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52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil


Brasília (RV) - A programação completa da 52ª Assembleia Geral (AG) dos Bispos do Brasil está em processo de finalização, mas já estão definidos os principais temas das plenárias, bem como os comunicados, celebrações especiais e reuniões dos quais os mais de 300 bispos deverão participar, entre os dias 30 de abril e 9 de maio, em Aparecida (SP). Além do tema central “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”, o Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida será palco de sete temas prioritários e outros dez temas diversos.
De acordo com o Presidente da CNBB, Cardeal Raymundo Damasceno Assis, estarão em destaque assuntos como a questão agrária, o papel dos cristãos leigos na Igreja e na sociedade e um documento sobre a realidade social do Brasil e as implicações nas Eleições 2014. Dentro dos temas diversos, haverá análises de conjuntura político-social e eclesial; a preparação para a 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, que debaterá os novos desafios da família para a nova evangelização; a exortação sobre a nova evangelização, do Papa Francisco; a avaliação e encaminhamento das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE) de 2015 a 2018; as consequências e desafios pastorais da Jornada Mundial da Juventude. Os Regionais da CNBB e a Amazônia também estão na pauta da AG.

Nos dias da Assembleia haverá ainda reuniões dos Conselhos Episcopais dos Regionais e dos bispos referenciais. Outros momentos estão reservados para comunicações das Comissões Episcopais, dos organismos do povo de Deus, do grupo de trabalho sobre o Concílio Vaticano II e das dioceses. Os desdobramentos e aplicações do acordo do Brasil com a Santa Sé, a administração do Pontifício Colégio Pio Brasileiro, a fala do presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) sobre a situação dos indígenas no Brasil, a Pastoral do Dízimo e os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida fazem parte das comunicações.

CNBB convida jovens para missão na Amazônia



Atendendo ao chamado de Cristo e da Igreja, as Comissões Episcopais para a Juventude; Amazônia; Ação Missionária e Cooperação Intereclesial; Missão Continental, pertencentes à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com apoio das Pontifícias Obras Missionárias (POM) lançam a primeira “Missão Jovem na Amazônia”. De 30 de novembro a 15 de dezembro, as dioceses de Roraima, Coari, Borba e Parintins serão o cenário do projeto que visa despertar o jovem para a vivência da vocação missionária, convivendo, conhecendo, aprendendo e trocando experiências na realidade amazônica das comunidades ribeirinhas e indígenas.
Para a participação na missão é preciso preencher um cadastro, que será disponibilizado durante todo o mês de maio, no site Jovens Conectados. Dos inscritos, serão selecionados aproximadamente 60 jovens de 18 a 35 anos advindos de todo o Brasil, que se dividirão em quatro grupos para as respectivas dioceses. 
Cada jovem deverá providenciar suas despesas de ida e volta até o local, porém, as comissões responsáveis pelo projeto proverão recursos para o desenvolvimento da missão na respectiva diocese que acolhe e esta providenciará meios de locomoção dentro do seu território, hospedagem e alimentação.
Os selecionados participarão de uma formação online ministrada pelos assessores da CNBB e das POM ligados ao projeto, juntamente com os jovens coordenadores de cada grupo missionário, nos meses que antecedem a viagem. Haverá ainda uma formação presencial com as equipes formadas, entre 30 de novembro a 2 de dezembro, em Manaus para estudo, convivência, celebração e envio à missão.
A experiência missionária terá duração de 10 dias em comunidades estabelecidas pela diocese escolhida e será embasada a partir do intercâmbio de experiências na vivência conjunta entre os jovens, ajudando a criar uma consciência mais aberta da Igreja que vai além dos limites dos seus grupos, pastorais, paróquias e cidades.

21 de outubro: Brasil celebra Dia Nacional da Valorização da Família



Foto: CNBB
BRASILIA, 18 Out. 13 / 01:20 pm (ACI).- No próximo 21 de outubro, o Brasil inteiro recorda o Dia Nacional da Valorização da Família, criado pela Lei n. 12.647, sancionada pela presidência da República em 2012.
Para a ocasião, o secretário geral da Conferência Nacional dos bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Ulrich Steiner junto do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Dom João Carlos Petrini, enviaram uma carta a todos os brasileiros reforçando o pedido de que todos os cidadãos valorizem o dom da família.
"A reflexão nos levou a sugerir que os Irmãos Bispos, nas Dioceses onde servem, possam aproveitar este dia em favor da evangelização da família brasileira, promovendo atividades e eventos que sinalizem nossa adesão católica", destacam Dom Leonardo e Dom Petrini. "Este dia pode tornar-se um precioso recurso para promover a Família como espaço privilegiado e insubstituível para que um homem e uma mulher possam, através do matrimônio, gerar e educar seus filhos no exercício da família cidadã", afirma a missiva dos prelados.
Segundo a CNBB, o objetivo da data que a partir de 2013 será comemorada anualmente é chamar a atenção dos governos e da sociedade para a importância da família como instituição fundamental do desenvolvimento humano.
Em outra mensagem, da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, o Pe. Wladimir Porreca encoraja os fiéis de toda as dioceses a abraçar com intensidade o
Dia da Valorização da Família recordando que a Família é lugar privilegiado para as relações humanas e todos precisamos da família estabelecida sobre a união matrimonial entre um homem e uma mulher.
“A Família é o patrimônio da humanidade”, recorda ainda a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, ecoando as palavras de Bento XVI.

A CNBB nasceu assim – 60 anos



Reproduzimos aqui o depoimento do primeiro secretário-geral da CNBB, dom Hélder Câmara, publicado por ocasião dos 25 anos da Conferência, no jornal O São Paulo (19-25/11/1977), no Comunicado Mensal n. 302, (novembro de 1977) e reeditado, em 2002, no livro “Presença Pública da Igreja”, por ocasião das comemorações dos 50 anos da CNBB. Ele apresenta alguns detalhes dos bastidores da criação da Conferência.
“Os homens se movem e Deus os conduz: eis o resumo das minhas impressões ao recordar o surgimento da CNBB e sua caminhada”
Hoje, é fácil ver como o Espírito de Deus, por meio de movimentos como o Movimento Bíblico, o Movimento Litúrgico e, sobretudo, a Ação Católica (Geral e depois Especializada), preparou o Concílio Vaticano II, completado, para os latino-americanos, pela Assembleia Latino-americana de Bispos, em Medellín.
Hoje, é fácil verificar como aludidos movimentos prepararam o surgimento das Conferências de Bispos, em plano nacional como a CNBB, ou continental como o CELAM (Conselho do Episcopado Latino-americano). O Espírito de Deus queria conduzir-nos à vivência da Colegialidade Episcopal e da co-responsabilidade de todo o Povo de Deus.
O Espírito de Deus, mantendo unida em torno de Cristo e de Pedro a Madre Igreja, santa e pecadora, queria conduzir-nos à vivência correta da Igreja local, em união com a Igreja de Cristo no mundo inteiro, em íntima sintonia com o Santo Padre, e a serviço dos homens, nossos irmãos.
Destacar ações pessoais em face de Movimentos cujo alcance último nem sempre entrevíamos; destacar ações pessoais quando as mesmas ideias andavam na cabeça e no coração de muitos, dá-me uma dupla impressão de apropriação indébita e consequente ridículo.
É verdade que, com 27 anos de idade, em 1936, a Providência me transferiu, de modo inesperado, para o Rio de Janeiro. Aí, fui levado a colaborar com d. Sebastião Leme e, a seguir, com d. Jaime Câmara. Um dia (sou fraco em datas), vi-me nomeado assistente geral da Ação Católica Brasileira. Em uma célebre Assembleia Geral da Ação Católica, os bispos presentes (recordo-me, entre outros, de d. Antonio Cabral, d. Fernando Gomes e de d. José Delgado) exigiram a criação de um Secretariado Nacional da Ação Católica. Lançaram até um desafio fraterno: se o Secretariado fosse fundado, depois de seis meses de funcionamento, os bispos do Brasil se encarregariam de mantê-lo.

Você tem filhos ou sobrinhos pequenos? Conheça os ‘Anjinhos do Brasil’.


Folha de São Paulo
Com o objetivo de explicar valores cristãos de forma lúdica e simples para crianças de 2 a 8 anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil lança oficialmente hoje o projeto Anjinhos do Brasil.
O site anjinhosdobrasil.com.br apresenta personagens de forma interativa, com músicas e jogos. A turma Anjinhos do Brasil tem ainda livros, adesivos e cartões.
Os primeiros personagens receberam nomes de virtudes –Coragem, Generosidade, Gentileza, Modéstia, Paciência, Presteza e Simplicidade– e vão contar histórias da Bíblia e da vida dos santos.
“Pais e padrinhos hoje têm pouco tempo para ficar com as crianças. Por isso aproveitamos esse momento pré-catequese”, afirma o padre Valdeir Goulart, diretor-geral das Edições CNBB.
Para Sergio Valente, criador do projeto e presidente da agência DM9DDB, ele vai além dos muros da igreja: “Os valores são importantes para qualquer um, independentemente de fé”.

BISPOS BRASILEIROS REALIZAM REVISÃO DO MISSAL ROMANO EM PORTUGUÊS


Segundo informou este 15 de dezembro a CNBB, a Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos (CETEL) está reunida para a revisão da 3ª edição típica do Missal Romano.
Segundo o Arcebispo de Mariana (MG), Dom Geraldo Lírio Rocha, que há pouco deixou a presidência da entidade, na liturgia, celebra-se não somente a vida de cada pessoa e de cada comunidade, mas o mistério pascal de Cristo.
“É importante reconhecer a necessidade de formação litúrgica mais intensa e mais profunda para favorecer uma participação mais ativa, mais consciente e mais proveitosa como ensinou o Concílio Vaticano II. E o empenho nessa formação deve atingir o clero, os religiosos e os leigos”, ressaltou Dom Geraldo em declarações reunidas pelo portal da CNBB.
O trabalho de revisão iniciou nesta quarta-feira, 14. Estão presentes o presidente da comissão Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA), além do Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira, do Arcebispo de Mariana, Dom Geraldo Lírio Rocha, Dom Manoel João Francisco, bispo de Chapecó (SC) e do Arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings.
A comissão é responsável por fazer a revisão dos textos litúrgicos. Para auxiliar nas traduções, os membros contam com a colaboração do Padre Gregório Lutz, do Padre José Carlos Sala, assessor de Música e do Padre Hernaldo Pinto Farias, assessor de Liturgia.
Fonte: ACI Digital

LANÇADA CAMPANHA MISSIONÁRIA DE 2011, "MISSÃO NA ECOLOGIA"



 “A Campanha Missionária deste ano nos conscientiza de que é preciso cuidar do planeta que Deus deixou a todos nós. A ligação ‘Missão na Ecologia’ vem justamente reafirmar a importância de cuidar da mãe terra para a sobrevivência da humanidade”.
A afirmação acima é do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sérgio Braschi, durante a coletiva de imprensa que lançou a Campanha Missionária de 2011, na tarde desta quarta-feira, 21, na sede nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) em Brasília.
De acordo com dom Sérgio, a Campanha sugere uma mudança de atitude e de comportamento para que possamos viver de maneira saudável no planeta. “Estamos numa sociedade globalizada em que o materialismo às vezes prevalece e com isso a ganância do ser humano para explorar os bens da natureza que faz com que se esgotem os seus mecanismos de sobrevivência para todos nós”, exortou.
Para o secretário executivo do Conselho Missionário Nacional (Comina) e assessor nacional da Comissão para a Animação Missionária da CNBB, padre José Altevir da Silva, o mês de outubro não deve limitar a dimensão missionária. Segundo ele, é o momento para dar visibilidade à dimensão missionária da Igreja que deve preencher de maneira integral a vida dos cristãos batizados. “Outubro não é o mês missionário, todos os dias da vida são missionários. Outubro vem apenas para fortalecer e dar visibilidade às atividades missionárias da Igreja e por isso devemos viver oportunamente nas comunidades a essência missionária desenvolvida pela Campanha Missionária através da temática proposta a cada ano”, disse.
Padre Altevir explicou ainda como se dá a ligação entre missão e ecologia, tema da campanha deste ano. “A primeira razão é que como batizado você é missionário e tem total responsabilidade sobre a obra da criação; por isso, deve lutar em defesa da vida do planeta”. Continuou: “Segundo porque todos os anos a Campanha Missionária se liga diretamente à Campanha da Fraternidade que este ano trouxe o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”, portanto, como cristãos, quando falamos em missão temos que olhar de maneira integral para a vida valorizando a criação de Deus”, justificou.

Materiais
O diretor nacional das POM, padre Camilo Pauletti, também frisou a importância da Campanha Missionária e seus subsídios para a vivência de maneira concreta do mês missionário nas comunidades. “Enviamos gratuitamente vários materiais que contêm experiências, informações, reflexões e dados que nos ajudam na vivência e conscientização da Campanha Missionária”, disse. O diretor comentou que, ao todo, foram enviados este ano à Igreja no Brasil cerca de 50 toneladas de material, o que significa em números 20 mil DVDs, 150 mil novenas missionárias, 150 mil cartazes, 10 milhões de folhetos e 12 milhões de envelopes para o gesto concreto.
Comentou que a resposta positiva do envio desses materiais tem surpreendido a cada ano. “No Brasil essa coleta tem crescido. De 2009 a 2010 houve um acréscimo de quase 35%. No ano passado a Campanha teve uma arrecadação de mais de 7 milhões de reais em doações pela Igreja no Brasil. Na Assembleia Geral das POM de todo o mundo, que acontece anualmente em Roma, este ano realizado no último mês de maio, fomos lembrados como exemplo a ser seguido de animação missionária e crescimento na coleta. Em outros países, por exemplo, da Europa e Estados Unidos essa contribuição tem diminuído. A coleta é importante porque depois é distribuída para países principalmente do continente africano que precisam de mais ajuda para a continuação da evangelização”, concluiu.

A missão na Igreja
Dom Sérgio Braschi lembrou que esse dinheiro ajuda substancialmente na evangelização missionária além-fronteiras. Destacou projetos da Igreja do Brasil em outros países como Haiti e também do projeto das igrejas irmãs desenvolvido em várias dioceses do país. “A Igreja no Brasil mantem uma comunidade de religiosas que trabalham com o povo pela reconstrução do país que já era o mais pobre das Américas e que depois teve sua situação agravada com o terremoto do ano passado”. Da mesma forma, “temos também a ação das igrejas irmãs, trata-se de parcerias entre dioceses, que enviam e acolhem agentes de pastoral para que a fraternidade, a solidariedade e o espírito missionário se concretizem de fato”, completou o bispo.
Além desses projetos citados, que têm parceria das Pontifícias Obras Missionárias, o dinheiro arrecadado é enviado para o Fundo Mundial de Solidariedade em Roma. De lá é enviado para projetos como a sustentação de dioceses, abertura e manutenção de seminários, financiamento de obras sociais, assistência aos missionários em todo o mundo.
Fonte: CNBB

CNBB DIVULGA NOTA SOBRE ÉTICA E TRANSPARÊNCIA


O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, durante coletiva de imprensa às 15h, uma nota intitulada “Ética e transparência”, falando de sua preocupação com as denúncias de corrupção na administração pública veiculadas na imprensa. A nota foi aprovada no final da manhã pelo Conselho que esteve reunido na sede da Conferência desde terça-feira, 9.

Na nota, os bispos reafirmam que os princípios éticos exigem apuração dos fatos e punição dos culpados. Diz, ainda, a nota que “a atuação de instituições do Estado no atual contexto revela solidez”, ao mesmo tempo em que cobra aperfeiçoamento da democracia através de “administração transparente” e de uma “profunda reforma política”.
Veja a íntegra da nota.

Ética e transparência

Nota da CNBB

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, reunido em Brasília, de 09 a 11 de agosto de 2011, refletiu sobre temas pastorais e suas implicações na vida do povo. Chamaram a atenção do Conselho as notícias veiculadas pela imprensa, nestes dias, sobre casos de denúncias de corrupção na administração pública, o que gera um clima de perplexidade, insegurança e indignação.

Os princípios éticos da verdade e da justiça exigem exemplar apuração dos fatos com a conseqüente punição dos culpados, porque não se pode transigir diante da malversação do emprego do dinheiro público. Sacrificar os bens devidos a todos é um crime que clama aos céus por lesar, sobretudo, os pobres.
A atuação de instituições do Estado no atual contexto revela solidez. Os fatos em visibilidade, no entanto, reforçam a necessidade do aperfeiçoamento da democracia, o que só ocorrerá por meio de uma administração transparente e de uma profunda Reforma Política.
Nossa Senhora Aparecida seja intercessora junto ao seu Filho Jesus para que os brasileiros e brasileiras contribuam para a construção da justiça e da paz no País, na harmonia e na esperança.
“Felizes os que têm fome e sede da justiça, porque serão saciados” (Mt 5,6).
Brasília, 11 de agosto de 2011
P – Nº 0783/11
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida - SP
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão-MA
Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Prelado de São Félix-MT
Secretário Geral da CNBB
Fonte: http://www.cnbb.org.br

BRASIL PARTICIPA DO CONGRESSO MUNDIAL DAS UNIVERSIDADES CATÓLICAS, NA ESPANHA

A cidade espanhola de Ávila foi palco do Congresso Mundial de Universidades Católicas e reuniu professores católicos de mais de 40 países e 166 universidades presentes para debater os rumos da Universidade no mundo. O congresso foi organizado pela Universidade Católica de Ávila e foi realizando durante a semana (8 a 13) que antecede a Jornada Mundial da Juventude em Madrid.
Durante o congresso, a cidade de Belo Horizonte (MG) foi escolhida como sede do próximo Congresso, que deve acontecer em 2013.
Houve conferências, mesas temáticas, que abordaram discutiram a Identidade e a Nova Evangelização das Universidades Católicas; A contribuição da educação católica universitária aos direitos humanos e a resposta da Universidade Católica aos grandes desafios da humanidade. Conferencistas de diferentes partes do mundo puderam dar as suas contribuições.
Esteve no evento, representando as instituições do Brasil, o Setor Universidades, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); representantes da arquidiocese de Belo Horizonte; Associação Nacional de Educação Católica (ANEC); Reitores e representantes das Pontifícias Universidades Católicas de: Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Goiás; e dos Centros Universitários de São Camilo e Salesianos; Pastoral Universitária de Cascavel e Faculdade de Pará de Minas (FAPAM).
Segundo um dos participantes, o professor Paulo Roberto de Sousa, “Foi uma grande oportunidade para se estimular o dialogo entre as Universidades católicas do mundo e discutir seus desafios contemporâneos”.
Fonte: www.cnbb.org.br

DOM CELLI: LINGUAGEM DA IGREJA DEVE SER COMPREENSÍVEL AO HOMEM DE HOJE

O I Seminário de Comunicação para os Bispos do Brasil que teve início nesta terça-feira no Rio de Janeiro conta também com a participação do Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, quem afirmou em uma entrevista publicada neste 14 de julho pela Rádio Vaticano que a Igreja deve usar uma linguagem compreensível ao homem de hoje, necessitado de silêncio para melhor ouvir a boa nova e compreender-se a si mesmo. 
"Creio que seja uma etapa muito importante iniciada com os bispos brasileiros. A Igreja no Brasil se interroga, mediante os seus pastores, sobre o que significa hoje comunicar, que não é somente informar, mas é, substancialmente, um anúncio, um anúncio formulado num diálogo respeitoso com o homem de hoje e um anúncio consciente daquilo que o homem hoje está procurando, daquilo de que o homem hoje precisa”, afirmou o arcebispo à RV. 
“Eis o motivo pelo qual a Igreja deve interrogar-se, não somente sobre os conteúdos de seu anúncio – e os conteúdos não podem deixar de ser uma pessoa, Jesus Cristo –, mas a Igreja deve também interrogar-se sobre como anunciar”, acrescentou. 
Segundo o prelado italiano a linguagem da Igreja deve ser “compreensível ao homem de hoje, entender o homem em seus sofrimentos, em suas solidões: o homem de hoje precisa de calor, precisa de silêncio. O homem de hoje muitas vezes produz somente vozearia e frio”. 
“Este é o grande problema: entender o que anunciar, mas conhecendo profundamente aquilo que o homem carrega em seu coração e ver como a Igreja pode responder a essa exigência profunda do homem de hoje", declarou.
Ao ser questionado sobre como a Igreja pode ajudar o homem, por vezes desorientado pelo ribombar dos meios de comunicação, Dom Claudio Maria Celli afirmou que "que a Igreja, mediante a mídia que tem à sua disposição, deve ajudar essa atitude de busca do homem”. 
Segundo afirma Dom Celli, “como hoje a sociedade produz vozearia, produz barulho, por vezes é difícil para o homem de hoje compreender o sentido profundo da palavra que a Igreja tem em seu coração, em suas mãos, a ser oferecida”. 
“Esse é um problema que se apresenta todos os dias: a educação ao silêncio para melhor ouvir, a educação ao silêncio para melhor compreender-se, porque o homem hoje tem dificuldade de encontrar a si mesmo e, por vezes, precisa de vozearia para não buscar em seu coração quais são as exigências mais verdadeiras e mais profundas”, afirmou também. 
Concluindo sua resposta o prelado disse que “a Igreja deve ajudar o homem nessa busca”. 
“E deve apoiá-lo, porque hoje, por vezes, o mundo diz que ele não deve buscar, quase violentando essa busca interior do homem – diria”.
“A meu ver, essa é uma grande missão da Igreja no contexto dos nossos dias", asseverou. 

Fonte: CNBB

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL DISPONIBILIZA MATERIAL PARA ESTUDO DAS NOVAS DGAE

No Site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CBBB está disponível material (Power Point) para estudo das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2011 a 2015) como também texto em pdf.
Os Pawer Point foram preparados por Pe. José Adalberto Vanzella, (DGAE 2011-2015 2) Pe. José Ernanne Pinheiro, DGAE 2011-2015) Dom João Bosco Barbosa de Sousa, OFM, (Apresentacao Diretrizes) Dom Aloísio Alberto Dilli, OFM (Apresentacao Diretrizes) e Pe. José Altevir, CSSp. (Apresentacao Diretrizes 1). Texto das DGAE 2011 – 2015 em PDF (Doc94CNBB)
Fonte: CNBB
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