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Centenas de jovens viveram a JMJ Rio 2013 em meio da guerra civil na Síria



ROMA, 08 Ago. 13 / 09:09 am (ACI/EWTN Noticias).- A confusa guerra civil que aflige à população síria há vários anos não evitou que centenas de jovens cristãos celebrassem um encontro espiritual em sua terra para estar em comunhão com os milhões de católicos que participaram da recente Jornada Mundial da Juventude.
No último dia 28 de julho também 850 cristãos da cidade de Alepo se reuniram para celebrar um dia de oração em comunhão com os peregrinos que participaram em Copacabana junto com o Papa Francisco da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013.
Conforme informou a agência vaticana Fides, os jovens pertenciam a todas as comunidades cristãs do país e o encontro serviu "custodiar juntos a esperança, apesar do sofrimento e da fadiga que marcam sua condição cotidiana".
O encontro se realizou apesar da guerra civil sem nenhuma medida de proteção ou de autodefesa organizada, no Centro da Juventude George e Matilde Salem. Foi animado pelos Padres Salesianos no distrito de al-Sabeel, onde compartilharam uma jornada de reflexão, oração, discussão e entretenimento. "E graças a Deus, tudo saiu bem", explicou à Fides o Bispo armênio-católico Boutros Marayati depois de participar do encontro.
"Estou maravilhado ao ver tantos jovens sem medo, em uma cidade desfigurada pela guerra. Todos testemunhavam uma paz interior que certamente é um dom do Senhor. Em muitos, a longa crise e o sofrimento vivenciado de perto, por tanto tempo, suscitaram um olhar lúcido e profundo para as coisas que podem salvar e redimir a vida, em qualquer condição".

Novo vídeo do Canal "Buscando o Sentido" fala sobre os jovens e a autenticidade


Depois do êxito do primeiro trabalho do projeto Buscando o Sentido, realizado por jovens católicos da cidade de Aparecida (SP), o recém inaugurado canal lançou hoje o vídeo “Somos sempre autênticos?” que trata sobre autenticidade e a juventude hoje.
Falando sobre este segundo trabalho da equipe, Michell Lima, um dos idealizadores do canal e apresentador dos vídeos partilhou a ACI Digital como deu-se a iniciativa de falar aos jovens sobre a importância de ser autênticos.  “Surgiu do meu anseio, e acredito que de todo ser humano, de querer ser autêntico e não estar satisfeito com o aparente, o falso”, afirmou Michell.
 “Um risco frequente que corremos quando participamos de um grupo é perdermos a nossa identidade e viver uma vida falsa. Começamos a imitar formas de falar, andar, vestir-se, atuar e acabamos frustrados porque já não sabemos quem somos, porque a máscara uma hora acaba caindo”, disse também o jovem.
Segundo Michell Lima o vídeo quer “transmitir o legal que é sermos autênticos, viver segundo quem somos. Não quero dizer que seja ruim fazer parte de grupos! Eu tenho consciência de que precisamos dos outros para sermos felizes! Também não acho que o problema seja imitar os outros (querer ser bom, virtuoso, generoso, como os outros, é muito bom por exemplo)”.

ATENÇÃO MOÇADA! SEXO NA ADOLESCÊNCIA “PODE” AFETAR DESENVOLVIMENTO DO CÉREBRO E COMPORTAMENTO ADULTO.


Live Science
Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta.
O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas.
Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações).
“Ter uma experiência sexual durante este ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que o estudo não deve ser usado para promover a abstinência adolescente, uma vez que foi realizado em hamsters e não é certeza que a mesma conclusão se aplica a seres humanos. São necessárias mais pesquisas para compreender os efeitos de relações sexuais durante a puberdade.
Os cientistas fizeram um grupo de hamsters machos com 40 dias de idade (o equivalente a adolescência humana) acasalarem com fêmeas adultas. Um segundo grupo de machos acasalou na idade adulta (80 dias na vida), enquanto um grupo de controle não foi exposto a fêmeas.
Os hamsters atingem a puberdade aos 21 dias, e aos 40 dias chegam na pós-adolescência, mais ou menos equivalentes às idades 16 a 20 anos em humanos.
Quando os animais completaram 120 dias, os pesquisadores fizeram vários testes. Quando colocados na água, os animais que tiveram relações sexuais aos 40 dias foram mais propensos a parar de nadar vigorosamente, um sintoma da depressão, do que os outros três grupos.
Todos os hamsters sexualmente ativos apresentaram níveis mais elevados de ansiedade, medidos pela vontade de explorar um labirinto.
O grupo que teve relações sexuais na adolescência também mostrou menos complexidade em dendritos do cérebro, as extensões de ramificação de neurônios que recebem mensagens de outras células nervosas, e maior expressão de um gene associado com a inflamação.
Certos tecidos reprodutivos, incluindo as vesículas seminais (glândulas dos machos que ejaculam) e vasos deferentes (tubos que transportam o esperma para fora dos testículos), também foram menores nestes animais.
No entanto, o grupo de 40 dias também mostrou alguns benefícios da experiência da vida sexual precoce, incluindo massa corporal reduzida e maior resposta imune na idade adulta.
“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil.
Os pesquisadores basearam seu estudo no trabalho de Cheryl Sisk que mostrou que, em roedores, os níveis elevados de testosterona na puberdade influenciam o desenvolvimento de circuitos cerebrais que estão por trás dos comportamentos sociais do sexo masculino.
No estudo de Sisk, hamsters castrados foram menos propensos a copular com fêmeas receptivas e eram mais submissos para com intrusos do sexo masculino em comparação com machos que tinham níveis naturais de testosterona. Substituir o hormônio na fase adulta não restaura os níveis normais destes comportamentos sociais.
“Nós pensamos que a testosterona na puberdade organiza circuitos neurais durante a adolescência de uma maneira que maximiza respostas sociais e comportamentos típicos masculinos na vida adulta”, disse Sisk. Ela acrescentou que a testosterona pode estar ligada a mudanças estruturais no cérebro, incluindo como os dendritos são organizados ou conectados um ao outro.
A nova equipe está agora investigando se a testosterona é o único mecanismo envolvido. Em um novo estudo, os animais receberão o hormônio, em vez de acasalarem.
Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.
Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.
“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.
Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento.
Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo.
Fonte: Blog do Carmadélio

AUMENTO DE JOVENS SEM RELIGIÃO INDICA QUE BRASIL CAMINHA PARA O SECULARISMO

por John L. Allen Jr., do site National Catholic Reporter

Dois terços da população católica do mundo, hoje, está no hemisfério Sul, uma parcela que deve chegar a três quartos até a metade do século. Para discernir para onde a igreja está direcionada, é fundamental olhar para o que está borbulhando no Sul, e algumas histórias recentes merecem estar na tela do radar católico mundial.
Uma delas vem do Brasil, uma superpotência católica, entre os quatro principais países católicos em termos de população, destinado a ser um definidor do ritmo da Igreja do século 21.
No Brasil, um respeitado instituto nacional de pesquisa, a Fundação Getúlio Vargas, publicou um novo estudo que sugere que o secularismo – definido, neste caso, como o ato de jogar a toalha em termos de fé e prática religiosas – está fazendo rápidas incursões entre os jovens brasileiros.
Com base em 200 mil entrevistas realizadas para o Censo do Brasil de 2010, o estudo conclui que a parcela católica da população brasileira caiu para 68%, seu nível mais baixo desde que os dados do censo começaram a ser coletados em 1872, em parte por causa do elevado percentual de jovens que negam ter qualquer filiação religiosa.
A principal conclusão é a seguinte: o número de pessoas com menos de 20 anos que dizem não seguir nenhuma religião está crescendo três vezes mais rapidamente do que entre as pessoas com mais de 50 anos, sendo que 9% dos jovens brasileiros dizem não pertencer a nenhuma religião.
Esses resultados vão no rastro de outros dados do Brasil. Em 2007, o padre  José Oscar Beozzo, que dirige o Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular, em São Paulo, disse que, entre 1980 e 2000, o percentual da população brasileira que se identifica como protestante, cuja maioria é pentecostal, subiu de 12% para 17%. No mesmo período, o percentual de pessoas sem filiação religiosa passou de 0,7% para 7,3%, um aumento de dez vezes.
"Esse é o movimento infinitamente mais importante na situação religiosa brasileira", disse Beozzo na época.
Em termos numéricos, o Brasil é o maior país católico do mundo, com seus 163 milhões de católicos, que representam 85% da população. Esses, entretanto, são os totais batismais, enquanto o novo estudo reflete a parcela que realmente se identifica como católica. Entre outras coisas, a diferença entre os dois indica que 17% dos brasileiros hoje nasceram católicos mas posteriormente abandonaram a Igreja.
Comentaristas apontam para alguma versão de pelo menos quatro teorias:
-- O boom econômico do Brasil, que convenceu uma parte da juventude de hoje que eles simplesmente não precisam da religião;
-- Suposto distanciamento e arrogância por parte do oficialismo católico, combinado com elementos da doutrina da Igreja que não lidam bem com a juventude de mente progressista, incluindo as posições da Igreja sobre aborto, contracepção e homossexualidade (não surpreendentemente, essa ideia é especialmente popular na ala liberal da Igreja brasileira);
-- Uma excessiva concentração na política por parte da Igreja brasileira, especialmente do que restou do movimento da teologia da libertação, com o resultado de que os jovens de hoje estão espiritualmente à deriva (esse tende a ser a explicação favorita da direita católica);
-- A crescente falta de padres no Brasil, juntamente com as dificuldades na mobilização de leigos para compensá-la (isso é o que muitas vezes se ouve da linha de frente dos agentes de pastoral do país).
Qualquer que seja a explicação que se favoreça, a imagem básica parece clara: uma parcela crescente da geração mais jovem do Brasil está efetivamente se secularizando.
Isso poderia ter implicações para além das fronteiras do país, porque, dada a nova força econômica e política do Brasil, as tendências locais envolvem um vigor regional e internacional mais amplo.
Dois pensamentos sobre o significado disso:
Primeiro, a pergunta do milhão sobre a religião no hemisfério Sul foi, durante muito tempo, se o progresso econômico e político necessariamente andaria lado a lado com a secularização. Não parece haver nenhuma lei férrea. O crescimento econômico da China no último quarto de século, por exemplo, foi acompanhado por uma explosão espiritual.
No entanto, esse parece ser o caso do Brasil, que leva à seguinte reflexão: a América Latina, em alguns aspectos, está mais próxima dos padrões históricos da Europa, em que a Igreja Católica tradicionalmente foi um monopólio imposto pelo Estado. Se o secularismo tomar conta da América Latina mais do que outras regiões, isso poderia ser a confirmação final de que confiar no poder do Estado é, a longo prazo, sempre perigoso para a fé?
Segundo, a ideia fixa da classe dirigente da igreja no Ocidente se tornou a defesa da identidade católica, como um meio de proteger a Igreja contra a sua assimilação pelo secularismo. Em termos sociológicos, essa é uma "política da identidade", que é um mecanismo de defesa clássico para subculturas em apuros.
Os desdobramentos no Brasil sugerem que políticas de identidade semelhantes poderiam tomar forma em outras partes do mundo católico, dando a essa tendência ainda mais resistência.

JUVENTUDE CATÓLICA TEM ENCONTRO MARCADO NO I LOUVAI TAÍBA

A Paróquia São Luiz Gonzaga, no Pecém, prepara-se para viver o I LOUVAI TAÍBA. O festival se realizará no primeiro sábado de novembro de 2011, dia 5, na praça principal da Taíba. Com o tema “Jesus, a alegria da minha juventude”, o  evento quer ser um grande encontro com os jovens daquela região. Já confirmada a participação das bandas: Kyrios Dei , Dom Maior e Ministérios locais.
Informações na secretaria da Paróquia no telefone (85) 3315.1441
Fonte: www.arquidiocesedefortaleza.org.br

ESTUDO INDICA QUE A MAIORIA DOS JOVENS NÃO SÃO SEXUALMENTE ATIVOS E É URGENTE PROMOVER A ABSTINÊNCIA

Um estudo do Instituto Cultura e Sociedade (ICS) da Universidade de Navarra revelou que ao usar a "média de idade de início das relações sexuais" como base para os programas de saúde e educação sexual de menores, difunde-se uma idéia equivocada porque a grande maioria de jovens não são sexualmente ativos e o que necessitam são programas a favor da abstinência.
A equipe de peritos do projeto Educação da Afetividade e Sexualidade Humana do ICS liderado por Jokin de Irala, vice decano da Faculdade de Medicina, publicou o estudo "Média de idade de início das relações sexuais: Sabem o que queremos dizer?" no qual analisam os dados de 7 011 jovens de El Salvador, Peru e Espanha.
O estudo, publicado na revista médica Archives of Sexual Behaviour, explica que pode resultar confuso utilizar a "média de idade de início das relações sexuais" entre os jovens porque esta costuma ser calculada tendo em conta somente a aqueles que já tiveram relações sexuais.
Desta maneira, na Espanha a média de idade de início de relações sexuais seria 16 anos, mas apenas 22 por cento dos jovens começa a ter uma vida sexual ativa nessa idade. Em El Salvador a média é de 15 anos, mas isto só corresponde a 21 por cento dos jovens e no Peru a média é de 14 anos mas apenas 10 por cento dos jovens começam a ter vida sexual nesta idade de acordo ao estudo espanhol.
"Diversas investigações e estudos costumam empregar a média de idade do início das relações sexuais quando é reportada a atividade sexual juvenil. Esses dados podem ser interpretados como que a maioria dos jovens dessa idade já são sexualmente ativos, o qual resulta incerto", explica da Irala.
O líder do estudo acrescenta que "a média de idade de início de relações sexuais obtida por estudos epidemiológicos publicados sobre sexualidade, é habitualmente transmitida pelos meios de comunicação de uma maneira que não necessariamente reflete os matizes subjacentes nestes dados" e tanto a população como os mesmos jovens podem gerar uma idéia equivocada.
Em declarações à agência ACI Prensa em espanhol, Da Irala explicou que "o problema é que se a média der uma idéia de que a maioria é sexualmente ativa, a política se dirige aos que são sexualmente ativos –oferecendo camisinhas por exemplo- esquecendo-se de que na verdade a maioria não é sexualmente ativa e portanto as políticas deveriam ser mais pró-abstinência, dirigido a essa maioria que não é sexualmente ativa".
Do mesmo modo, considera que o beneficiado com esta aproximação confusa sobre o início das relações sexuais é "o comércio em torno da sexualização da juventude" como a venda de camisinhas e "todos os que por ideologia preferem uma juventude sexualmente ativa".

O perito acredita que "ninguém havia assinalado antes que nós que a média pode dar este efeito de interpretação incorreta de dados. Acredito que há boa fé em sua utilização atual, mas espero que nosso estudo mude as coisas".
"O que deve ser difundido hoje é que o uso da média não é adequado para oferecer o dado sobre sexualidade juvenil e os meios deveriam rechaçar este dado por não ser a melhor maneira de medir a iniciação sexual nos jovens", indicou.

Fonte: ACI Digital 

JUVENTUDE É TEMA DE ENCONTRO NA ONU

A Missão de Observação da Santa Sé nas Nações Unidas, junto com o Parlamento Universal dos Jovens e a Associação Internacional Juventude Idente, organiza nesta sexta-feira, dia 3 de junho, um evento na sede da ONU em Nova Iorque, em preparação para a reunião de alto nível da ONU sobre jovens e a Jornada Mundial da Juventude de Madri.
Foram convidados para o encontro jovens entre 16 e 30 anos, que terão a oportunidade de dialogar sobre algumas das questões cruciais do momento, incluindo a necessidade de proteger e promover a vida humana em cada uma de suas etapas. Durante o evento serão anunciados os vencedores do Prêmio “Fernando Rielo para a Juventude”, que será concedido a uma composição literária, a uma música, ou a vídeo em defesa da vida e sobre o papel dos jovens como faróis da cultura e da esperança em um mundo ameaçado pela cultura da morte.
O prêmio oferecerá a possibilidade de participar da JMJ de Madrid e cobrirá todas as despesas de viagem e alojamento. Tomarão a palavra durante o encontro de hoje, o Observador Permanente da Santa Sé, o Arcebispo Dom Francis Assisi Chullikatt, e alguns outros diplomatas de alto escalão. O cantor porto-riquenho José Feliciano cantará para os jovens e dialogará com eles sobre as dificuldades da vida e como superá-las. 
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