidente



Imagem referencial. Foto: Denilson Takeda (CC BY-NC-ND 2.0)
WASHINGTON DC, 22 Out. 13 / 12:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- Um casal de idosos que tinha 68 anos de casado morreu faz uns dias em um acidente nos Estados Unidos. As autoridades descobriram, quando encontraram os corpos, que haviam falecido de mãos dadas.
Floyd e Margaret Nordhagen, de 92 e 88 anos respectivamente, foram encontrados um ao lado do outro e de mãos dadas, depois de sofrer um acidente de carro em Spokane, estado de Washington (Estados Unidos).
O acidente aconteceu no dia 13 de outubro, quando o veículo no qual viajavam Floyd e Margaret bateu contra uma caminhonete.
Quando as autoridades chegaram à zona do acidente, encontraram Margaret Nordhagen ainda com vida, segurando fortemente a mão de seu marido.
O policial Rob Spencer disse a um meio local que "realmente tivemos que lhe pedir que o solte, para que possamos retirá-lo do veículo".
"Não se vê isso todos os dias", assegurou.

21 de outubro: Brasil celebra Dia Nacional da Valorização da Família



Foto: CNBB
BRASILIA, 18 Out. 13 / 01:20 pm (ACI).- No próximo 21 de outubro, o Brasil inteiro recorda o Dia Nacional da Valorização da Família, criado pela Lei n. 12.647, sancionada pela presidência da República em 2012.
Para a ocasião, o secretário geral da Conferência Nacional dos bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Ulrich Steiner junto do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Dom João Carlos Petrini, enviaram uma carta a todos os brasileiros reforçando o pedido de que todos os cidadãos valorizem o dom da família.
"A reflexão nos levou a sugerir que os Irmãos Bispos, nas Dioceses onde servem, possam aproveitar este dia em favor da evangelização da família brasileira, promovendo atividades e eventos que sinalizem nossa adesão católica", destacam Dom Leonardo e Dom Petrini. "Este dia pode tornar-se um precioso recurso para promover a Família como espaço privilegiado e insubstituível para que um homem e uma mulher possam, através do matrimônio, gerar e educar seus filhos no exercício da família cidadã", afirma a missiva dos prelados.
Segundo a CNBB, o objetivo da data que a partir de 2013 será comemorada anualmente é chamar a atenção dos governos e da sociedade para a importância da família como instituição fundamental do desenvolvimento humano.
Em outra mensagem, da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, o Pe. Wladimir Porreca encoraja os fiéis de toda as dioceses a abraçar com intensidade o
Dia da Valorização da Família recordando que a Família é lugar privilegiado para as relações humanas e todos precisamos da família estabelecida sobre a união matrimonial entre um homem e uma mulher.
“A Família é o patrimônio da humanidade”, recorda ainda a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, ecoando as palavras de Bento XVI.

Que os pais não se cansem de educar os filhos como cristãos, alenta o Papa


MEXICO D.F., 13 Ago. 13 / 07:00 am (ACI).- O Papa Francisco exortou a dar às crianças, adolescentes e jovens, "o melhor que temos: Cristo, Salvador e Amigo que nunca falha", em uma carta enviada em ocasião dos 200 anos da conclusão da construção da Catedral Metropolitana do México.
No texto divulgado pelo Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), o Santo Padre escreve: "assumamos também o desafio de olhar para o futuro com esperança. Que ninguém nos roube a esperança! Alimentemo-la, vindo ao primeiro templo diocesano. A Palavra de Vida que ressoa na Catedral Metropolitana do México tem que prolongar-se no futuro, tem que enraizar-se no coração das crianças, dos adolescentes e jovens".
"Eles são uma janela aberta à ilusão e ao entusiasmo. Temos que dar-lhes o melhor que temos: Cristo, Salvador e Amigo que nunca falha. Isto compete, acima de tudo, aos pais e mães de família, que têm na educação cristã de seus filhos a maior de suas obrigações, da qual não podem cansar-se, e que têm que realizar contando não somente com as suas energias, mas, sobretudo, apoiados na oração".
Na missiva dirigida ao Cardeal Norberto Rivera, Arcebispo Primado do México, o Papa assinala que "da história deste templo podemos tirar lições para nossa vida cristã. Quantas pessoas o terão visitado para encontrar-se com o Senhor! Suas pedras são testemunhas silenciosas de muitos que entraram nele para abrir seu coração a Deus, pedir seu perdão, suplicar favores, louvá-lo e exaltá-lo por todo o amor que nos manifesta todos os dias".

11 conselhos para ensinar os filhos a pensarem.



Autor: Luis Oliveira
1. O primeiro é atuar de acordo com a verdade das coisas.
Ensinar os filhos a não enganar, serem sinceros e agir com coerência.
“Podemos conhecer a química cerebral que explica o movimento de um dedo, mas isso não explica porque esse movimento se usa para tocar piano ou apertar um gatilho” (Marcus Jacobson).
E “não podemos baratear a verdade” (F. Suárez), desvalorizando seu valor, como se fosse época de liquidação.

2. O segundo é que “a formação é uma exclusividade da inteligência humana”.
Há que enriquecer a linguagem, há que fomentar o diálogo, o exercício mental de raciocinar, de defender uma causa, de ter argumentos para as próprias decisões, e não fazer só o que fazem os demais, como os carneiros.
Aprender a pensar é descobrir todo o imenso poder que tem a moda no mundo e saber sair da jaula mental que pode encerrarnos.
O pensador livre ou o pensador, não deve sacrificar sua liberdade de pensar no altar da moda.
Sacrificar a verdade no altar da moda é uma das perversões mais nocivas do pensador.
No entanto, com excessiva frequência se encarcera a razão na jaula da moda.
Formação e cultura, dado que “a terra que não é lavrada, levará abrolhos e espinhos, ainda que seja fértil. Assim sucede com o entendimento do homem” (Sta. Teresa de Jesus).

3. Já que é impossível não equivocar-se nunca, ao menos, por utilidade e por dever, temos de aprender de nossos equívocos.
Se queremos aprender a pensar, deveremos descobrir o mundo tão humano do erro. “Equivocar-se é humano”, descobriram os antigos. O erro é o preço que tem que pagar o animal racional.

QUANTOS ANOS VOCÊ TINHA QUANDO SEUS PAIS SE SEPARARAM? O DRAMA DA SEPARAÇÃO CONJUGAL VIVIDO PELAS CRIANÇAS AFETADAS


Artigo de Rafael Navarro-Valls, membro do Conselho Pontifício para a Família, sobre a tragédia dos divórcios e seu impacto na vida das maiores vítimas, as crianças.

Por Rafael Navarro-Valls
Acabo de participar de um Congresso de interesse especial. Os protagonistas eramos um grupo de especialistas de todo o mundo reunidos em Roma pelo Conselho Pontifício para a Família. A ocasião do encontro foi o 30 º aniversário de um dos documentos mais interessantes do pontificado do beato João Paulo II. Refiro-me à Constituição Apostólica Familiaris Consortio (22.XI.1981). Ao receber a assembléia, Bento XVI destacava a importância do evento com estas palavras: “O Eclipse de Deus é devido à propagação de ideologias contrárias à família.”
O Papa não estava exagerando. Um ácido exemplo mediático será suficiente para definir a seriedade do momento histórico pelo qual passa a família. Os jornais americanos gostam de concretizar em poucas palavras o momento da vida que define cada geração. Assim, dirigindo-se àqueles que viveram nos anos quarenta, a questão chave é, geralmente: “Onde você estava quando os japoneses atacaram Pearl Harbor? “For baby boomers, the questions are: ‘Where were you when Kennedy was shot?’” Para os baby boomers (aqueles nascidos entre 1945 e nos primeiros anos da década de 60) as perguntas são:” Onde você estava quando Kennedy foi assassinado?” ou “What were you doing when Nixon resigned?” ou “O que você estava fazendo quando Nixon renunciou?” “For much of my generation –Generation X, born between 1965 and 1980- there is only one question: “When did your parents get divorced?” Para aqueles que viviam no 11 de setembro de 2001, a questão é normalmente: “Onde você estava quando derrubaram o World Trade Center”?
Finalmente, para a geração X, ou seja, para aqueles que nasceram entre 1965 e 1980, só há uma pergunta: “Quantos anos você tinha quando seus pais se divorciaram?”. Pergunta. Our lives have been framed by the answer. Pergunta que perigosamente se aproxima a crianças de baixa idade.
Um evento dramático
Certamente, a realidade é menos negativo, porque há muitos matrimônios que perseveram toda a vida. Mas sim é verdade, dizia o professor Timothy O’ Donnell, em seu discurso ao Congresso que acabei de mencionar, que até mesmo na imprensa mais secular, a experiência do divórcio é colocada entre os eventos dramáticos da história, com uma carga de tragédia profunda.
Pensemos na Europa hoje, um casamento se desfaz a cada 30 segundos. Isto significa que a ruptura conjugal supera o milhão de divórcios por ano. Nos últimos 25 anos, no nosso continente, se destruíram  uns 12 milhões de casamentos. As duvidosas posições de honra são para a Alemanha, Reino Unido, França e Espanha, que acumulam um 60% do total. Provavelmente, uma das causas da quantidade tão grande de fraturas nas uniões matrimoniais, é a eliminação ou redução dos tempos de espera nos processos de divórcio. De acordo com um estudo recente, o 80% do aumento das taxas de divórcio na Europa Ocidental entre 1970 e 1990 têm a causa delas em tal encurtamento. Na Espanha, a lei de 2005 que reduzia a três meses, após a celebração do casamento, a possibilidade de divórcio, e praticamente eliminava a  separação matrimonial como um possível meio para a reconciliação, produziu um aumento explosivo no aumento das rupturas definitivas dos matrimônios. Destaca o aumento excepcional dos casamentos dissolvidos antes de um ano, que é três vezes superior ao número registrado em 2005 como resultado da lei do “divórcio expresso”. (Aqui no Brasil o governo LULA aprovou essa política com os mesmos trágicos resultados, nota do moderador do Blog)
Se a esta informação, juntamos o declínio dramático na taxa de fecundidade na União Europeia (1,38 filhos / mulher), bem abaixo do nível de reposição generacional (2,1), está claro que os agentes sociais (advogados, sociólogos, teólogos) ponderem com profunda preocupação a situação. Especialmente a da criança.
Da explosão pos-adolescente ao direito puerocêntrico
Isto está produzindo um efeito duplo: o primeiro negativo, positivo o segundo: o que os sociólogos chamam de “explosão de pós-adolescência” e um processo de produção de direito fortemente “puerocêntrico”. Efetivamente, o declínio acentuado no processo de natalidade produziu um processo de superproteção da minguante prole. Superproteção nem sempre benéfica, pois numa família de poucos irmãos a excessiva, ou ao menos desenfocada, atenção que a criança recebe dos pais confirma-a numa certa ilusão de onipotência. Seu ambiente concentra-se no imediato, e os seus desejos tendem a ser imediatamente satisfeitos.
Mas, ao chegar à adolescência, a realidade se torna hostil ao não ser mais possível a imediata satisfação de desejos, gerados por novos estímulos. Essa confusão, muitas vezes, leva a uma forte atração aos estímulos externos, tais como a toxicodependência e a delinquencia.
Quanto ao direito “puerocêntrico” implica um processo sem precedentes de concentração de direitos na criança, que se concretiza em um direito certamente absorvente. Basta este exemplo recente. A Comissão Europeia propôs recentemente (15/02/2011) toda uma série de medidas para proteger os direitos da criança. Trata-se na sua maioria de mudanças jurídicas de apoio às administrações dos países membros. Alguns exemplos sugeridos são: leis que protejam melhor os direitos das crianças como grupo particularmente vulnerável durante os processos judiciais e ante os tribunais; apoio à formação de juízes e outros profissionais da área jurídica para que estejam em condições de ajudar as crianças nos tribunais; medidas contra o cyberbullying, o grooming (manipulação de crianças por adultos através da Internet), a exposição a conteúdos nocivos e outros riscos, através do programa da UE para uma Internet mais segura; apoio à luta contra a violência exercida sobre crianças e contra o turismo sexual infantil.
O que pode ser feito?
O debate final do Congresso a que me referi no início dessas linhas não se limitou a descobrir a imagem de uma família doente. Abundou em medidas positivas. Algumas delas coincidem com as 101 medidas que, para a Espanha, acaba de sugerir o Instituto de Política Familiar (Madrid, 2011). Entre elas: elaborar uma Lei de Prevenção e Mediação Familiar para ajudar matrimônios com crises; ajudas diretas universais à gravidez e por nascimento; aumentar as licenças remuneradas de maternidade e de paternidade; criar “cheques guardería” (cheques creches) e “cheques escolares”; aumentar a % do PIB destinado à família (cerca de 2,1% na UE, 1,5% apenas na Espanha), etc.
No entanto, na minha opinião, se é importante criar um quadro legislativo no qual as famílias possam respirar e cumprir as suas finalidades, será a influência da mídia, das escolas, das igrejas e, sobretudo, das próprias famílias que irão decidir o jogo. Não esperemos que o modelo de família seja, como antes, “um produto” dos costumes, mas deve ser um “instrumento de modificação” desses costumes. Trata-se de oferecer ao Ocidente com muita paciência a ética e a antropologia que pulsa sob a bíblica “una caro” (uma só carne). Trata-se de ser conscientes de que a crises do matrimônio e da família provavelmente, não se devem tanto a razões históricas ou sociológicas quanto a motivos ideológicos. Será no mundo das idéias onde teremos que definir as alterações. Isso vai levar tempo. Mas vale a pena.

IGREJA QUER PROTEGER A FAMÍLIA PARA O BEM DA SOCIEDADE


É na família, ''célula mãe da sociedade, que uma pessoa aprende primeiramente o que é o amor'', afirma o membro do Vaticano, Mounir Farag
A Igreja Católica sempre exaltou o valor da família para a construção de uma sociedade justa e equilibrada. Para o membro do Conselho Diretor da Pontifícia Academia para a Vida, orgão do Vaticano, Mounir Farag, a família é uma pequena igreja doméstica, assim como descrevia o Beato João Paulo II.
Na Exortação Apostólica Familiaris Consortio, João Paulo II fala sobre o papel da família na sociedade e ela é descrita como a composição de um homem e uma mulher, assim como Deus a criou.
É nesta célula mãe da sociedade que uma pessoa aprende primeiramente o que é o amor. Este é o papel fundamental da família, antes de tudo, ensinar a amar. O membro do Vaticano recorda que existem ainda outros documentos escritos por João Paulo II como o Mulieris Dignitatem, que fala da dignidade da mulher, e a Cartas às Famílias que abordam assuntos ligados a formação da família.
“Vemos em nosso tempo, coisas dolorosas e dramáticas, que colocam em risco este tipo de família: o individualismo, permissivismo, egoísmo, a exaltação do prazer (e o marketing encoraja isso), a sexualidade irresponsável , crises familiares, divórcio, aborto, carência educativas, etc. Estas são coisas que degradam a ética. Talvez essas coisas não feitas com uma má intenção, mas porque faltou uma instrução e informação”, salienta o Mounir Farag.
Mas ao mesmo tempo, o especialista destaca que existem muitos exemplos positivos em todo mundo, tanto por parte da Igreja, quanto pela sociedade, como movimentos à favor da família em diversas partes do mundo - Ásia, África, em países do oriente dentro da cultura árabe, muçulmana e africana - que colocam em destaque esta estrutura composta por um homem e uma mulher, assim como Deus a criou.

Modelo da Trindade
“Se somos cristãos, para consolidar esta estrutura de família, podemos ver o modelo da Trindade: Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Três pessoas completamente diferentes uma da outra, mas que foram um. Se acreditamos na Trindade, a família nos dá a possibilidade de realmente crer e entender esta Trindade Divina”, ressalta o especialista do Vaticano.
Mounir Farag explica que a imagem de Trindade Divina, para os cristãos, se realiza na forma de união entre um homem e uma mulher, que buscam a unidade em todos os sentidos, também no âmbito corporal, unidade ao ponto de se tornar uma só carne. “Esta imagem é muito importante para consolidar este conceito de estrutura de família”, destaca.
“Penso que esta estrutura se apoia também na lei natural, quando se fala do homem e mulher, macho e fêmea, que são completamente diferentes, mas com a unidade formam uma coisa só, algo muito belo. Esta estrutura de família não é vista apenas pela Igreja Católica, mas na cultura oriental, árabe e muçulmana”, salienta o médico egípcio que também faz parte da  Organização Mundial da Saúde.

Igreja presente
Neste segundo domingo do mês de agosto, a Igreja celebra a vocação familiar, recordando que aqueles que são chamados a gerar a vida, a continuar com a obra criadora de Deus.
E para proteger e enfatizar a importância dessa instituição que é a base da sociedade, a Igreja conta diretamente com o trabalho da Pastoral Familiar.
“A Igreja auxilia na preparação e na reflexão junto àqueles que querem assumir com responsabilidade a vocação do matrimônio e, assim, constituir uma família”, destaca o assessor da Pastoral Familiar de Aparecida, padre José Carlos de Melo.
Esta pastoral trabalha nas bases da formação da instituição familiar, começando pela formação das crianças na catequese e passando pela preparação dos noivos para o casamento. E ao longo do casamento, os casais fazem encontros de reflexão para renovar sempre esta vocação e este chamado.
“A fé, que nós adquirimos no nosso Batismo e que foi passada por nossos pais, deve ser vivida todos os dias de nossa vida, sem isso não podemos ter uma vida em família”, salienta os responsáveis pela Pastoral da Família de Aparecida, Maria José e Edson Ambrósio Ribeiro.
Para eles, a harmonia em casa é conquistada com o testemunho pessoal dos pais que são exemplos para seus filhos.
“O pai tem que estar sempre presente na vida dos filhos, nos afazeres, na escola, passando os valores, sendo responsável pela educação de seus filhos para que eles sejam bons cidadãos e cristãos autênticos”, destaca o marido.
Nos casos especiais, junto às famílias com problemas de ordem psicológica ou material, em casos de separação e com casais de segunda união a Pastoral da Família faz um acompanhamento especial.
Padre José Carlos salienta também que muitas pessoas se tornam pais e mães sem fazer um planejamento, mas a pastoral está ali justamente para ajudar a despertar essa vocação.
Também muitas crianças são criadas com muito amor por avós, tios ou padrinhos que desejam que elas se tornem pessoas de bem. Neste sentido, a pastoral busca auxiliar “dando formação e a  assistência material necessária para que se caminhe bem a formação e o crescimento dessas crianças”, explica o padre. 
Fonte: CN Noticiais

HORA DA FAMÍLIA 2011 DISCUTE “FAMÍLIA, PESSOA E SOCIEDADE”


Dos dias 14 a 20 de agosto, acontece em todo o Brasil, o evento promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Comissão Nacional da Família, que é a tradicional “Hora da Família”.
Este evento, que está em sua 15ª edição é promovido desde 1992 e acontece anualmente no mês de agosto, que é o Mês Vocacional. Este ano, o tema do encontro é “Família, Pessoa e Sociedade”.
Os organizadores já lançaram o subsídio de 2011, que pode ser adquirido pela Secretaria Nacional da Pastoral Familiar, em Brasília. Até hoje, mais de 220 mil exemplares do subsídio já foram editados, desde a vinda do papa João Paulo II ao Brasil, em 1994. A publicação traz sugestões de celebrações, Terça das Famílias e reflexões sobre o Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia do Catequista, Dia do Nascituro, e outros.
Segundo dom Petrini, a Hora da Família deve ser celebrada como uma festa. “Quando uma família cristã faz festa, celebra o dom da vida e o dom da fé que cada um recebeu, festeja o dom do amor entre marido e mulher, o dom da maternidade e da paternidade, o dom do sacramento do matrimônio e, portanto, o dom que é a presença de Jesus Cristo na convivência familiar”, destacou o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, dom João Carlos Petrini.
Segundo o subsídio da Hora da Família 2011, os participantes do evento pretendem externar publicamente o seu apreço à família.
“O papa bento XVI destacou a importância da família para a edificação da sociedade e seu bem-estar e exortou a todos os cristãos a confiar em Deus como aquele que concede todos os bens e sustenta as famílias no seu cotidiano. Uma sociedade sólida nasce, certamente, do compromisso de todos os seus membros, mas tem necessidade da bênção e do suporte de Deus que, infelizmente, é frequentemente excluído e ignorado. Sem Deus, busca-se inutilmente construir uma casa estável, edificar uma cidade segura, porém, com Deus, teremos uma família rica de filhos e serena, uma cidade bem segura e defendida, livre de pesadelos e de insegurança”, disse o arcebispo de Londrina (PR) e ex-presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, dom Orlando Brandes, na apresentação do subsídio. Dom Orlando foi presidente da Comissão até maio desse ano.
Além da Secretaria Nacional da Pastoral Familiar, o interessado em adquirir o subsídio pode acessar o site da Comissão Nacional da Pastoral Familiar, no endereço www.cnpf.org.br ou no telefone: (61) 3443-2900. Nos Regionais da CNBB o material também pode ser adquirido junto aos casais coordenadores da Pastoral Familiar.

7º Encontro Mundial das Famílias
O papa Bento XVI escolheu, no dia 22 de janeiro de 2009, a cidade de Milão, Itália, como sede do próximo Encontro Mundial das Famílias. O tema do evento será “A Família, o Trabalho e a Festa”.
FOnte: CNBB 

DEBATE MUNDIAL SOBRE O CASAMENTO

MADRI, terça-feira, 31 de maio de 2011 (ZENIT.org) – As grandes disputas jurídicas não são simplesmente nacionais: são mundiais. Assim ocorreu, por exemplo, com os debates sobre a codificação. E assim está ocorrendo agora com a nota de heterossexualidade do casamento.
A tensão é percebida entre duas tendências opostas. A primeira é o que, em termos de direito internacional, se chama “efeito dominó”, isto é, a propensão expansiva de uma instituição jurídica, quando é adotada por um sistema político de certa influência sobre outros. Junto a esta tendência expansiva, a adoção, por alguns sistemas jurídicos, do casamento entre pessoas do mesmo sexo produziu uma reação contrária. É o que chamei uma vez de “efeito blindagem”, ou seja, a defesa do casamento heterossexual através da constitucionalização da nota de heterossexualidade.
Qual destas tendências avança com maior rapidez? Contra o que se poderia acreditar, a realidade é que existe um equilíbrio instável modelado por reações e contrarreações que desenham, em minha opinião, um panorama mais próximo da defesa do casamento heterossexual que do avanço do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Prescindindo do tumulto midiático de um ou outro signo, convém que nos atenhamos aos fatos. Um rápido tour d´horizon provavelmente avalizará o que digo. Voltando à Europa, a verdade é que, ainda que os Países Baixos (2001), Bélgica (2003), Espanha (2004), Noruega (2009), Suécia (2009) e Portugal (2010) tenham regulamentado o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a corrente majoritária se mostra concessora de diversos efeitos às uniões civis do mesmo sexo, mas não muito receptiva a transformar essas uniões em verdadeiros casamentos. Já vimos a tendência dos países do Leste da Europa a constitucionalizar a nota de heterossexualidade. Em outros países europeus (França, Itália, Alemanha etc.), ainda que o debate se apresente com maior ou menor intensidade, os órgãos legislativos ou jurisprudenciais mantêm uma posição de equilíbrio que não se inclina à concessão tout court do estado matrimonial às uniões civis. Assim, por exemplo, em fevereiro deste ano, o conselho constitucional francês considerou que a proibição do casamento homossexual, tal como aparece no código civil, está conforme à constituição francesa.
A América Latina é um âmbito jurídico em que as reações se produzem com rapidez diante de modelos diferentes. Um exemplo: acabo de voltar do México, onde estive em vários estados, por questões acadêmicas. O único deles em que se aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo é Cidade do México. A reação foi imediata. Os estados de Jalisco, Morelos, Sonora, Tlaxcala e Guanajuato levantaram diante da Suprema Corte a questão da inconstitucionalidade.
Há alguns dias, Obama deu ordens ao Departamento de Justiça para que deixe de apoiar frente aos tribunais a lei federal aprovada em 1996, durante a administração Clinton, na qual se define o casamento como a união legal entre um homem e uma mulher. Esta “lei de defesa do casamento”(DOMA), pela qual nenhum estado está obrigado a reconhecer como casamento uma relação entre pessoas do mesmo sexo reconhecida como casamento em outro estado, foi aprovada em seu momento por uma ampla maioria bipartidária em ambas as câmaras do Congresso. A reação foi imediata. O presidente da Câmara de Representantes anunciou que reuniria um grupo de assessoria legal, formado por membros de ambos os partidos, para defender a DOMA.
O balanço final é que, dos 192 países reconhecidos pela ONU (mais 10 de fato, não integrados oficialmente em tal organização), somente reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo 10 países, mais alguns estados isolados do México e dos Estados Unidos. Entre eles, não se conta nenhum país asiático nem africano (salvo África do Sul) e somente um latino-americano e parte de outro. Comparando a demografia desse pequeno grupo de países com a de todo o planeta que rejeita o modelo de casamento entre pessoas do mesmo sexo, a anomalia jurídica ainda está localizada.
Certamente, a prevalência do bom senso e do senso jurídico nesta importante matéria exige – em especial dos juristas – essa qualidade tão própria dos homens dedicados à defesa da justiça, que consiste em manter a firmeza de uma rocha nas convicções, moderando-a com a flexibilidade de um junco em suas aplicações.

recados para orkut