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Papa Francisco envia uma vídeomensagem aos poloneses pela canonização de João Paulo II



Papa Francisco e João Paulo II. Foto: 2papisanti.org
VATICANO, 25 Abr. 14 / 03:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco enviou uma vídeomensagem aos fiéis da Polônia por ocasião da canonização de João Paulo II, na qual destacou o trabalho evangelizador do futuro santo, de quem disse “se deu todo a todos”.
Na mensagem, retransmitida pela rádio e televisão polonesa, o Santo Padre também destacou as grandes potencialidades de fé e prática cristã da Igreja na Polônia, a qual agradeceu pelo dom de João Paulo II.
A seguir, a íntegra da mensagem graças à tradução da Rádio Vaticano:
Caros compatriotas do Beato João Paulo II!
Está próxima a canonização de um grande homem e um grande Papa, que fez história com o nome de João Paulo II. Estou feliz por ter sido chamado para proclamar sua santidade, no próximo Domingo da Divina Misericórdia, na conclusão das Oitavas de Páscoa. Sou grato a João Paulo II, como todos os membros do Povo de Deus, pelo seu serviço incansável, sua guia espiritual, por ter introduzido a Igreja no terceiro milênio da fé  pelo seu testemunho extraordinário de santidade.

“Peçamos que Maria nos introduza na alegria pascal”, disse o Papa no Regina Coeli



Vaticano, 21 Abr. 14 / 02:36 pm (ACI/EWTN Noticias).- Nesta Segunda-feira, no contexto da Oitava de Páscoa, o Papa Francisco presidiu a oração do Regina Caeli, e sublinhou que os cristãos podemos seguir desejando-nos Feliz Páscoa, como se o domingo de Ressurreição fosse um único dia. “É o grande dia que o Senhor fez.”
“Boa Páscoa! “Cristòs anèsti! – Alethòs anèsti!”, “Cristo ressuscitou! – Verdadeiramente ressuscitou!”. Está entre nós, aqui, na praça! (...) O sentimento dominante que transparece dos relatos evangélicos da Ressurreição é a alegria repleta de estupor, mas um estupor grande! A alegria que vem de dentro! E na Liturgia nós revivemos o estado de espírito dos discípulos pela notícia que as mulheres tinham levado: Jesus ressuscitou! Nós O vimos!”, disse o Santo Padre no início de seu discurso.
“Deixemos que esta experiência, impressa no Evangelho, se imprima também nos nossos corações e transpareça na nossa vida. Deixemos que o estupor jubiloso do Domingo de Páscoa se irradie nos pensamentos, nos olhares, nas atitudes, nos gestos e nas palavras... Mas isso não é uma maquiagem! Vem de dentro, de um coração imerso na fonte desta alegria, como o de Maria Madalena, que chorou pela perda do seu Senhor e não acreditava nos seus olhos vendo-o ressuscitado”, destacou.
O Papa convidou os milhares de peregrinos e fiéis congregados na Praça de São Pedro em Roma que nestes dias de oitava Pascal, olhem para Maria, testemunha fiel da Ressurreição do Senhor:
“Nesta semana, fará bem a nós pegar o Livro do Evangelho e ler aqueles capítulos que falam da Ressurreição de Jesus. Fará tanto bem a nós! Pegar o Livro, procurar os capítulos e lê-los. Também fará bem a nós, nesta semana, pensar na alegria de Maria, a Mãe de Jesus. Como a sua dor foi íntima, a ponto de transpassar a sua alma, assim a sua alegria foi íntima e profunda, e dessa os discípulos puderam partilhar.”

Papa Francisco: a Ressurreição não é o final feliz de uma linda fábula, mas a intervenção da força de Deus


Foto: ACI Digital
Vaticano, 16 Abr. 14 / 12:45 pm (ACI/EWTN Noticias).- Antes da Oração do ângelus desta Quarta-feira, 16,  o Papa Francisco refletiu que a Ressurreição é a intervenção da força de Deus quando toda esperança parece perdida e não “o final feliz de uma linda fábula”.
Em Praça de São Pedro que recebeu mais de 30 mil fiéis e peregrinos provenientes de várias partes do mundo, O Santo Padre afirmou que “olhando Jesus na sua paixão, nós vemos como num espelho os sofrimentos da humanidade e encontramos a resposta divina ao mistério do mal, da dor e da morte.
“Muitas vezes, sentimos horror pelo mal e pela dor que nos circunda e nos perguntamos como Deus permite o sofrimento e a morte, principalmente dos inocentes. Quando vemos as crianças sofrerem, é uma ferida no coração. E Jesus toma todo este mal, este sofrimento sobre si”, afirmou.
Francisco explicou aos fiéis que “nós esperamos que Ele, na sua onipotência, derrote a injustiça, o mal, o pecado e o sofrimento com uma vitória divina triunfante”.
“Ao contrário, Deus nos mostra uma vitória humilde, que humanamente parece uma falência”, enfatizou.

Audiência: na Semana Santa, nos fará bem beijar o crucifixo e agradecer ao Senhor


Cidade do Vaticano (RV) – A ressurreição de Jesus não é o final feliz de uma linda fábula, mas a intervenção de Deus Pai: palavras de Francisco na Audiência Geral desta manhã, na Praça S. Pedro.
Antes da catequese, o Pontífice fez o giro da Praça de papamóvel, para saudar os mais de 30 mil fiéis e peregrinos provenientes de várias partes do mundo.
Ao tomar a palavra, Francisco falou da liturgia do dia, que nos apresenta a narração da traição de Judas, como se Jesus tivesse um preço e estivesse num mercado. Este ato dramático marca o início da Paixão de Cristo, um percurso doloroso que Ele escolhe com absoluta liberdade e que atinge o ponto mais profundo na morte de cruz: morre como um derrotado, um falido!
Olhando Jesus na sua paixão, nós vemos como num espelho os sofrimentos da humanidade e encontramos a resposta divina ao mistério do mal, da dor e da morte. Tantas vezes, sentimos horror pelo mal e pela dor que nos circunda e nos perguntamos como Deus permite o sofrimento e a morte, principalmente dos inocentes. Quando vemos as crianças sofrerem, é uma ferida no coração. E Jesus toma todo este mal, este sofrimento sobre si.
Nós esperamos que Ele, na sua omnipotência, derrote a injustiça, o mal, o pecado e o sofrimento com uma vitória divina triunfante. Ao contrário, Deus nos mostra uma vitória humilde, que humanamente parece uma falência.
Mas, aceitando esta falência por amor, supera-a e vence-a. “Vence na falência”, explicou o Papa. Trata-se de um mistério desconcertante Se, depois de todo o bem que realizara, não tivesse existido esta morte tão humilhante, Jesus não teria mostrado a medida total do seu amor. A falência histórica de Jesus e as frustrações de muitas esperanças humanas são a estrada mestra, por onde Deus realiza a nossa salvação. É uma estrada que não coincide com os critérios humanos; pelo contrário, inverte-os: pelas suas chagas fomos curados.
Quando tudo parece perdido, é então que Deus intervém com a força da ressurreição.
A ressurreição de Jesus não é o final feliz de uma linda fábula, mas a intervenção de Deus Pai, quando toda a esperança humana já tinha desmoronado. E também nós somos chamados a seguir Jesus por este caminho de humilhação.

Vaticano desmente suposta audiência do teólogo da libertação Frei Betto com o Papa Francisco


ROMA, 15 Abr. 14 / 05:58 pm (ACI).- Após certa controvérsia gerada por meios que qualificaram erroneamente o breve encontro entre Francisco e o teólogo da libertação, Frei Betto, como “audiência privada”, o Vaticano afirmou que o Papa e o controvertido dominicano brasileiro jamais tiveram um diálogo. Frei Betto simplesmente esteve presente no beija-mão, um ato que o Papa realiza com dezenas de sacerdotes e leigos ao final das audiências gerais das quartas-feiras.
O L’Osservatore Romano, publicou uma nota traduzida ao português no dia 14 de abril afirmando: “Ao contrário do publicado ontem, 10 de abril, por alguns meios de comunicação, não houve audiência em Santa Marta do Papa Francisco com Frei Betto mas, como de costume, no final da audiência de quarta-feira com os fiéis, apenas um breve encontro no adro da Praça de São Pedro, durante o qual o Pontífice se limitou a escutá-lo e saudá-lo.”
Por sua parte, o Padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé também ofereceu eswclarecimento aos fatos indicando que o Papa não recebeu Frei Betto, houve apenas “uma saudação de passagem, como parte do chamado ‘beija-mão’ ao final da audiência geral”. 

O Papa Francisco lavará os pés de deficientes físicos de diferentes idades, sexo, raça e religião


Papa Francisco na Quinta-Feira Santa de 2013. Foto: News.va
VATICANO, 14 Abr. 14 / 03:21 am (ACI/EWTN Noticias).- Este ano o Papa Francisco lavará os pés de doze deficientes físicos de diferentes idades, sexo, raça e religião, durante a missa da Ceia do Senhor da Quinta-Feira Santa que celebrará no Centro Santa Maria da Providência de Roma.
O diretor do centro, Salvatore Provenza, explicou ao grupo ACI que os pacientes têm entre 20 e 70 anos de idade e foram escolhidos “em função de suas deficiências, relacionadas em sua grande maioria com doenças degenerativas e problemas neuromotores”.
“Queremos representar todas as patologias que tratamos, e dar valor à reabilitação e dignidade aos doentes. Assim como fez o nosso fundador Pe. Gnocchi com os feridos da Segunda Guerra Mundial”, disse.
Provenza assinalou que os pacientes “ainda não sabem que o Papa lhes lavará os pés” e “serão informados nos próximos dias”. Entre estas pessoas há doentes de Parkinson, Alzheimer, esclerose, ictus cerebral e deficientes por acidentes.
O Centro Santa Maria da Providência, pertencente à Fundação Pe. Carlo Gnocchi, foi escolhido pelo Papa Francisco depois do pedido feito por Dom Angelo Bazzari, presidente desta fundação, durante uma audiência geral no Vaticano.
“Disse-lhe ao Papa que se no ano passado por ocasião da Quinta-Feira Santa foi a uma prisão para menores Casal del Marmo, próxima a nosso centro, que nós trabalhamos com pessoas frágeis e sua visita seria uma alegria”, explicou Provenza.

O Papa alenta a meditar na Semana Santa sobre quem somos diante de Jesus que sofre



Papa Francisco. Foto: Grupo ACI
VATICANO, 14 Abr. 14 / 12:30 am (ACI/EWTN Noticias).- Em sua homilia da missa de Domingo de Ramos, o Papa Francisco exortou os fiéis a meditar sobre a paixão de Jesus durante a Semana Santa, perguntando-nos “quem sou eu, diante de Jesus que sofre?”.
Na Missa de hoje, com a qual se inicia a Semana Santa, o Papa Francisco usou um báculo pastoral de madeira, trabalhado de um tronco de oliveira, doado por um grupo de detentos da Casa de Detenção de Sanremo.
Conforme informa a Rádio Vaticana, o Papa indicou que “esta semana começa com a procissão festiva com os ramos de oliveira: todo o povo acolhe Jesus. As crianças, os jovens cantam, louvam Jesus. Mas esta semana segue adiante no mistério da morte de Jesus e da sua ressurreição”.
“Ouvimos a Paixão do Senhor. Fará bem a nós nos fazermos somente uma pergunta: quem sou eu? Quem sou eu diante do meu Senhor? Quem sou eu diante de Jesus que entra em festa em Jerusalém? Sou capaz de exprimir a minha alegria, de louvá-Lo? Ou tomo distância? Quem sou eu, diante de Jesus que sofre? Escutamos tantos nomes, tantos nomes”.
Francisco assinalou que “O grupo de líderes, alguns sacerdotes, alguns fariseus, alguns mestres da lei, que tinham decidido matá-Lo. Esperavam a oportunidade para prendê-Lo. Eu sou como um deles? Escutamos também um outro nome: Judas. 30 moedas. Sou como Judas? Ouvimos também outros nomes: os discípulos que não entendiam nada, que adormeciam enquanto o Senhor sofria”.
“A minha vida está adormecida? Ou sou como os discípulos, que não entendiam o que era trair Jesus? Como aquele outro discípulo que queria resolver tudo com a espada: sou como eles?”.

Papa Francisco reitera pedido de perdão por abusos e sustenta que a Igreja não dará um passo atrás em sua luta


VATICANO, 11 Abr. 14 / 12:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao receber esta manhã a uma delegação do Escritório Internacional Católico da Infância (BICE), o Papa Francisco reiterou o pedido de perdão pelos abusos sexuais cometidos por alguns membros do clero e sustentou que “não vamos dar um passo atrás no que se refere ao tratamento destes problemas e as sanções que se devem impor”.
Em seu discurso aos membros da BICE, instituída depois da intervenção do Papa Pio XII em defesa das crianças ao fim da Segunda guerra mundial, o Santo Padre disse sobre o tema dos abusos sexuais que “me sinto interpelado a me encarregar de todo o mal que alguns sacerdotes - muitos, muitos em número, não em comparação com a totalidade -, de encarregar-me e pedir perdão pelo dano que causaram pelos abusos sexuais de crianças”.
“A Igreja é consciente deste dano, que é um dano pessoal, moral, deles, mas homens de Igreja. E não vamos dar um passo atrás no que se refere ao tratamento destes problemas e às sanções que se devem impor, ao contrário acredito que devemos ser muito fortes, com as crianças não se brinca”.
Em nossos dias -disse logo o Papa- é importante levar adiante os projetos contra o trabalho escravo, contra o recrutamento de meninos soldados e qualquer tipo de violência sobre os menores. Dito em positivo, é preciso reafirmar o direito das crianças crescerem em uma família, com um pai e uma mãe capazes de criar um ambiente idôneo para seu desenvolvimento e sua maturidade afetiva. Seguir amadurecendo em relação, em confrontação, com o que é a masculinidade e a feminilidade de um pai e uma mãe, e assim cosntruir sua maturidade afetiva''.

Na íntegra: Exortação Apostólica Evangelii Gaudium do Papa Francisco



No último domingo (24), Papa Francisco fez a entrega simbólica de sua primeira Exortação Apostólica Evangelii Gaudium – A alegria do Evangelho. O documento fala principalmente sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual. O Papa convida a todos os fiéis cristãos a “recuperar o frescor original do Evangelho” encontrando métodos criativos e a afirma esperar que todas as comunidades se esforcem “para avançar no caminho duma conversão pastoral e missionária”. Leia a Exortação na íntegra:

Exortação Apostólica Evangelii Gaudium de Papa Francisco

AO EPISCOPADO, AO CLEROÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E AOS FIÉIS LEIGOS
SOBRE O ANÚNCIO DO EVANGELHONO MUNDO ATUAL
Evangelii Gaudium

1. A ALEGRIA DO EVANGELHO enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria. Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos.

1. Alegria que se renova e comunica

2. O grande risco do mundo atual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus, já não se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida. Esta não é a escolha duma vida digna e plena, este não é o desígnio que Deus tem para nós, esta não é a vida no Espírito que jorra do coração de Cristo ressuscitado.
3. Convido todo o cristão, em qualquer lugar e situação que se encontre, a renovar hoje mesmo o seu encontro pessoal com Jesus Cristo ou, pelo menos, a tomar a decisão de se deixar encontrar por Ele, de O procurar dia a dia sem cessar. Não há motivo para alguém poder pensar que este convite não lhe diz respeito, já que «da alegria trazida pelo Senhor ninguém é excluído». Quem arrisca, o Senhor não o desilude; e, quando alguém dá um pequeno passo em direcção a Jesus, descobre que Ele já aguardava de braços abertos a sua chegada. Este é o momento para dizer a Jesus Cristo: «Senhor, deixei-me enganar, de mil maneiras fugi do vosso amor, mas aqui estou novamente para renovar a minha aliança convosco. Preciso de Vós. Resgatai-me de novo, Senhor; aceitai-me mais uma vez nos vossos braços redentores». Como nos faz bem voltar para Ele, quando nos perdemos! Insisto uma vez mais: Deus nunca Se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir a sua misericórdia. Aquele que nos convidou a perdoar «setenta vezes sete» (Mt 18, 22) dá-nos o exemplo: Ele perdoa setenta vezes sete. Volta uma vez e outra a carregar-nos aos seus ombros. Ninguém nos pode tirar a dignidade que este amor infinito e inabalável nos confere. Ele permite-nos levantar a cabeça e recomeçar, com uma ternura que nunca nos defrauda e sempre nos pode restituir a alegria. Não fujamos da ressurreição de Jesus; nunca nos demos por mortos, suceda o que suceder. Que nada possa mais do que a sua vida que nos impele para diante!

O Papa consagrará o mundo ao Imaculado Coração de Maria junto da Imagem da Virgem de Fátima



FATIMA, 14 Ago. 13 / 10:50 am (ACI/EWTN Noticias).- O Bispo da Leiria-Fátima (Portugal), Dom Antonio Marto, anunciou que a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que é venerada em seu santuário na Capelinha das Aparições, será levada a Roma nos dias 12 e 13 de outubro com ocasião da Jornada Mariana promovida pelo Vaticano.
No dia 13 de outubro, junto da Imagem de Nossa Senhora, o Papa Francisco fará a consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria. Nesse mesmo dia em 1917, e como cumprimento da promessa da Mãe de Deus, ocorreu o chamado "Milagre do sol" que foi testemunhado por 70 mil pessoas.
Assim o indica uma nota publicada no site do Santuário de Fátima, na qual se explica que a Jornada Mariana é promovida pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, presidido pelo Arcebispo italiano Dom Rino Fischella.
A Jornada Mariana, assinala a nota, "é um dos grandes eventos pontifícios previstos no calendário de celebração do Ano da Fé e congregará em Roma centenas de movimentos e instituições ligadas à devoção mariana".
Em carta dirigida ao Bispo da Leiria-Fátima, Dom Antonio Marto, o Arcebispo Fisichella escreve que "todas as realidades eclesiais da espiritualidade mariana" estão convidadas a participar desta Jornada. Nos dia 12 de outubro se fará uma peregrinação ao túmulo do apóstolo São Pedro, assim como vários outros momentos de oração e de meditação.

O Papa: Tenho medo dos cristãos quietos: Sejam inquietos porque o amor de Jesus vale a pena



BUENOS AIRES, 14 Ago. 13 / 12:22 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco enviou uma carta ao Bispo de Concepção, na província argentina de Tucumán, Dom José María Rossi, pelas bodas de ouro que esta jurisdição eclesiástica acaba de celebrar. Na missiva, referiu-se a três "palavras": caminhar, tornar-se discípulo e anunciar. Também lhes pediu: "Sejam inquietos porque o amor que Jesus nos dá vale a pena".
Esta é a carta na íntegra:
"Nestes dias a diocese da Santíssima Concepção celebrará seu 50º aniversário. Quero, nesta ocasião, estar muito próximo a Vocês. Não posso esquecer os dias passados aí durante os Exercícios do Clero. Lembro-me dos rostos dos padres e rezo por eles".
Agora estendo mais meu olhar e o meu coração para cada um dos fiéis e me uno à celebração e à alegria de todos vocês. Nestes cinquenta anos fizeram caminho e um caminho de discípulos de Jesus e anunciadores do Evangelho: discípulos e missionários, para que todos os diocesanos tenham vida em abundância.
Caminhar, deixar-se discipular e anunciar. Três palavras. ‘Caminhar’: Vocês sabem que tenho medo dos cristãos quietos. Terminam como a água estancada. ‘Deixar-se discipular’: também me dão medo os que acreditam que ‘sabem tudo’, os autossuficientes. Sem notar, vão fechando seu coração ao Senhor; terminam centrados em si mesmos.

A última meditação do Conclave antes de eleger o Papa Francisco



VATICANO, 14 Ago. 13 / 04:43 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Vaticano publicou o texto da meditação final que o Cardeal Prosper Grech, agostinho de 87 anos e portanto não eleitor, fez diante dos 114 cardeais que elegeram o Papa Francisco. O texto está no boletim oficial "Acta Apostolicae Sedis".
Está escrito em latim, dado que os documentos reproduzidos lá estão em seus idiomas originais. Suas páginas podem ser lidas online no site do Vaticano. Desde 2003 se publica em fascículos mensais com as páginas numeradas a partir de janeiro. Seu último fascículo publicado é também o primeiro do pontificado do Papa Francisco.
O vaticanista italiano Sandro Magister assinala que neste último número se incluem, entre outras, as atas do conclave que em 13 de março de 2013 elegeu o Papa. A novidade deste boletim –anteriormente coberto pelo segredo– é o texto íntegro da meditação de 12 de março do Cardeal Grech no que o Cardeal expõe "o que Cristo quer de sua Igreja".
A seguir uma introdução e dez importantes passagens da meditação divulgadas por Magister:
"Não tenho nenhuma intenção de fazer o identikit do novo Papa, e muito menos apresentar um plano de trabalho ao futuro pontífice. Esta tarefa delicadíssima é tarefa do Espírito Santo, quem nas últimas décadas nos presenteou com uma série de ótimos pontífices santos. Minha intenção é extrair das Sagradas Escrituras algumas reflexões para fazer entender o que Cristo quer de sua Igreja.
Evangelho sem ofertas
Após a sua ressurreição, Jesus enviou os apóstolos ao mundo inteiro, para fazer discípulos de todos os povos e batizá-los em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 29, 19). A Igreja faz isto apresentando o Evangelho sem rebaixá-lo, sem diluir a palavra. […] Quando se descende a compromissos com o Evangelho acontece o esvaziamento do seu "dynamis", como se se retirasse de uma granada o trinitrotolueno contido nela.

O Papa às seleções da Itália e Argentina: Rezem por mim para que jogue uma partida honesta e corajosa no "campo" de Deus



VATICANO, 13 Ago. 13 / 02:23 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao receber em audiência nesta manhã aos jogadores das seleções de futebol da Argentina e Itália, que jogarão um amistoso em homenagem ao Papa Francisco, o Santo Padre lhes pediu que "rezem por mim, para que também eu, no "campo" no qual Deus me colocou, possa jogar uma partida honesta e corajosa pelo bem de todos nós".
O Santo Padre também assegurou aos jogadores de futebol que "rezo por vocês, para que possam levar adiante esta vocação tão nobre do esporte. Peço ao Senhor que abençoe vocês e à Virgem Mãe que os proteja".
Em seu discurso, iniciado em italiano, Francisco reconheceu que "será um pouco difícil, para mim, torcer, mas felizmente é um amistoso… e que seja realmente assim, eu recomendo!".
O Papa assinalou aos jogadores que "são muito populares: o povo segue muito vocês, não somente quando vocês estão em campo, mas também fora. Esta é uma responsabilidade social!".
"No jogo, quando vocês estão em campo, encontra-se a beleza, a gratuidade e o companheirismo. Se em uma partida falta isto, perde a força, mesmo se o time vence. Não há lugar para o individualismo, mas tudo é coordenação pelo time".
O Santo Padre sublinhou que "talvez estas três coisas: beleza, gratuidade, companheirismo encontrem-se resumidas em um termo esportivo que não se deve nunca abandonar: "amadorismo", amador".
"Um esportista, mesmo sendo profissional, quando cultiva esta dimensão de "amador", faz bem à sociedade, constrói o bem comum a partir dos valores da gratuidade, do companheirismo, da beleza".

Messi depois de cumprimentar o Papa: "Um dos momentos mais especiais da minha vida"



Lionel Messi na conferência de imprensa em Roma (foto Grupo ACI)
ROMA, 13 Ago. 13 / 03:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco recebeu nesta manhã na Sala Clementina do Palácio Apostólico o melhor jogador de futebol do mundo, Lionel Messi, quem assegurou ter vivido nesta manhã um dos momentos mais especiais de sua vida ao cumprimentar o Pontífice.
"Sem dúvida foi um momento muito especial, certamente um dos mais especiais que já tive na vida", explicou Messi emocionado na conferência de imprensa com os jornalistas, celebrada na Casina Pio VI do Vaticano, sede da Pontifícia Academia das Ciências, poucos minutos depois do encontro com o Papa.
"Tive oportunidade de me aproximar, cumprimenta-lo, foi rápido, havia muita gente... o momento foi lindo, mas não tive a oportunidade de falar muito mais".
"Foi um dia muito especial para nós e tê-lo tão perto foi um momento muito lindo, e muito significativo para nós os argentinos, que ele seja do nosso país. Para nós é muito especial e a verdade é que foi um momento inesquecível e estamos muito contentes", assegurou Messi.
O jogador argentino chegou a Roma acompanhado pela seleção argentina de futebol, que disputará nesta quarta-feira, 14 de agosto, um amistoso contra a Seleção Italiana em homenagem ao Papa Francisco.

Que os pais não se cansem de educar os filhos como cristãos, alenta o Papa


MEXICO D.F., 13 Ago. 13 / 07:00 am (ACI).- O Papa Francisco exortou a dar às crianças, adolescentes e jovens, "o melhor que temos: Cristo, Salvador e Amigo que nunca falha", em uma carta enviada em ocasião dos 200 anos da conclusão da construção da Catedral Metropolitana do México.
No texto divulgado pelo Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), o Santo Padre escreve: "assumamos também o desafio de olhar para o futuro com esperança. Que ninguém nos roube a esperança! Alimentemo-la, vindo ao primeiro templo diocesano. A Palavra de Vida que ressoa na Catedral Metropolitana do México tem que prolongar-se no futuro, tem que enraizar-se no coração das crianças, dos adolescentes e jovens".
"Eles são uma janela aberta à ilusão e ao entusiasmo. Temos que dar-lhes o melhor que temos: Cristo, Salvador e Amigo que nunca falha. Isto compete, acima de tudo, aos pais e mães de família, que têm na educação cristã de seus filhos a maior de suas obrigações, da qual não podem cansar-se, e que têm que realizar contando não somente com as suas energias, mas, sobretudo, apoiados na oração".
Na missiva dirigida ao Cardeal Norberto Rivera, Arcebispo Primado do México, o Papa assinala que "da história deste templo podemos tirar lições para nossa vida cristã. Quantas pessoas o terão visitado para encontrar-se com o Senhor! Suas pedras são testemunhas silenciosas de muitos que entraram nele para abrir seu coração a Deus, pedir seu perdão, suplicar favores, louvá-lo e exaltá-lo por todo o amor que nos manifesta todos os dias".

O Papa Francisco exorta a defender a vida desde a concepção, na mensagem para a Semana Nacional da Família no Brasil


VATICANO, 12 Ago. 13 / 01:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- A vida humana deve ser defendida "sempre", desde o ventre materno, reconhecendo nela um dom de Deus e uma "garantia do futuro da humanidade", afirmou o Papa Francisco em uma mensagem para a Semana Nacional da Família, que começou ontem no Brasil.
Conforme assinala a Rádio Vaticano, o Papa inicia sua mensagem afirmando que ainda conserva "vivas no coração as alegrias que me foram proporcionadas" durante a viagem ao Brasil pela Jornada Mundial da Juventude celebrada faz uns dias no Rio de Janeiro.
O Papa animou os pais na "nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, ‘é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos’"?".
Os pais, prosseguiu o Papa, foram chamados "a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus".
"De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida".

O Papa espera converter os promotores do aborto com amor e misericórdia, diz Cardeal O’Malley


Cardeal Sean O'Malley na conferência dos Cavalheiros de Colombo (foto Cavalheiros do Colombo)
SAN ANTONIO, 08 Ago. 13 / 02:48 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo de Boston (Estados Unidos), Cardeal Sean O’Malley, assinalou que o Papa Francisco quer converter, inclusive os que promovem o aborto no mundo, com o amor e a misericórdia.
Assim indicou o Cardeal em sua conferência aos Cavalheiros de Colombo em sua 131ª convenção que se realiza na cidade de Santo Antônio, no estado do Texas (Estados Unidos).
Em referência ao fato de que alguns achem que o Papa Francisco "deveria falar mais sobre o aborto", o Cardeal assegurou que o Santo Padre se concentra em falar "do amor e da misericórdia para dar o contexto da Igreja quanto ao ensinamento em matéria do aborto".
"Somos contrários ao aborto não porque sejamos antiquados, mas sim porque amamos as pessoas. E isso é o que devemos mostrar ao mundo", assegurou. O amor, precisou, "está por trás da grande preocupação da Igreja pelos nascituros".
O Arcebispo de Boston disse também que "devemos ser melhores pessoas, devemos amar todas as pessoas, inclusive os que promovem o aborto já que só o amor e a misericórdia abrirão os corações dos que o tem endurecido nesta era do individualismo".
"O Santo Padre nos mostra claramente que nossa batalha não é só política e leiga, mas devemos evangelizar e humanizar a cultura para que o mundo seja seguro para os nascituros, os idosos e os que não produzem".
O Cardeal destacou também que "o Evangelho da Vida é um Evangelho de misericórdia. Se vamos ser escutados no mundo de hoje, será porque as pessoas reconhecem a autenticidade de nossas vidas e nossa dedicação para construir uma civilização do amor".

Não se pode anunciar a Cristo sem a Igreja, diz o Papa Francisco



VATICANO, 06 Ago. 13 / 03:52 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua mensagem pelo 87º Dia Mundial das Missões divulgada hoje e que se celebra em 20 de outubro, o Papa Francisco afirma que todo batizado tem o dever de anunciar o Evangelho, Cristo, mas este anúncio não pode fazer-se sem a Igreja. O Santo Padre explica também que para este anúncio a pessoa deve ser capaz de aceitar a fé e deve ter a coragem de pôr sua confiança em Deus.
As origens deste Dia remontam ao ano 1926, quando a Obra da Propagação da Fé, por sugestão do Círculo missionário do Seminário da cidade italiana de Sassari, propôs ao Papa Pio XI convocar um dia anual a favor da atividade missionária da Igreja universal. A petição foi acolhida favoravelmente e no ano seguinte (1927) foi celebrado o primeiro "Dia Mundial das Missões para a propagação da fé", estabelecendo que este seja comemorado cada penúltimo domingo de outubro, tradicionalmente reconhecido como mês missionário por excelência.
A seguir a íntegra da mensagem do Papa Francisco:
"Queridos irmãos e irmãs,
Este ano celebramos o Dia Mundial das Missões enquanto se está concluindo o Ano da Fé, ocasião importante para reforçar a nossa amizade com o Senhor e o nosso caminho como Igreja que anuncia com coragem o Evangelho. Nesta perspectiva, gostaria de propor algumas reflexões.
1. A fé é um dom precioso de Deus, o qual abre a nossa mente para que possamos conhecê-Lo e amá-Lo. Ele quer entrar em relação conosco para fazer-nos participar da sua própria vida e tornar a nossa vida mais cheia de significado, melhor, mais bela. Deus nos ama! A fé, porém, pede para ser acolhida, pede, isso é, a nossa resposta pessoal, a coragem de confiar-nos a Deus, de viver o seu amor, gratos pela sua infinita misericórdia.
É um dom, então, que não é reservado a poucos, mas que vem oferecido com generosidade. Todos deveriam poder experimentar a alegria de sentir-se amado por Deus, a alegria da salvação! E é um dom que não se pode ter só para si mesmo, mas que deve ser compartilhado. Se nós queremos tê-lo somente para nós mesmos, nos tornaremos cristãos isolados, estéreis e doentes.

Bispo Auxiliar de Buenos Aires e amigo do Papa: Somente a “loucura da fé” explica a JMJ do Rio



Dom Eduardo García e o Papa Francisco
BUENOS AIRES, 05 Ago. 13 / 10:18 am (ACI/EWTN Noticias).- O Bispo Auxiliar de Buenos Aires (Argentina) e amigo do Papa Francisco, Dom Eduardo García, afirmou que "somente a loucura da fé" dos jovens permite explicar tudo o que aconteceu com os quase 4 milhões de jovens que se encontraram com o Santo Padre na praia de Copacabana no marco da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) realizada no Rio de Janeiro (Brasil).
O Prelado, que é Bispo Auxiliar de Buenos Aires há 10 anos quando já era Arcebispo desta cidade o então Cardeal Jorge Mario Bergoglio e agora Papa Francisco, fez um balanço da recente JMJ.
O também membro da Comissão de Comunicação tanto da Conferência Episcopal Argentina (CEA) como do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), assinalou que este grande evento foi "um passo de Deus. Foi maravilhoso. E é Deus o que passa, porque só assim se pode entender que 3 milhões de jovens tenham estado na praia para não ver o Papa, mas somente saber que estava, porque o viam pelos telões e era um pontinho branco, mas entretanto viver esta experiência forte de Igreja de saber que onde dois ou mais estão reunidos Ele está no meio, o Senhor Jesus.
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