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Extremistas muçulmanos seqüestram e estupram cristã no Paquistão


ROMA, 18 Jul. 12 / 11:03 am (ACI/EWTN Noticias).- A irmã menor de um pastor protestante foi seqüestrada no mês passado por extremistas muçulmanos que a estupraram e a obrigaram a converter-se ao Islã. Os fatos aconteceram na cidade de Chunian, ao sul de Lahore, província de Punjab (Paquistão).
Conforme informou a agência vaticana Fides, Muzamal Arif, irmã do pastor Aurangzeb, logo depois de ser abusada e ameaçada foi obrigada a assinar uma declaração de conversão ao Islã e a casar-se com o muçulmano Muhammad Nadeem.
A vítima é menor de idade e de acordo à lei, o matrimônio não está permitido para as pessoas de menor idade. Entretanto, os cristãos locais indicaram que "a família dos seqüestradores é rica e poderosa, e pode passar por cima essa disposição legal".
Apesar de que a família da menor tenha denunciado o ocorrido à polícia de Chunian, não foi realizada nenhuma investigação, antes, foi apresentado à família um relatório do tribunal que afirma que a garota é muçulmana e se casou de maneira legal.
Por sua parte, o pastor Mustaq Gill, presidente da ONG Legal Evangelical Association Development, que está se ocupando do caso, assinalou que a prática da conversão e o matrimônio forçado é muito comum no Paquistão, os muçulmanos se aproveitam, sobre tudo nas zonas rurais, das meninas de minorias religiosas, que são as principais vítimas.
No Paquistão há cerca de mil casos do tipo por ano, em detrimento de mulheres cristãs e hinduístas.
Para combater este abuso, reconhecido até mesmo por autoridades civis, a Comissão Nacional para as Minorias Religiosas preparou um projeto de lei apoiado pelos cristãos e se espera que em breve seja estudado pelo Parlamento paquistanês.
Fonte: ACI Digital

As ameaças à liberdade religiosa na América e no mundo.


Zenit
Enquanto a Igreja dos EUA continua a sua campanha em defesa da liberdade religiosa, com a campanha “Duas semanas pela Liberdade”, um recente ensaio examina a variedade das ameaças a este princípio .
In Challenges to Religious Liberty in the Twenty-First Century (”Desafios para a Liberdade Religiosa no Século XXI”), O colunista Gerard V. Bradley, coletou dez ensaios sobre o tema, divididos em cinco combinações, cada qual examina uma perspectiva diferente do debate.

Os desafios à liberdade religiosa aparecem diariamente nas manchetes, observa o editor na introdução. Bradley, professor de direito na Universidade de Notre Dame, disse que, se por um lado a liberdade religiosa pode ser defendida por um regime político, precisa antes de mais nada de uma massa crítica de pessoas que acreditem na liberdade religiosa e lhe atribua um valor.
Vários estudos demonstraram que cerca de dois terços da população mundial mora em países em que existem restrições à liberdade religiosa, num tempo em que, paradoxalmente, todos os tratados e as declarações internacionais, o afirmam.

Vietnã: Autoridades COMUNISTAS impedem celebração eucarística e ofendem liberdade religiosa.


Vários domingos do último mês de junho, grupos mobilizados pelas autoridades locais impediram a celebração da missa dominical na capela católica de Con Cuông, distrito da província de Nghê An, na diocese vietnamita de Vinh.
Um artigo publicado em 28 de junho no site da diocese informa sobre os fatos e apela às autoridades pedindo respeito pela liberdade religiosa e pela legislação.
O contencioso entre a comunidade católica do distrito de Con Cuông e o poder local vem se arrastando há sete meses. A primeira agressão aconteceu em 13 de novembro de 2011, quando as autoridades do distrito mobilizaram uma tropa de agentes da segurança e de milicianos, num total de 300 pessoas. Equipados com sirenes e tambores, os perturbadores invadiram aos gritos a capela em que era celebrada a missa. A confusão foi tanta que os dois sacerdotes celebrantes tiveram que interromper a celebração.

PAQUISTÃO: AGRAVA-SE SITUAÇÃO DAS ESCOLAS CATÓLICAS COM IMPOSIÇÃO DO ENSINAMENTO ISLÂMICO.


Não há nenhuma melhoria nas relações entre o ensino privado e a administração da província de Punjab no Paquistão, que tem a maior concentração de escolas católicas deste país predominantemente muçulmano. 

“Desde que as escolas nos foram devolvidas não conseguimos organizar-nos sozinhos, e continuamente temos que pedir a ajuda do governo especialmente para as instituições de ensino técnico”, disse o padre Paul Joseph Leonard, que dedicou uma vida inteira para a educação católica no Paquistão e tem desempenhado um papel essencial na restituição das escolas confiscadas pelo estado, informou neste 12 de janeiro a agência Eglises d’Asie das Missões Estrangeiras de Paris.

Já faz tempo que as escolas foram devolvidas à Igreja, mas apesar de tudo, os efeitos da nacionalização continuam pesando negativamente na qualidade do ensino. Mais preocupante ainda é o fato de que as instituições privadas – já forçadas a terem altos custos – agora devem lidar com os intermináveis procedimentos e desconfortos burocráticos do governo
Em 1972, o então primeiro-ministro Zulfiqar Ali Bhutto ordenou a nacionalização de todas as escolas e universidades dirigidas pela Igreja em Sindh e no Punjab (esta província é o lar de cerca de 80% da população cristã do país e a maioria das instituições privadas). Desde os anos 90, as escolas foram gradualmente restituidas, após longas e dispendiosas negociações, sem qualquer compensação financeira do governo.
Em 2011, depois de reiterados pedidos dos líderes cristãos para o governo do Punjab cumprir sua promessa de restituir as escolas, o governo local se comprometeu a concluir o processo de desnacionalização (de 37 escolas católicas e 19 protestantes), mas em troca do pagamento de uma caução elevada.
Em 2004, os bispos católicos e protestantes do Punjab foram forçados a tomar novas medidas, desta vez com o primeiro-ministro paquistanês Shaukat Aziz. Mas, apesar dos pagamentos de caução já realizados, muitas instituições cristãs ainda estão nas mãos das autoridades provinciais.
Ao iniciar um novo ano, a Igreja não tem sido capaz ainda de recuperar algumas das suas escolas, como em Lahore, onde o secretário-executivo do Escritório de Educação Católica, Shanti Maxwell, lamenta a deteriorização de um prestigiado instituto antes de ser nacionalizado. “Hoje em dia todo o prédio está caindo aos pedaços. Tentamos recuperar a estrutura, mas o governo argumenta que não temos os documentos necessários. Os terrenos adjacentes, que não receberam manutenção, estão igualmente em ruínas”.
A situação não muda na diocese de Islamabad-Rawalpindi. “A qualidade da educação tem sofrido muito durante a nacionalização e agora nessas escolas que foram abandonados à sua sorte, há muito pouca participação dos professores e dos alunos”, disse William John, secretário-executivo.
No final, as escolas católicas restituidas  estão sofrendo a falta de fundos do governo, criando o medo de ter que fechar suas portas. Em 2009, muitas escolas tiveram grandes dificuldades para adaptar-se às novas regras emitidas pelas autoridades do Punjab.
Devido à deteriorada situação de segurança no país, todas as escolas – públicas e privadas – devem ser cercadas por arame farpado, com um muro de dois metros de altura com câmeras de vigilância e com guardas armados na entrada, apoiados por detectores de metais e scanners.
Enquanto a província pagou para as escolas públicas, as particulares não receberam nenhuma ajuda ainda estando, assim mesmo, obrigadas a respeitar as novas orientações das autoridades educativas, sob pena de fechamento.
Além dos problemas financeiros, as escolas cristãs do Punjab estão enfrentando a discriminação por causa da islamização gradual. Em 2005, o ministro de Educação do Punjab, Imran Masood, disse aos líderes da educação católica em Lahore: “Nós não lhes consideramos estrangeiros. Suas escolas são nossas escolas (…) e acreditamos que as minorias devem participar plenamente na educação da nossa nação (…). Por favor, abram faculdades e universidades. Daremos todas as licenças necessárias e também a restituição de todas as escolas que faltam para serem devolvidas”. Mas em 2006, apesar das suas promessas, o governo tornou obrigatório para as escolas do país, “o ensino do Islã e do árabe (o islamiyat) como matérias principais e de moral para os não-muçulmanos”. Uma medida rapidamente denunciada pelas minorias como altamente discriminatória.
Em 2009, uma nova reforma para integrar a “madrassa” ou escola do Corão concluiu o processo de islamização do sistema educacional, tornando obrigatório o ensinamento da islamiyat em todas as escolas. Desde então, a Igreja Católica, as organizações de defesa dos direitos humanos e observadores internacionais não pararam de denunciar a inconstitucionalidade desses programas e a “intolerância religiosa”, promovido nos livros didáticos.
Juntaram-se a essas discrimações as penhoras, fora de lugar, por parte da autoridade provincial de Punjab, das propriedades e estruturas gerenciadas pela Igreja. Recentemente, o governo demoliu um complexo gerenciado conjuntamente pela Igreja Católica e Caritas Paquistão em Lahore. No dia 11 de janeiro, milhares de cristãos protestaram em Lahore bloqueando as estradas que levam ao complexo, para denunciar as “manobras criminosas” por parte das autoridades e as “violações dos direitos das minorias religiosas”.
(Tradução TS)

DESCONHECIDOS SEQÜESTRAM DOIS SACERDOTES CATÓLICOS EM SUDÃO


Desconhecidos que irromperam violentamente em um complexo paroquial, seqüestraram no domingo 15 de janeiro dois sacerdotes no Sudão.
Os sacerdotes Pe. Joseph Makwey, de 40 anos e o Pe. Sylvester Mogga, de 30, foram levados a força da igreja St Josephine Bakhita e levados em um caminhão cheio de gente.
Além de seqüestrar os presbíteros, os delinqüentes roubaram eletrodomésticos e computadores portáteis.
Conforme informou à organização internacional católica Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o Bispo de Auxiliar de Kartum, Dom Daniel Adwok Kur, ainda não se sabe nada dos sacerdotes.
Em comunicação telefônica com a AIS, o Prelado disse que "estamos preocupados com os dois sacerdotes. Um deles, o Pe. Sylvester é muito jovem e está doente. Precisa ser atendido por um médico".
Dom Daniel Adwok Kur indicou também que a polícia já foi informada dos fatos mas que as investigações ainda são muito incipientes. Disse ademais que não pode "especular" sobre a identidade dos seqüestradores e seus motivos.
"Os seqüestradores devem ter sabido que estes homens são sacerdotes. O seqüestro de ambos assustou virtualmente todos aqui", comentou.
Em relação à atual situação do país, com a recente criação do Sudão do Sul, o Bispo criticou a falta de ação do governo diante deste tipo de fatos e ressaltou que "as pessoas inocentes não podem ser atacadas brutalmente e as autoridades devem dar razão do que está sucedendo".
Fonte: ACI Digital

PAQUISTÃO: AGRAVA-SE SITUAÇÃO DAS ESCOLAS CATÓLICAS COM IMPOSIÇÃO DO ENSINAMENTO ISLÂMICO.


Não há nenhuma melhoria nas relações entre o ensino privado e a administração da província de Punjab no Paquistão, que tem a maior concentração de escolas católicas deste país predominantemente muçulmano.
“Desde que as escolas nos foram devolvidas não conseguimos organizar-nos sozinhos, e continuamente temos que pedir a ajuda do governo especialmente para as instituições de ensino técnico”, disse o padre Paul Joseph Leonard, que dedicou uma vida inteira para a educação católica no Paquistão e tem desempenhado um papel essencial na restituição das escolas confiscadas pelo estado, informou neste 12 de janeiro a agência Eglises d’Asie das Missões Estrangeiras de Paris.
Já faz tempo que as escolas foram devolvidas à Igreja, mas apesar de tudo, os efeitos da nacionalização continuam pesando negativamente na qualidade do ensino. Mais preocupante ainda é o fato de que as instituições privadas – já forçadas a terem altos custos – agora devem lidar com os intermináveis procedimentos e desconfortos burocráticos do governo
Em 1972, o então primeiro-ministro Zulfiqar Ali Bhutto ordenou a nacionalização de todas as escolas e universidades dirigidas pela Igreja em Sindh e no Punjab (esta província é o lar de cerca de 80% da população cristã do país e a maioria das instituições privadas). Desde os anos 90, as escolas foram gradualmente restituidas, após longas e dispendiosas negociações, sem qualquer compensação financeira do governo.
Em 2011, depois de reiterados pedidos dos líderes cristãos para o governo do Punjab cumprir sua promessa de restituir as escolas, o governo local se comprometeu a concluir o processo de desnacionalização (de 37 escolas católicas e 19 protestantes), mas em troca do pagamento de uma caução elevada.
Em 2004, os bispos católicos e protestantes do Punjab foram forçados a tomar novas medidas, desta vez com o primeiro-ministro paquistanês Shaukat Aziz. Mas, apesar dos pagamentos de caução já realizados, muitas instituições cristãs ainda estão nas mãos das autoridades provinciais.
Ao iniciar um novo ano, a Igreja não tem sido capaz ainda de recuperar algumas das suas escolas, como em Lahore, onde o secretário-executivo do Escritório de Educação Católica, Shanti Maxwell, lamenta a deteriorização de um prestigiado instituto antes de ser nacionalizado. “Hoje em dia todo o prédio está caindo aos pedaços. Tentamos recuperar a estrutura, mas o governo argumenta que não temos os documentos necessários. Os terrenos adjacentes, que não receberam manutenção, estão igualmente em ruínas”.
A situação não muda na diocese de Islamabad-Rawalpindi. “A qualidade da educação tem sofrido muito durante a nacionalização e agora nessas escolas que foram abandonados à sua sorte, há muito pouca participação dos professores e dos alunos”, disse William John, secretário-executivo.
No final, as escolas católicas restituidas  estão sofrendo a falta de fundos do governo, criando o medo de ter que fechar suas portas. Em 2009, muitas escolas tiveram grandes dificuldades para adaptar-se às novas regras emitidas pelas autoridades do Punjab.
Devido à deteriorada situação de segurança no país, todas as escolas – públicas e privadas – devem ser cercadas por arame farpado, com um muro de dois metros de altura com câmeras de vigilância e com guardas armados na entrada, apoiados por detectores de metais e scanners.
Enquanto a província pagou para as escolas públicas, as particulares não receberam nenhuma ajuda ainda estando, assim mesmo, obrigadas a respeitar as novas orientações das autoridades educativas, sob pena de fechamento.
Além dos problemas financeiros, as escolas cristãs do Punjab estão enfrentando a discriminação por causa da islamização gradual. Em 2005, o ministro de Educação do Punjab, Imran Masood, disse aos líderes da educação católica em Lahore: “Nós não lhes consideramos estrangeiros. Suas escolas são nossas escolas (…) e acreditamos que as minorias devem participar plenamente na educação da nossa nação (…). Por favor, abram faculdades e universidades. Daremos todas as licenças necessárias e também a restituição de todas as escolas que faltam para serem devolvidas”. Mas em 2006, apesar das suas promessas, o governo tornou obrigatório para as escolas do país, “o ensino do Islã e do árabe (o islamiyat) como matérias principais e de moral para os não-muçulmanos”. Uma medida rapidamente denunciada pelas minorias como altamente discriminatória.
Em 2009, uma nova reforma para integrar a “madrassa” ou escola do Corão concluiu o processo de islamização do sistema educacional, tornando obrigatório o ensinamento da islamiyat em todas as escolas. Desde então, a Igreja Católica, as organizações de defesa dos direitos humanos e observadores internacionais não pararam de denunciar a inconstitucionalidade desses programas e a “intolerância religiosa”, promovido nos livros didáticos.
Juntaram-se a essas discrimações as penhoras, fora de lugar, por parte da autoridade provincial de Punjab, das propriedades e estruturas gerenciadas pela Igreja. Recentemente, o governo demoliu um complexo gerenciado conjuntamente pela Igreja Católica e Caritas Paquistão em Lahore. No dia 11 de janeiro, milhares de cristãos protestaram em Lahore bloqueando as estradas que levam ao complexo, para denunciar as “manobras criminosas” por parte das autoridades e as “violações dos direitos das minorias religiosas”.
(Tradução TS)
Fonte: Blog do carmadelio

EX-MUÇULMANA É CHICOTEADA NA SOMÁLIA POR SE CONVERTER AO CRISTIANISMO.

Uma mulher de 28 anos foi presa por extremistas islâmicos do grupo Al Shabbab por ter se convertido ao cristianismo. Após um mês presa em um campo-prisão do grupo islâmico ela foi chicoteada em praça pública antes de ser libertada.
Sofia Osman recebeu a punição de 40 chibatadas por acreditar em uma “religião estrangeira”. Depois do açoitamento amigos da mulher afirmaram: “Sofia foi chicoteada durante 3 horas, mas ela não disse para nós depois quais foram outras humilhações ela passou enquanto esteve presa”.
Uma testemunha ocular afirmou ao Compass que punição fez com que Sofia sangrasse muito e perdesse a consciência. Centenas de pessoas assistiram à punição recebida pela cristã.
“Após ser solta e receber a punição, ela estava sendo tratada em sua própria casa pelos seus familiares. Ela não estava conseguindo conversar com ninguém e parecia muito confusa”, disse uma fonte próxima da família que pediu: “Por favor, orem para que a sua recuperação seja rápida”.
Segundo o Portas Abertas Sofia é cristã há mais de quatro anos e fazia parte de uma igreja subterrânea que fica em uma região dominada pelo maior grupo extremista islâmico do país, o Al Shabbab.
Fonte: Blog do Carmadélio

DIANTE DA VIOLÊNCIA MUÇULMANA, CRISTÃOS NIGERIANOS ABANDONARIAM O PAÍS


Devido às ameaças de violência do grupo radical islâmico Boko Haram, que constantemente ataca as igrejas e casas cristãs no norte a Nigéria, as tribos indígenas do estado do Yobe se estariam preparando para abandonar seus territórios.
Fontes da agência vaticana Fides informaram que "a população do norte (da Nigéria) encontra-se em estado de pânico e insegurança depois da expiração do ultimato feito pelo grupo (Boko Haram), que ordena aos cristãos abandonar o país".
Os ataques do Boko Haram no norte do país continuam mesmo depois de que o presidente, Goodluck Jonathan, declarou o "estado de emergência" para prevenir a violência em quatro estados e fechou temporalmente as fronteiras com Camarões, Chade e Níger.
No dia de Natal na Nigéria Boko Haram explodiu uma bomba matando 35 católicos que estavam em Missa. O fato foi rechaçado pelo Papa e o Vaticano. Há pouco, os extremistas muçulmanos assassinaram 6 cristãos evangélicos ao cumprir o prazo do ultimato.
"Boko Haram está mudando as táticas para evitar o estado de emergência. Estão monitorando as zonas onde os cristãos se reúnem, assinalando as casas e capelas cristãs para logo atacá-las durante a noite", informaram as fontes.
A ONG Christian Solidarity Worldwide, localizada em Damaturu, capital de Yobe, informou a Fides que um grupo de homens armados atacaram o complexo cristão Gashu'a Road, onde morreram duas pessoas e outros ficaram feridos.
Do mesmo modo, a tropa continua organizando atentados com bombas nos estados de Borno, Jigawa e Gombe.
Os cristãos locais indicam que "o perigo é que haja represálias, o que poderia desencadear mais violência e derramamento de sangue".
Por sua parte, o secretário geral da Obra Pontifícia para a Propagação da Fé, Pe. Timothy Lehane Barrett, que esteve recentemente na Nigéria, assinalou à Fides que "Boko Haram não representa os muçulmanos na Nigéria".
 "Vi muitas manifestações de diálogo e solidariedade interreligiosa porque os muçulmanos vêem as boas obras realizadas pelos cristãos", expressou.
Finalmente, dirigindo-se aos cristãos nigerianos disse: "Queremos dizer-lhes que não estão sozinhos, muitas comunidades em todo mundo oram por vocês. Sei que oferecem seus sofrimentos a Deus e oram pelos cristãos perseguidos em todo o mundo e inclusive por aqueles que os atacam".
Fonte: ACI Digital

GOVERNO DO IRÃ CONFISCA BÍBLIAS E DESTRÓI IGREJAS DECLARANDO “GUERRA” AO CRISTIANISMO.


G Notícias
Mais de 6.500 Bíblias foram confiscadas, sites foram fechados e igrejas foram destruídas por autoridades iranianas em uma ofensiva do governo contra o crescimento do cristianismo no país.
Segundo a agência oficial de notícias Mehr, a ação se justifica por que “os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude se afastem dos ensinamentos do Islã”.
O aiatolá Hadi Jahangosha manifestou sua preocupação com a “expansão do cristianismo entre os jovens”, e culpou os meios eletrônicos de comunicação e a facilidade de acesso a literatura cristão pela expansão: “É responsabilidade de todos os cidadãos do Irã que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do Islã puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente” disse o líder islâmico.
Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do comitê de assuntos sociais do Parlamento do Irã confirmou que a maioria das milhares de Bíblias confiscadas veio das cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan.
“O importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão se fortalecendo para enfrentar o Islã, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?” disse um representante do governo sobre as Bíblias confiscadas, que segundo ele “foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso.”
Além do confisco de Bíblias o temor dos líderes cristãos no país é de que o governo destrua igrejas no país como aconteceu na cidade de Kerman onde uma das principais igrejas foi destruída por autoridades locais.
Além do confisco de Bíblias, o que preocupa a liderança cristã no país é a destruição de igrejas, como aconteceu na cidade de Kerman, onde uma das principais igrejas da cidade foi destruída por autoridades islâmicas locais. A liderança afirma também que o governo Mahmoud Ahmadinejad está preocupado com o grande número de muçulmanos que estão se convertendo ao cristianismo. Segundo eles o país já tem pelo menos 100.000 cristãos.
Outro alvo de ataque do regime iraniano são os sites em língua persa com conteúdo cristão, entre eles a agência Mohabat News. Muitos sites foram tirados do ar com ataques que sobrecarregam os servidores, um tipo de ataque cibernético, conhecido como DDoS, que está se tornando muito comum para retirar sites do ar.
E o governo não se preocupa em esconder seus atos, o Ministério da Segurança do Irã anuncia ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, “fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço”. O ministério anunciou também a prisão de várias pessoas envolvidas com esses sites e criou um comitê regulatório para monitorar os usuários de internet no país.
Fonte: blog/carmadelio

CRISTÃO É CONDENADO A 5 ANOS DE PRISÃO NA ARGÉLIA POR HAVER DADO UM CD PARA O VIZINHO MUÇULMUNO


 "Ele deu um CD para um vizinho e vai sofrer cinco anos de cadeia”. Com estas poucas palavras, o pastor Mustapha Krim, presidente da Igreja Protestante da Argélia (EPA, na sigla em francês), resumiu para a Compass Direct News (30 de maio) a condenação do cristão evangélico Siaghi Krimo.
O tribunal do distrito ou cité de Djamel, em Oran, cidade portuária a 470 quilômetros a oeste da capital Argel, condenou o cristão a uma pena de cinco anos de cadeia e multa de 200.000 dinares (quase 2.760 dólares) por ter “ofendido” o Profeta. Krimo, casado e pai de uma menina de 9 meses, teve dez dias para apelar. A condenação foi sentenciada no último 25 de maio.
O homem foi preso com outro cristão, Sofiane, pelos serviços de segurança da Argélia, em 14 de abril. Solto depois de três dias, Krimo foi levado ao tribunal em 4 de maio. Quem acusou o cristão de proselitismo e blasfêmia contra o profeta Maomé foi seu vizinho muçulmano, a quem Krimo dera um CD e com quem discutira sobre a fé cristã.
Chama a atenção que todo o processo contra Krimo se desenrolou em ausência da única testemunha da suposta blasfêmia: o próprio vizinho muçulmano. Também faltou qualquer tipo de provas materiais. Este “detalhe” não impediu o juiz de ir além da pena exigida pelo representante da fiscalização. A pena preventiva proposta era de dois anos, com multa de 50.000 dinares, mas o juiz infligiu ao réu o castigo máximo previsto no Código Penal da Argélia pela violação do artigo 144.
Esse artigo, que poderia ser definido como a versão argelina da infame lei paquistanesa da blasfêmia, prevê condenações preventivas de até cinco anos de prisão para quem ofender o Profeta ou “os mensageiros de Deus”, e também para quem “denegrir os dogmas e preceitos do islã através de textos escritos, desenhos, declarações ou qualquer outro meio” (Compass).
A rigidez da condenação deixou a comunidade cristã da região boquiaberta. “Se eles começarem a aplicar a lei desse jeito, significa que não existe respeito pelo cristianismo”, declarou o diretor da EPA, Mustapha Krim, que teme o pior. “Muitos cristãos da Argélia vão parar na cadeia”, disse a Compass. “Se o simples fato de dar um CD para o vizinho vai custar cinco anos de cadeia, então é uma catástrofe”.
O advogado de Krimo, Mohamed Ben Belkacem, afirmou que a sentença foi inesperadamente dura, refletindo o preconceito do poder para com os cristãos. “Não esperávamos uma sentença dessas”, confessou a Compass. “O juiz castigou os cristãos, não só o acusado. Não havia provas, mas o tribunal não aceitou as circunstâncias atenuantes”, continuou o advogado, que lembrou que Krimo tinha “boas relações” com os vizinhos e que se proclamou inocente. “Meu cliente negou ter insultado o Profeta e não há nenhuma prova material que fundamente essa acusação”, destacou Ben Belkacem.
Existem especulações de que o tribunal tenha sido pressionado a condenar o cristão a uma pena exemplar. “O juiz teria eximido Krimo de todas as acusações, em circunstâncias normais, mas acho que recebeu ordens superiores para ser tão duro”, declarou um representante da EPA, citado pela organização International Christian Concern (28 de maio).
Para analistas, a sentença reflete uma nova postura do governo do presidente Abdelaziz Bouteflika (no poder desde 1999) contra as igrejas evangélicas. Simbólica para o clima instalado no país é a decisão do governador ou wali da província de Bejaia (ou Bugia), Ahmed Hammou Touhami, de ordenar o fechamento definitivo dos sete lugares de culto protestantes dessa província nordestina, dois dos quais na cidade de Cabilia.
Em declaração enviada à EPA em 22 de maio, o governador explicou sua decisão escrevendo que todas as igrejas da província eram ilegais por não estarem registradas pela autoridade, como obriga a lei nº 06-03 (ou 06-02 bis), conhecida como a Ordenança 06-03.
“Não somos contra o exercício de cultos diferentes do islã. Só convidamos as comunidades religiosas não muçulmanas a respeitar a lei”, defendeu-se o governador. “Pedimos que obedeçam à lei. Alguns fazem seus cultos em garagens” (Watan, 25 de maio).
Muito diferente é a versão proporcionada pela igreja protestante local. Segundo Mustapha Krim, “todas as medidas necessárias foram tomadas junto à Comissão Nacional dos Cultos e ao Ministério do Interior depois da promulgação da lei 06-03, para a regularização da nossa situação”. Ações que se mostraram inúteis, por causa de um “bloqueio” ministerial.
A norma, criada em 2006, é polêmica. Segundo estudiosos, ela gerou “uma zona cega em que o governo e a polícia têm margem para agir contra a igreja. Essa lei permite que o governo condene os crentes por sua fé ou por culto ilegal, mesmo com a constituição garantindo a liberdade religiosa” (Compass, 5 de outubro de 2010). Igualmente contundente é a opinião de Mustapha Krim, que confirma o uso instrumentalizado e até “inquisidor” da lei contra os cristãos (Watan, 25 de maio).
Para o advogado Ben Belkacem, “os cristãos vivem uma situação muito difícil na Argélia”. “São tolerados por motivos de política exterior, mas na realidade não têm nenhuma liberdade de culto, já que nenhuma associação é reconhecida, apesar dos muitos esforços”(Compass, 25 de maio).
Tampouco Watan tem dúvidas. “A intolerância oficial continua fazendo estragos” na Argélia, um país onde “ter o Evangelho ou bíblias converteu-se em crime com pena de cárcere”. O jornal acusa as autoridades de fazer o mesmo jogo dos integralistas e fundamentalistas, em particular da Frente Islâmica de Salvação (FIS). 
Como recorda Compass, a Argélia conta hoje com mais de 99.000 cristãos, que representam menos de 0,3% da população, composta por 35,4 milhões de habitantes.
Fonte: http://www.zenit.org
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