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Floribeth Mora: Nasci de novo no dia do milagre graças a João Paulo II


Floribeth Mora. Foto: Grupo ACI
ROMA, 25 Abr. 14 / 10:30 am (ACI/EWTN Noticias).- “Esse foi o dia em que nasci de novo: 1º de maio de 2011”, afirmou Floribeth Mora, a mulher costarriquenha a quem a intercessão de João Paulo II permitiu curar-se milagrosamente de um aneurisma para o qual a ciência não tinha solução.
Em declarações ao grupo ACI, Floribeth contou que “desde que soube da minha doença, levava comigo um santinho de João Paulo II, acreditei em sua intercessão, sou uma mulher que tenho muita fé” e que inclusive continua pedindo “sua intercessão em todo momento para que ele me ajude”.
A mulher e mãe de família recordou que sua admiração pelo papa polonês nasceu quando ele visitou a Costa Rica em 1983. “Era um homem totalmente cheio de santidade. Isso me impactou nele. Talvez por isso tenha crescido a minha admiração por ele e pedi sua intercessão”, expressou.
Durante a entrevista, Floribeth também manifestou a sua admiração pelo Papa Francisco, “por sua humildade e simplicidade”, e se animou a “pedir-lhe que se em algum momento tem a disposição de viajar, que nos visite na Costa Rica que o esperamos com os braços abertos”.
“Estávamos convencidos do milagre”

PALESTINOS E ISRAELENSES MAIS PERTO DA PAZ GRAÇAS AO BEATO JOÃO PAULO II

A Obra Romana de Peregrinações, junto ao Centro Esportivo Italiano, apresentaram a oitava edição dos "JPII Games 2011" (Jogos João Paulo II 2011), que este ano serão celebrados entre os dias 21 e em 25 de outubro para continuar com um dos desafios do Beato Pontífice: unir palestinos e israelenses em uma corrida pela paz.
No dia 27 de setembro de Roma, o presidente da Obra Romana de Peregrinações, Dom Liberio Andreatta junto ao administrador delegado, Padre Caesar Atuire, entre outras personalidades, apresentaram este encontro esportivo pela paz dirigido tanto a profissionais como amadores em um novo modo de peregrinação à Terra Santa.
O evento, com o auspício do Pontifício Conselho para os Leigos, busca através do esporte e sob a guia de João Paulo II unir simbolicamente os povos monoteístas pela causa da paz.
Entre os diferentes encontros esportivos se destaca a corrida onde esportistas palestinos e israelenses compartilharão o mesmo caminho. O percurso de 12 quilômetros -que une Belém (Palestina) e Jerusalém (Israel)-, busca ajudar na reconciliação entre os povos.
Além disso, será a primeira vez -apesar da lei que atualmente proíbe esta prática- que os israelenses poderão visitar a cidade de Belém. Depois de duros esforços e anos de sacrifício, a organização conseguiu que a norma fosse levantada exclusivamente para os cidadãos do Israel que participem do evento.
Em declarações ao grupo ACI, Dom Andreatta, explicou que a idéia nasceu em 1983 do próprio Papa João Paulo. "Ele é o protagonista de toda esta história, com ele é que iniciamos o caminho, é com ele com o que continuamos e o temos fizemos crescer, ele sempre foi nosso forte e grande apoio, a imagem disso fica no céu, ele é Beato e deve proteger-nos, acredito que este ano com sua presença ajudará a um grande salto em referência à relação destes dois povos", indicou. 
Dom Andreatta considerou que a peregrinação e o esporte "são duas expressões da vida do homem, a peregrinação é caminhar, e o esporte é compartilhar, se um caminho não é compartilhado não é um caminho completo, o homem encontra sua plenitude quando sua capacidade de caminhar a compartilha com outros. E através do esporte as pessoas têm a ocasião de compartilhar, de encontrar, e de crescer juntas".
Em uma entrevista concedida ao grupo ACI, o Administrador Delegado da Obra, Padre Caesar Atuire, recordou que "João Paulo II durante todo seu pontificado lutou para que os povos de Israel e Palestina pudessem viver em paz".
Ele explicou que "durante a peregrinação que o Beato Wojtyla fez no ano 2000, ele insistiu muito nesta mensagem e lançou muitas iniciativas para que a paz chegasse à Terra Santa. Posto que ele também fez muito pelo esporte assumimos estas duas linhas que são parte de seu pontificado e de sua mensagem de paz, e queremos continuar o que ele começou".
JPII Games e Haiti
A esta maratona pela paz se unirão 50 jovens do Haiti e no evento serão arrecadados recursos para a construção de centros juvenis esportivos no país caribenho.
"O Haiti foi esquecido, é uma terra onde a injustiça da humanidade contra a humanidade dominou por muitos anos, e acredito que quando se diz que o povo morre por terremotos ou por ciclones, antes disto está o fato de que esquecemos que parte da humanidade vive na pobreza", recordou o Pe. Atuire.
"Queremos que através disto as crianças do Haiti possam ter acesso ao direito de sorrir como todas as crianças do mundo, não podemos abandonar estes pobres", acrescentou.
Para participar da maratona pela paz e ajudar o povo do Haiti ingresse em: www.jpiigames.com   

AQUELE ABRAÇO DE JOÃO PAULO II E DO RABINO

ROMA, quarta-feira, 25 de maio de 2011 (ZENIT.org) - O papa do diálogo, dos jovens e da comunicação, mas também da primeira visita oficial a uma sinagoga. “Não, senhorita, Wojtyla não foi o primeiro”: o rabino chefe de Roma, Riccardo Di Segni, brinca com a apresentadora no concerto organizado em 18 de maio pela Roma Capitale para encerrar os eventos comemorativos da beatificação de João Paulo II. Di Segni subiu ao palco do Auditorium della Conciliazione para falar do “feeling” especial do papa polonês com o judaísmo.
“Para sermos precisos”, disse ele, “o primeiro pontífice a visitar uma sinagoga foi Pedro”. No meio do público, de milhares de espectadores, havia uma delegação de judeus, composta, entre outros, pelo presidente da União das Comunidades Judaicas Italianas, Renzo Gattegna, e pelo assessor da Comunidade Judaica de Roma, Ruben Della Rocca, em representação do presidente, Riccardo Pacifici.
Alternaram-se no palco artistas famosos e testemunhas “especiais” do vínculo de Wojtyla com Di Segni durante os 27 anos do pontificado, como o ex-porta-voz vaticano Joaquín Navarro-Valls e Dom Slawomir Oder. Eles repassaram as “páginas viradas” por Wojtyla na história da relação entre ambas religiões.
Como em 13 de abril de 1986, quando João Paulo II atravessou o limiar do Templo de Roma. Di Segni, então jovem ministro do culto, se lembra assim do acontecimento: “Era a sensação de viver um momento histórico”. E tanta foi a surpresa “que não era pouca a perplexidade com os problemas protocolares a resolver. Tínhamos que criar tudo”. Não havia preparação: nunca tinha havido um precedente daquela transcendência.
Di Segni explica que era uma novidade absoluta aquele encontro entre o papa e o ex-rabino chefe de Roma, Elio Toaff, hoje com 96 anos: “Dizem que eu cantei, mas posso garantir que isso não corresponde à realidade. Aliás”, ironiza, bem ao seu estilo, dando a entender sua pouca capacidade para o canto, “não choveu naquele dia”. Inesquecível o abraço entre os dois, que sintetizava tantas palavras não ditas para desfazer outras tantas incompreensões. “Entre eles havia um feeling especial”, comenta Di Segni.
O próprio Toaff, em sua obra “Pérfidos judeus, irmãos maiores", escreve: “Entramos juntos no Templo. Passei pelo público silencioso, em pé, como num sonho, com o papa ao meu lado, e, atrás, cardeais, prelados e rabinos: uma comitiva insólita, certamente única na história da sinagoga. Subimos para a Tevá e nos voltamos para o público. E então explodiu o aplauso, irrefreável, quando o papa disse: “Sois nossos irmãos prediletos, e de certa forma, poderíamos dizer, nossos irmãos maiores”.
Não por acaso, o nome de Toaff, junto com o do então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Joseph Ratzinger, hoje o papa Bento XVI, e o do cardeal Stanisław Dziwisz, atual arcebispo de Cracóvia e durante quarenta anos secretário particular de Wojtyla, é um dos três publicados no testamento espiritual do pontífice polonês “como prova ulterior de um vínculo que vai além da oficialidade. Uma simpatia substancial que leva à amizade onde o perfil doutrinal pode criar problemas”.
O rabino ressalta o sentido da palavra "diálogo", que muitos observadores usaram para falar da ruptura de certas rigidezes do passado: “O diálogo entre judaísmo e cristianismo já estava bem encaminhado, mas era um diálogo principalmente entre eruditos e teólogos. Um diálogo em que faltava o aspecto humano, e Wojtyla foi capaz de captar essa necessidade”.
Em resumo, conclui Di Segni, “esse papa soube quebrar o gelo e hoje todos entendemos que o gesto dele mudou para sempre a atmosfera das nossas relações”.
Fonte:  http://www.zenit.org/article-28050?l=portuguese

JOÃO PAULO II É PROCLAMADO BEATO DIANTE DE UM MILHÃO DE FIEIS!

Citando o Evangelho de hoje, Bento XVI lembrou na homilia que Jesus pronuncia a em-aventurança da fé, que chama a nossa atenção de modo especial, porque “estamos reunidos justamente para celebrar uma Beatificação e, mais ainda, porque o Beato hoje proclamado é um Papa, um Sucessor de Pedro, chamado a confirmar os irmãos na fé. João Paulo II é Beato pela sua forte e generosa fé apostólica. Outra bem-aventurança perpassa nosso pensamento hoje: a bem-aventurança da Virgem Maria, a Mãe do Redentor.
“Hoje diante dos nossos olhos brilha, na plena luz de Cristo ressuscitado, a amada e venerada figura de João Paulo II. Hoje, o seu nome junta-se à série dos Santos e Beatos que ele mesmo proclamou durante os seus quase 27 anos de pontificado, lembrando com vigor a vocação universal à medida alta da vida cristã, à santidade”.
Em outra passagem da homilia, Bento XVI lembrou a primeira Missa solene presidida por João Paulo II, na Praça de São Pedro, com as memoráveis palavras: “Não tenham medo! Abram, ou melhor, escancarem as portas a Cristo”.
“Aquilo que o Papa recém-eleito pedia a todos, começou, ele mesmo, a fazê-lo: abriu a Cristo a sociedade, a cultura, os sistemas políticos e econômicos, invertendo, com a força de um gigante – força que lhe vinha de Deus –, uma tendência que parecia irreversível. Com o seu testemunho de fé, de amor e de coragem apostólica, acompanhado por uma grande sensibilidade humana, este filho exemplar da Nação Polaca ajudou os cristãos de todo o mundo a não ter medo de se dizerem cristãos, de pertencerem à Igreja, de falarem do Evangelho. Numa palavra, ajudou-nos a não ter medo da verdade, porque a verdade é garantia de liberdade”.
“Sua mensagem foi esta: o homem é o caminho da Igreja, e Cristo é o caminho do homem. Com esta mensagem, que é a grande herança do Concílio Vaticano II e do seu “timoneiro” – o Servo de Deus Papa Paulo VI –, João Paulo II foi o guia do Povo de Deus ao cruzar o limiar do Terceiro Milênio” – disse ainda Bento XVI.
Enfim, o ex-colaborador do novo beato (o então Cardeal Ratzinger foi Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé durante 23 anos) fez questão de ressaltar algumas das virtudes de seu amigo e predecessor: a profundidade espiritual, a riqueza de suas intuições, o exemplo de sua oração e o seu testemunho no sofrimento.
“A sua humildade profunda, enraizada na união íntima com Cristo, permitiu-lhe continuar a guiar a Igreja e a dar ao mundo uma mensagem ainda mais eloquente, justamente no período em que as forças físicas definhavam. Assim, realizou de maneira extraordinária a vocação de todo o sacerdote e bispo: tornar-se um só com aquele Jesus que diariamente recebe e oferece na Eucaristia”.
(CM)

32 CURIOSIDADES SOBRE O PONTIFICADO DE JOÃO PAULO II

Encontramos no blogcuriosidades Católicas uma série de peculiaridades sobre os 26 anos e meio de pontificado de João Paulo II. Vamos conferir, ao todo são 33 curiosidades.
1 – Além de ter sido o primeiro Papa polaco, foi o primeiro oriundo de um país comunista, enquanto ainda existia a “cortina de ferro” na Europa.
2 – Foi um jovem que demonstrou grande interesse pelo teatro e literatura polaca.
3 – Trabalhou duramente numa mina.
4 – Quando gozou de boa saúde foi praticante de esqui, montanhismo e remo.
5 – É o primeiro Papa a repetir nomes dos seus dois imediatos predecessores.
6 – É o único Papa a ter sido atingido a tiro na rua.
7 – É o único pontífice católico que deu entrada num hospital público até hoje.
8 – Segundo uma sondagem nos EUA, o que mais cativa na sua figura é o sorriso, a devoção Mariana, o domínio de várias línguas e o seu amor às crianças e aos pobres.
9 – João Paulo II ocupou o primeiro lugar numa sondagem que pedia a alunos do secundário de Portugal, Espanha e América Latina para indicarem “a pessoa que mais admiram”.
10 - Confessava  todas as Sextas-feiras Santas na Basílica de São Pedro.
11 – Batizava na sua capela privada os filhos dos seus amigos ou dos seus mais modestos colaboradores. Já casou um serralheiro com uma mecanógrafa.
12 – Em Março de 2003 o Vaticano apresentou o sexto livro de poemas místicos escritos pelo Papa, o “Tríptico Romano”.
13 – Realizou três exorcismos durante o Pontificado, sendo o mais conhecido o realizado a uma jovem, em 1982, que se mostrou muito agitada durante a audiência geral.
14 – No dia 13 de Abril de 1986 realizou um gesto histórico ao visitar a sinagoga de Roma.
15 – Pediu perdão pelas faltas humanas cometidas pela Igreja Católica numa intervenção a 12 de Março de 2000, ano do Jubileu.
16 – É o primeiro Papa a ter rezado numa Mesquita, na Síria, um gesto que muitos setores mais conservadores não receberam de bom grado.
17 – Em Maio de 2002 reuniu-se na Praça de São Pedro com centenas de antigas prostitutas, durante a audiência geral.
18 – Nesse mesmo mês, depois do encontro ecumênico de oração em Assis, enviou uma mensagem aos chefes de Estado convidando-os a adotar 10 compromissos pela paz mundial.
19 – Recebeu no Vaticano uma delegação oficial da Igreja Ortodoxa Grega, a primeira desde o cisma de 1054.
20 – Em Agosto de 2002 celebrou uma Missa em Cracóvia que reuniu 2 milhões de fiéis, a maior de toda a história.
21 – No dia 14 de Novembro de 2002 visitou o parlamento italiano, algo que o Papa não fazia há 150 anos. O seu discurso foi tão eloquente que o mafioso Benedetto Marciante, capo de la Cosa Nostra, se entregou à polícia romana.
22 – Os pensamentos do Papa já estão disponíveis por SMS em vários países.
23 - Em Junho de 2003 completou as 100 viagens apostólicas, na Croácia.
24 – Uma montanha do Polo Sul tem o nome do Papa João Paulo II, como homenagem aos seus 25 anos de Pontificado.
25 – Proclamou 1.338 beatos, canonizou 482 santos, mais do que em todos os Pontificados desde a criação da Congregação dos Ritos (hoje Congregação para as Causas dos Santos) em 1588.
26 – Convocou 9 consistórios para a criação de cardeais e nomeou 232 cardeais, um dos quais “in pectore”.
27 – João Paulo II tem o 3.º maior Pontificado da historia
28 – Após 26 anos de Pontificado, João Paulo II realizou 104 viagens apostólicas fora da Itália, a que se juntam 146 nesse país.
29 – Visitou 129 países diferentes e mais de mil cidades.
30 – Nestas viagens pronunciou 3.288 discursos e esteve fora do Vaticano um total de dias correspondentes a dois anos e três meses.
31 – Escreveu 14 encíclicas, 15 exortações apostólicas, 11 constituições apostólicas, 46 cartas apostólicas.
32 – O Papa encontrou-se com 17,5 milhões de pessoas em 1.164 audiências semanais.
33 – Mais de Mil Chefes de Estado e de Governo passaram pelo Vaticano 

CONHEÇA A DIFERENÇA ENTRE A BEATIFICAÇÃO E CANONIZAÇÃO

A beatificação é primeiro passo em direção à canonização definitiva. Do ponto de vista histórico, o termo «canonização» foi utilizado pela primeira vez por Alexandre III em 1171; ao passo que a distinção entre beato e santo foi formalizada por Sisto IV em 1483.
Com a beatificação declara-se a santidade de vida do beato e é permitido o culto público em sua honra no âmbito limitado de uma diocese ou de uma instituição eclesiástica (uma congregação religiosa, por exemplo). A canonização implica uma declaração especialmente solene de santidade e prescreve o culto público em toda a Igreja. Portanto, enquanto a primeira tem uma dimensão local, a segunda possui uma dimensão universal. Tanto a beatificação como a canonização pressupõem, contudo, a declaração prévia da heroicidade das virtudes praticadas pelo beato ou santo.

O que se entende concretamente por «virtudes heroicas» ou «de grau heroico»? O dicionário não nos ajuda a esclarecer ideias. Ele, na verdade, diz-nos que os herois são pessoas diferentes do comum dos mortais, ilustres e famosas pelos seus feitos clamorosos ou por terem realizado ações incríveis: no fundo, um modelo que se encontra no polo oposto da vida ordinária. Compreende-se perfeitamente que, com esse conceito de heroi, seja bastante difusa a ideia segundo a qual as «virtudes heroicas» são as praticadas mediante manifestações inusuais, dando assim a entender que a normalidade por sua vez se identifica com a mediocridade.
Não há nada de mais falso: heroicidade e normalidade são – e deveriam ser para todos – termos que não se excluem de modo algum. Aliás, não tenho dúvidas em definir a heroicidade das virtudes como a perseverança no cumprimento dos próprios deveres cotidianos. A santidade conquista-se no âmbito da mais estrita normalidade, sem ser ou se considerar superior aos outros, deixando que Deus atue em nós e dirigindo-se a Ele como a um amigo.
Durante séculos predominou um gênero literário que tendia a pôr de parte a resposta cotidiana dos santos aos implusos da graça e exaltava, pelo contrário, os seus feitos heroicos – mais propensos a causar admiração do que a suscitar o desejo de os imitar – e os fenômenos místicos, distantes da perspectiva dos cristãos comuns e da sua vida ordinária. Contudo, os santos não se santificaram com um determinado ato heroico isolado, mas antes pela fidelidade com que procuraram cumprir no dia a dia a vontade de Deus através dos pequenos deveres cotidianos. A santidade consiste, não tanto em fazer coisas extraordinárias, mas no fazer de maneira extraordinária as coisas ordinárias da vida de cada dia.
(Trecho extraído do livro “Como se faz um santo”,
página 25-26 de Cardeal Saraiva Martins)
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